Piso dos professores é reajustado em 13,01% e passa para R$ 1.917,78

professor

O Ministério da Educação (MEC) [Brasil] informou, há pouco, que o piso salarial do magistério terá aumento de 13,01%. Com o reajuste, o salário inicial passará para R$ 1.917,78 a partir deste mês. O cálculo está previsto na Lei do Piso (Lei 11.738/2008), que vincula o aumento ao percentual de crescimento do valor anual mínimo por aluno, referente aos anos iniciais do ensino fundamental urbano.

O novo montante é relativo ao salário inicial dos professores de escola pública, com formação de nível médio e jornada de trabalho de 40 horas semanais.

Segundo o MEC, nos últimos dias, o ministro da Educação, Cid Gomes, reuniu-se com representantes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

De acordo com a lei, a correção do piso reflete a variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno, definido nacionalmente pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

O piso salarial subiu de R$ 950, em 2009, para R$ 1.024,67, em 2010, e R$ 1.187,14, em 2011, conforme números incluídos no site do MEC. Em 2012, o valor vigente era R$ 1.451. Em 2013, o piso passou para R$ 1.567 e em 2014 foi reajustado para R$ 1.697. O maior reajuste foi registrado em 2012, com 22,22%.

Para Roberto Leão, presidente da CNTE, o reajuste cumpre a lei, embora ainda não seja o “que consideramos melhor para os trabalhadores”. Segundo ele, a Lei do Piso é “importantíssima para o cumprimento do PNE [Plano Nacional de Educação]”. Uma das metas previstas no plano estabelece prazo de seis anos para equiparação do salário dos professores ao dos demais profissionais com escolaridade equivalente. Conforme Leão, o rendimento médio dos docentes representa aproximadamente 60% dos salários médios dos demais profissionais.

Para a Confederação Nacional de Municípios (CNM), o aumento, que tem sido praticado acima da inflação, representará custo maior com a folha e menos investimentos em reformas e infraestrutura das escolas, além de outros itens fundamentais à qualidade do ensino.

“Com certeza, teremos municípios e estados com dificuldade”, disse Cleuza Repulho, presidenta da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). “Precisaremos da regulmentação dos royalties do petróleo e do PNE em funcionamento para garantir novos recusos. A arrecadação dos estados e municípios foi menor que a esperada”, acrescentou.

Segundo Cleuza, a entidade voltará a se reunir com o ministro até o fim do mês para cobrar maior participação da União nos gastos dos entes federativos com educação. Também pedirá a retomada do grupo de trabalho para revisão do reajuste do piso.

A proposta da entidade é que o reajuste leve em consideração a variação do Fundeb e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), estabelecendo novos salários intermediários às duas variações. “Entendemos que não é o que o professor precisa ganhar, mas agora não tem como ser um valor superior à inflação”, concluiu Cleuza.

Com informações da Agência Brasil.

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j-omarJoão Omar Martins Gomes é professor e investigador em Filosofia da Educação (Fellow Ph.D. U.Porto). Nascido em São Paulo (Brasil), actualmente vive em Porto, Portugal.

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Alunos mais novos deviam ter menos testes e mais formação

FOTO FILIPE AMORIM/GLOBAL IMAGENS

FOTO FILIPE AMORIM/GLOBAL IMAGENS

Um especialista da OCDE defendeu, esta segunda-feira (05/01/2015), que entre os alunos mais novos, o ensino em Portugal devia estar mais focado na avaliação formativa, que consegue detetar as necessidades dos estudantes, do que na avaliação sumativa.

Paulo Santiago criticou a cultura portuguesa de “excessiva atenção e preocupação [com] as notas e classificação dos alunos”, durante um encontro em Lisboa, sobre a avaliação no sistema de ensino, promovido pelo Conselho Nacional de Educação (CNE).

“A cultura da nota está instalada em Portugal e demora anos a mudar. Há a pressão dos pais que não entendem a mudança para as notas qualitativas”, lamentou o analista da Direção de Educação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

Segundo um estudo da OCDE sobre políticas nacionais de avaliação, aplicadas em 28 países, “a avaliação formativa evita a excessiva atenção [centrada] nas notas e na classificação dos alunos, que infelizmente ainda acontece em Portugal”, contou Paulo Santiago.

Já a avaliação formativa permite “diagnosticar as necessidades de aprendizagem dos alunos e oferecer um ‘feedback’ em tempo real”, sublinhou o analista.

O estudo “Synergies for Better Learning: An International Perspective on Evaluation and Assessment” (“Sinergias para uma melhor aprendizagem: uma perspetiva internacional sobre avaliação”) defende que é preciso encontrar “um equilíbrio entre formação formativa e sumativa”.

A avaliação sumativa, segundo o estudo, deve complementar uma apreciação interna (feita pelos professores pelo trabalho realizado ao longo do ano na sala de aula) e uma externa: a interna tem maior grau de validade, por se basear em informações continuas e contar com maior diversidade de tipos de avaliação (como projetos, provas orais ou trabalhos de grupo); a avaliação externa tem um maior grau de confiabilidade, porque as provas e critérios de avaliação são iguais para todos, lembrou.

Uma vez que as duas avaliações têm vantagens e desvantagens, o estudo da OCDE concluiu que se deve encontrar um equilíbrio entre a avaliação interna e a externa, “embora a avaliação sumativa externa se justifique mais nas fases mais avançadas do percurso escolar”, sublinhou o especialista.

Ou seja, os exames são importantes para validar conhecimentos no sistema de ensino, mas fazem sentido numa fase mais avançada do ensino.

Entre os mais jovens, os testes devem ter uma função de diagnóstico, para permitir a orientação dos alunos e a superação de dificuldades.

O representante da OCDE sublinhou ainda a importância de avaliar as competências complexas, que são cada vez mais importantes, uma vez que permitem transformar e utilizar a informação transmitida pela escola em vez de o ensino ser um mero processo rotineiro de memorização da informação.

O seminário “Avaliação Interna e Qualidade das Aprendizagens” tem como objetivo “perceber o que se está a fazer na avaliação e currículos e apresentar alternativas e sugestões para que o Ministério da Educação possa adotar as medidas que assim entender”, explicou o presidente do CNE, David Justino, no discurso de abertura do encontro.

“Há uma espécie de caixa negra relativamente à forma como se faz a avaliação interna nas nossas escolas”, afirmou David Justino, defendendo a complementaridade entre a avaliação formativa interna e a sumativa externa.

Com informações do DN.

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j-omarJoão Omar Martins Gomes é professor e investigador em Filosofia da Educação (Fellow Ph.D. U.Porto). Nascido em São Paulo (Brasil), actualmente vive em Porto, Portugal.

Nunca é tarde para aprender; Nunca é cedo demais para ensinar…

“A construção de uma epistemologia capaz de dar conta de uma objectividade subjectiva (…), rompe com esta unidimensionalidade intersubjectiva metodológica para adoptar perspectivas multirreferenciais, visando integrar a produção dos factos e dos acontecimentos nas suas respectivas condições de significação. Ou seja, por outras palavras, porque a realidade social se complexifica, complexificam-se os processos e os instrumentos teóricos e metodológicos através dos quais se procura compreender essa complexividade que aqui exprimimos sinteticamente pelo conceito de objectividade intersubjectiva”.
[Matos, Manuel S. (1999). Teorias e práticas da formação: Contributos para a reabilitação do trabalho pedagógico. Porto: Asa Editores, 1999, p. 53]

SEDUC-RS publica edital para 1.393 vagas na Rede Estadual de Educação

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Conforme anunciado em nosso blog, a Secretaria de Educação do Estado do Rio Grande do Sul (SEDUC-RS) publicou hoje, 4/11 no DOE (pág. 28 a 56), edital de concurso público para o quadro de servidores de Escola.

O Concurso Público para Servidor de Escola destina-se ao provimento de 1.393 (um mil trezentos e noventa e três) vagas para os cargos de Agente Educacional I: Técnico em Nutrição; Agente Educacional II: Assistente Financeiro, Técnico em Informática, Administração Escolar, Interação com o Educando e Tradutor e Intérprete de Língua de Sinais – Libras, relacionados no Anexo I deste Edital, e de vagas que surgirem no decorrer da vigência do Concurso.

>> Veja AQUI o Edital de abertura das inscrições – SEDUC-RS 2014. <<

As inscrições serão efetuadas somente pela Internet, a partir das 10 (dez) horas do dia 04 de novembro até as 23 horas e 59 minutos do dia 17 de novembro de 2014, no site http://www.fundatec.org.br em Concurso Público da SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO – SEDUC/RS.

O valor da taxa de inscrição é de R$ 63,69 (sessenta e três reais e sessenta e nove centavos) para todos os cargos.

 O prazo de validade do concurso ao qual se refere este Edital será de 2 (dois) anos, contados a partir da data de publicação da homologação de seu resultado final, podendo ser prorrogado uma vez por igual período.

Aplicação das Provas Teórico-objetivas: 21/12/2014 .

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ANEXO XI – PROGRAMA E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

LÍNGUA PORTUGUESA – TODOS OS CARGOS

PROGRAMA:
1. Leitura e compreensão de textos.
1.1. Assunto.
1.2. Estruturação do texto.
1.3. Ideias principais e secundárias.
1.4. Relação entre ideias.
1.5. Ideia central e intenção comunicativa.
1.6. Efeitos de sentido.
1.7. Figuras de Linguagem.
1.8. Recursos de argumentação.
1.9. Coesão e coerência textuais.
2. Léxico.
2.1. Significação das palavras e expressões no texto.
2.2. Substituição de palavras e expressões no texto.
2.3. Estrutura e formação de palavras (valor dos afixos e dos radicais).
3. Ortografia: sistema oficial vigente.
4. Acentuação gráfica e acentuação tônica.
5. Morfologia e Sintaxe.
5.1. Classes de palavras: emprego e flexões.
5.2. Período simples e período composto: colocação de termos e orações no período.
5.3. Coordenação e subordinação: emprego das conjunções, das locuções conjuntivas e dos pronomes
relativos.
5.4. Termos essenciais, integrantes e acessórios da oração.
5.5. Relações morfossintáticas.
5.6. Orações reduzidas: classificação e expansão.
5.7. Concordância nominal e verbal.
5.8. Regência nominal e verbal.
5.9. Paralelismo de regência.
5.10. Sintaxe de colocação.
5.11. Emprego dos modos e tempos verbais.
5.12. Emprego do acento indicativo de crase.
5.13. Sinais de pontuação.
REFERÊNCIAS:
1. BECHARA, Evanildo. Gramática escolar da Língua Portuguesa. 2ª. Edição. Rio de Janeiro: Ed.
Lucerna, 2006.
2. CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. 48. Ed. São Paulo:
Companhia Editora Nacional, 2008.
3. FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário da língua portuguesa. 6ª. Ed. Rio de Janeiro:
Nova Fronteira, 2007.
4. FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. 6ª Ed. São
Paulo: Ática, 2008.
5. HOLLANDA, Aurélio Buarque de. Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. 5ª Ed. Curitiba: Positivo:
2010.
6. LUFT, Celso Pedro. Dicionário Prático de Regência Nominal. 5ª Ed. São Paulo: Ática, 2010.
7. ____. Dicionário Prático de Regência Verbal. 9ª Ed. São Paulo: Ática, 2010.
8. SARMENTO, Leila Lauar. Gramática em textos. 2ª Ed. São Paulo: Moderna, 2005.

LEGISLAÇÃO – TODOS OS CARGOS
PROGRAMA:
1. Princípios, objetivos e organização do ensino e da educação no Brasil.
2. Criança e adolescente: direitos e deveres legais.
3. Plano Nacional de Educação 2011/2020.
4. Lei de Gestão Democrática do Ensino Público do Rio Grande do Sul.
5. Igualdade Racial.
6. Violência contra a mulher.

REFERÊNCIAS:
1. BRASIL. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do adolescente. Brasília, DF.
2. BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBN), Brasília, DF.
3. BRASIL. Plano Nacional de Educação 2011/2020.
4. RIO GRANDE DO SUL. Lei nº 10.576, de 14 de novembro de 1995. (Atualizada até a Lei n.º 13.990, de 15 de maio de 2012). Dispõe sobre a Gestão Democrática do Ensino Público e dá outras providências.
5. Estatuto Racial – Lei nº 12.288, de 20 de julho de 2010.
6. Lei Maria da Penha – Lei nº 11.340, de 07 de agosto de 2006.
7. Estatuto e Regime Único dos Servidores Públicos Civis do Estado – Lei nº 10098, de 03 de fevereiro de 1994 e atualizações.
8. Quadro de Servidores de Escola – Lei nº 11.672/2001 e alterações.
9. Criação de categorias funcionais no Quadro de Servidores de Escola – Lei nº 14.448/2014.
10. Constituição Federal – Capítulo III – Seção 1, art. 205 a 214.
11. Lei Estadual nº 13.694, de 19 de janeiro de 2011 – Estatuto Estadual da Igualdade Racial.

INFORMÁTICA – TODOS OS CARGOS
PROGRAMA:
Conhecimentos do sistema operacional Microsoft Windows Vista Professional, Windows 7 Professional e Windows 8.1 Pro:
1. Saber identificar e usar ambientes, configurações, janelas, componentes das janelas, caixas de diálogos, menus, itens de menus, botões, barras de ferramentas e ícones.
2. Saber identificar e usar as funcionalidades desses sistemas operacionais, tais como, Windows Explorer, Meu Computador, Meus Documentos, Propriedades da barra de tarefas e do menu Iniciar, Documentos compartilhados, Localizar e/ou Pesquisar, Ajuda e Suporte, Painel de Controle, Lixeira, Executar, Ferramentas Administrativas, etc., através de teclado e/ou mouse, menus, itens de menus, ícones, barras de ferramentas e botões.
3. Identificar e saber realizar operações sobre arquivos e pastas: copiar, mover, excluir, recortar, colar,
renomear, etc. Saber identificar e usar nomes válidos de arquivos, pastas e subpastas, através de teclado e/ou mouse, menus, itens de menus, ícones, barras de ferramentas, botões. Conhecimento, uso e configuração dos programas Microsoft Word 2007, Excel 2007, e versões superiores:
4. Saber identificar configurações e formatações de ambientes, documentos e apresentações.
5. Saber criar, usar e configurar ambientes, documentos e apresentações, utilizando as funcionalidades dos aplicativos Microsoft Word 2007 e Excel 2007 e versões superiores, utilizando teclado e/ou mouse, menus, itens de menus, ícones, caixas de diálogos, barras de ferramentas, botões desses programas. Conhecimento, uso e configuração do programa Microsoft Internet Explorer 11 e versões superiores:
6. Identificar os ambientes, características, janelas, configurações, caixas de diálogos, menus, itens de menus, botões e demais componentes do Internet Explorer.
7. Saber utilizar as funcionalidades do Internet Explorer 11, e versões superiores, utilizando teclado e/ou mouse, menus, itens de menus, ícones, ícones das Barras de Ferramentas e do Explorer, caixas de diálogos e botões desse programa.

REFERÊNCIAS:
1. MICROSOFT CORPORATION 1. MICROSOFT CORPORATION. MS Windows Vista Professional, MS Windows 7 Professional e MS Windows 8.1 Pro e versões superiores (Sistema Operacionais e Ajuda eletrônica integrada a esses Sistemas Operacionais).
2. MICROSOFT CORPORATION 2. Ajuda do Microsoft Internet Explorer 11 e versões superiores (Ajuda eletrônica integrada ao Programa MS Internet Explorer 11 e versões superiores).
3. MICROSOFT CORPORATION 3. Ajuda do Microsoft Excel 2007 e versões superiores. (Ajuda eletrônica integrada ao Programa MS Excel 2007 e versões superiores).
4. MICROSOFT CORPORATION 4. Ajuda do Microsoft Word 2007 e versões superiores. (Ajuda eletrônica integrada ao Programa MS Word 2007 e versões superiores).

CONHECIMENTOS GERAIS – TODOS OS CARGOS

PROGRAMA:
1. Dados históricos, geopolíticos e socioeconômicos do município, do estado, do país e do mundo.
2. Fatos relevantes da atualidade no Brasil e no Mundo e suas vinculações históricas.
3. Informações atuais sobre artes, esportes, cultura e meio ambiente no Brasil e Mundo.
4. Política e cidadania no Brasil.

REFERÊNCIAS:
1. Almanaque Abril 2014 – Editora Abril.
2. Guia do Estudante Atualidades – Vestibular + ENEM 1º semestre 2014. Editora Abril.
3. Guia do Estudante Atualidades – Vestibular + ENEM 2º semestre 2014. Editora Abril.
4. Guia do Estudante Atualidades – Vestibular + ENEM 1º semestre 2013. Editora Abril.
5. Guia do Estudante Atualidades – Vestibular + ENEM 2º semestre 2013. Editora Abril.
6. Jornais e revistas da atualidade.

CONHECIMENTO ESPECÍFICO

AGENTE EDUCACIONAL I – TÉCNICO EM NUTRIÇÃO

PROGRAMA:
1. Noções básicas de nutrição.
2. Composição dos Alimentos.
3. Princípios da alimentação saudável.
4. Boas práticas de higiene dos alimentos.
5. Nutrição e Técnica dietética.
6. Controle de qualidade em unidades de alimentação e nutrição.
7. Políticas e diretrizes Nacionais de Alimentação e Nutrição.
8. Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).
9. Educação alimentar e nutricional na comunidade escolar.

REFERÊNCIAS:
1. ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução nº 216, de 15 de setembro de 2004.
2. ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução nº 52, de 29 de setembro de 2014.
3. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia Assuntos Jurídicos. Lei nº 11.947 de junho de 2009. Disponível em http://www.fnde.gov.br/programas/alimentacao-escolar/alimentacao-escolar-legislacao.
4. Ministério da Educação. Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. Conselho Deliberativo. Resolução/CD/FNDE nº 26, de 17 de junho de 2013. Disponível em
http://www.fnde.gov.br/programas/alimentacao-escolar/alimentacao-escolar-legislacao.
5. Conselho Federal de Nutrição. Resolução CFN nº 312/2003. Altera a Resolução CFN nº 227/1999 que trata do registro e fiscalização profissional de técnicos e dá outras providências. Disponível em www.cfn.org.br/novosite/pdf/res/2000 2004/res312.pdf
6. Portaria nº 78 de 2009. Secretária da Saúde do Estado do RS.
7. MAHAN, L. K.; STUMP, S. E. Alimentos, Nutrição e Dietoterapia. 13. Ed.São Paulo; Editora Rocca, 2013.
8. ABREU, Edeli Simone de. Gestão de unidades de alimentação e nutrição; um modo de fazer. São Paulo: Metha, 2011.
9. Domene, Semiramis M. A. Técnica Dietética: teoria e aplicações. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
10. Guia alimentar para a população brasileira. Promovendo a alimentação saudável. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.
11. Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Alimentação e Nutrição. Brasília; DF, 2012.
12. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde na escola. Brasília: Ministério da Saúde, 2009.96 p.:il – (Série B. Textos Básicos de Saúde) (Cadernos de Atenção Básica, nº 24). Disponível em: http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/cadernos_ab/abcad24.pdf .
13. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Análise de Situação de Saúde. Plano de ações estratégicas para o enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) no Brasil 2011 – 2022.
14. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Análise de Situação de Saúde.Brasília: Ministério da Saúde, 2011. 160 p.:il – (Série B. Textos Básicos de Saúde). Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/cartilha_dcnt_completa_portugues.pdf

CONHECIMENTO ESPECÍFICO

AGENTE EDUCACIONAL II – ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR

PROGRAMA:
1. Conhecimentos sobre as atividades de Secretaria de Escola.
2. Correspondência oficial.
3. Arquivo e protocolo.
4. Organização de arquivos.
5. Escrituração escolar.
6. Documentos escolares individuais e coletivos.
7. Registros relativos ao estabelecimento escolar.
8. Lei n° 9.394, de 20/12/1996 – Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
9. Lei n° 8.069, de 13/07/1990 – Estatuto da Criança e do Adolescente.

REFERÊNCIAS:
1. BRASIL. Lei N.º 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do adolescente Brasília, DF
2. BRASIL. Lei N.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília, DF.
3. BRASIL. Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional – 2005.
4. BRASIL. Manual de Redação da Presidência da República. Brasília, 2002.
5. BRASIL. Resolução nº 5, de 17 de dezembro de 2009. Fixa diretrizes curriculares nacionais para a educação infantil. Brasília: Conselho Nacional de Educação, Câmara de Educação Básica – MEC/CNE/CEB, 2009.
6. KASPARY, Adalberto J. Redação Oficial – Normas e Modelos. Porto Alegre: Edita, 2007.
7. MAZULO, Roseli. Secretária: rotina gerencial, habilidades comportamentais e plano de carreira. São Paulo: Editora Senac, 2010.
8. MEDEIROS, João Bosco e HERNANDES, Sonia. Manual da Secretária –Técnicas de Trabalho. São Paulo, 2010.
9. SOUSA, Rosineide Magalhães de. Técnicas de redação e arquivo. Brasília: Universidade de Brasília, 2007.
10. VEIGA, Denize Rachel. Guia de Secretariado – Técnicas e Comportamento. São Paulo: Érica, 2010.

CONHECIMENTO ESPECÍFICO

AGENTE EDUCACIONAL II – INTERAÇÃO COM O EDUCANDO

PROGRAMA:
1. Concepções e trajetórias do ensino e da educação.
2. Relações entre escola, família e comunidade.
3. Comunicação, diálogo e interação.
4. Escola inclusiva, estrutura e processos.
5. Mediação de conflitos.

REFERÊNCIAS:
1. DELORS, Jacques. Educação: Um Tesouro a Descobrir. Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI. São Paulo: Cortez, 2012.
2. ESTEBAN, Maria Teresa. O que sabe quem erra? Reflexões sobre avaliação e fracasso escolar. Rio de Janeiro, DP&A, 2001.
3. MALDONADO, M. T. Comunicação entre Pais e Filhos: a linguagem do sentir. São Paulo: Saraiva 2002.
4. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO/ SECRETARIA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. 2007.
5. TIBA, Içami. Disciplina: limite na medida certa. São Paulo: Gente, 1996
6. BRASIL. Nota Técnica nº 22/2013/MEC/SECADI/DPEE. Profissionais de apoio para estudantes com deficiência e transtornos globais do desenvolvimento matriculados nas escolas comuns da rede pública de ensino.
7. ROPOLI, Edilene Aparecida. A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: a escola comum inclusiva/Ministério da Educação. Secretaria da Educação Especial; Fortaleza: Universidade Federal do Ceará, 2010. V.1 (Coleção A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar).
Download em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&id=17009&itemid=913
8. ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente.
9. BREITMAN, Stella;PORTO, Alice C. Mediação Familiar: uma intervenção em busca da paz. Porto Alegre: Criação Humana, 2001.
10. PAROLIN, Isabel. É proibido proibir? Porto Alegre: Mediação, 2003.
11. FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários á prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 30ª Edição 2004.
12. _________. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 35ª Edição, 2003.

CONHECIMENTO ESPECÍFICO

AGENTE EDUCACIONAL II – ASSISTENTE FINANCEIRO

PROGRAMA:
1. A estrutura das Demonstrações Contábeis – Noções básicas e sua interpretação.
2. Noções básicas de Contabilidade: Conceito, função, objeto, contas patrimoniais e de resultado, atos e fatos administrativos.
3. Operações com Mercadorias e Prestadores de Serviços: Escrituração contábil básica, documentação contábil (necessária), orçamentos X realizado, fiscal.
4. Controle dos bens patrimoniais (Ativo Fixo): Contabilização, Inventário, Depreciação/amortização/exaustão, incorporações e baixas, controles internos.
5. Serviços de almoxarifado: Documentação necessária, natureza de um documento idôneo, cuidados no recebimento de mercadoria e serviços prestados, controles internos, inventário.
6. Fluxo de Caixa: Organização do fluxo de caixa financeiro (diário e mensal), fazer projeções, Análise financeira e econômica.
7. Licitações: Conceituação, tipos de licitações, análise da documentação (veracidade), exigências legais.
8. Conciliação de todas as contas contábeis: Documentação necessária, controles internos, arquivamento dos documentos.
9. Aspectos fiscais e legais da Contabilidade.

REFERÊNCIAS:
1. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade básica fácil. 26ª ed. ampl. e atual. – São Paulo: Saraiva, 2009.
2. RIBEIRO, Osni Moura. Estrutura e análise de balanços fácil. 8ª ed. ampl. e atual. – São Paulo: Saraiva, 2009.
3. lUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos. Contabilidade Comercial. 9.ed. – São Paulo: Atlas, 2010.
4. SILVA, Alexandre Alcantara da. Estrutura, Análise e Interpretação das Demonstrações Contábeis. Ampliado e revisto conforme Lei nº 11.638/2007 e Lei nº 11.941/2009 e Pronunciamentos do CPC. 3ª edição São Paulo: Atlas, 2012.
5. SZUSTER, Natan; et al. Contabilidade Geral: Introdução à Contabilidade Societária. São Paulo: Atlas, 2008.
6. PADOVEZE, Clovis Luis. Manual de Contabilidade Básica – Contabilidade Introdutória e intermediária. 8ªedição. São Paulo: Atlas, 2012.
7. IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARTINS, Eliseu; GELBCKE, E. Rubens. Manual de contabilidade das Sociedades por ações. São Paulo: Atlas, 2012.
8. SANTOS, Jose luiz dos; SCHMIDT, Paulo: Contabilidade Societária. São Paulo: Atlas.
9. PEREZ JUNIOR, José Hernandez; OLIVEIRA, Luís Martins de. Contabilidade Avançada. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
10. Lei Federal 8.666, de 21 de junho de 1993.
11. FIPECAFI. Manual de Contabilidade Societária: Aplicável a todas as Sociedades de Acordo com as Normas Internacionais e do CPC. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2013.
12. OLIVEIRA, Luís Martins de. Manual de contabilidade tributária. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2012;
13. MEIRELLES, Hely Lopes. Direito administrativo brasileiro. São Paulo: Malheiros, 2011;
14. Lei Complementar 101, de 4 de maio de 2000. Estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal e dá outras providências.

CONHECIMENTO ESPECÍFICO

AGENTE EDUCACIONAL II – TÉCNICO EM INFORMÁTICA

PROGRAMA:
Sistemas de Computação:
1. Hardware: fundamentos, conceituação, características, saber empregar e reconhecer o uso de componentes de hardware, funções e funcionamento dos componentes de um computador, instalação, upgrade, manutenção e solução de problemas de computadores do tipos desktop, notebook, netbook e servidores: placa mãe, memória, processador, unidades de entrada e/ou saída (monitor de vídeo, mouse, impressoras jato de tinta, matricial e laser; unidade de DVD-ROM, DVD-R/RW, CD-ROM e CD-R/RW; unidade de disco flexível, disco removível, pen drive, unidade de disco rígido-HD, tecnologia e dispositivos USB, tecnologia e dispositivos fire wire, placa de rede, tecnologia e dispositivos wireless e bluetooth, placa de som, etc.).
Algoritmos
2. Conhecer, elaborar, interpretar e testar algoritmos utilizando o software VisuAlg 2.0 ou superior, empregando as estruturas de controle básicas (seqüência, seleção e repetição), vetores, matrizes, registros, procedimentos e funções.
Linguagens de programação:
3. Saber identificar, interpretar, implementar, compilar, executar e depurar programas utilizando a linguagem de programação Java.
Conceitos de segurança da informação, informática, de computadores e para Internet:
4. Golpes na Internet: Furto de identidade (Identity theft), Fraude de antecipação de recursos (Advance fee fraud), Phishing, Pharming, Golpes de comércio eletrônico, Boato (Hoax) e Prevenção. Ataques na Internet: Varredura em redes (Scan), Falsificação de e-mail (E-mail spoofing), Interceptação de tráfego (Sniffing), Força bruta (Brute force), Desfiguração de página (Defacement), Negação de serviço (DoS e DDoS) e Prevenção. Códigos maliciosos (Malware): Vírus, Worm, Bot e botnet, Spyware, Backdoor, Cavalo de troia (Trojan), Rootkit e Prevenção.
Redes de Computadores e Internet:
5. Conceitos básicos: saber os fundamentos de rede de computadores, tipos de redes, topologias lógica e física, ativos de rede e demais componentes, transmissão de dados e arquiteturas. Instalação, montagem, desmontagem, configuração, administração, identificação de problemas, arquiteturas, solução de problemas e manutenção de redes de computadores. Funções do Administrador de Redes.
6. Cabeamento de redes e cabeamento estruturado: fundamentos, tipos de cabos de rede (par trançado e fibra ótica), identificação, características, construção de cabos de rede, equipamentos utilizados no cabeamento de redes, emprego e instalação, identificação de problemas e reparos; topologias lógica e física de redes. Normas EIA/TIA 568 (A, B e C) e ABNT NBR 14565.
7. Conhecer, saber utilizar, reconhecer as camadas, o uso, vantagens, desvantagens e restrições do modelo OSI, da ISO e TCP/IP (camadas, fundamentos, arquitetura, classes de endereçamento IP, máscara de rede e segmentação de rede).
8. Conhecer, saber utilizar, reconhecer o uso, vantagens, desvantagens e restrições dos protocolos TCP/IP (HTTP, SMTP, FTP, SSH, Telnet, SNMP, POP3, IMAP, DNS, Ping, DHCP, TCP, UDP, IP (IPv4 e IPv6), ARP, RARP, ICMP, Ethernet, WiFi, Frame relay e NAT.
9. Redes LAN, MAN e WAN: conceitos, definições, arquitetura, componentes e topologias. Redes sem fio, domésticas e inter redes: definições, características, equipamentos, componentes, padrões Ethernet, Fast Ethernet e Gigabit Ethernet; rede Ethernet (IEEE 802.3 a IEEE 802.3au) e LAN sem fio (IEEE 802.11a a 802.11ac).
10. Equipamento de comunicação de dados e redes (fundamentos, características, emprego, configuração, instalação, protocolos e reconhecer o uso): modem, repetidor, hub, ponte, switch e roteadores.
11. Fundamentos, configuração, identificação, compartilhamento e gerenciamento de servidores de impressão, arquivos, comunicação, DNS, DHCP, Web e E-mail. Saber utilizar e reconhecer o uso do software Cisco Packet Tracer 5.3 e versões superiores.
12. Saber identificar e usar ambientes, configurações, janelas, componentes das janelas, caixas de diálogos, menus, itens de menus, botões, barras de ferramentas e ícones.
13. Saber identificar e usar as funcionalidades desses sistemas operacionais, tais como, Meu Computador, Meus Documentos, Propriedades da Barra de Tarefas e do Menu Iniciar, Documentos Compartilhados, Localizar e/ou Pesquisar, Ajuda e Suporte, Painel de Controle, Lixeira, Executar, Ferramentas Administrativas, etc., através do teclado e/ou mouse, menus, itens de menus, ícones, barras de ferramentas e botões.
14. Identificar e saber realizar operações sobre arquivos e pastas: copiar, mover, excluir, recortar, colar, renomear, etc. Saber identificar e usar nomes válidos de arquivos, pastas e subpastas, através de teclado e/ou mouse, menus, itens de menus, ícones, barras de ferramentas, botões.
Conhecimento, uso e configuração dos programas Microsoft Word 2007, Excel 2007 e versões superiores, LibreOffice xx ou versões superiores:
15. Saber identificar configurações e formatações de ambientes, documentos e apresentações.
16. Saber criar, usar e configurar ambientes, documentos e apresentações utilizando as funcionalidades dos aplicativos de escritório e versões superiores, utilizando teclado e/ou mouse, menus, itens de menus, ícones, caixas de diálogos, barras de ferramentas, botões desses programas.
Conhecimento, uso e configuração do programa Microsoft Internet Explorer 11 e versões superiores, Google Chrome e Mozilla FireFox:
17. Identificar os ambientes, características, janelas, configurações, caixas de diálogos, menus, itens de menus, botões e demais componentes do Internet Explorer.
18. Saber usar as funcionalidades do Internet Explorer 11, e versões superiores, utilizando teclado e/ou mouse, menus, itens de menus, ícones, ícones das barras de Ferramentas e do Explorer, caixas de diálogo e botões desse programa.

REFERÊNCIAS:
1. MICROSOFT CORPORATION 1. MICROSOFT CORPORATION MS Windows Vista Professional, MS Windows 7 Professional e MS Windows 8.1 Pro e versões superiores (Sistema Operacional e Ajuda Eletrônica integrada a esses Sistemas Operacionais).
2. MICROSOFT CORPORATION 2. Ajuda do Microsoft Internet Explorer 11 e versões superiores (Ajuda eletrônica ao Programa MS Internet Explorer 11 e versões superiores).
3. MICROSOFT CORPORATION 3. Ajuda do Microsoft Excel 2007 e versões superiores. (Ajuda eletrônica integrada ao Programa MS Excel 2007 e versões superiores).
4. CERT.br. Cartilha de Segurança para Internet (Partes de 1 a 14) e Glossário. São Paulo: CERT.br, 2012.
5. CISCO. Cisco Packet Tracer 5.3 e versões superiores – Software de simulação de rede de computadores.
6. DAMAS, Luís. SQL – Structured Query Language. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
7. DBDesigner 4. Ferramenta de modelagem de banco de dados.
8. DEITEL, H. M. & DEITEL, P. J. Java, como programar. 8ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
9. ELMASRI, Ramez; NAVATHE, Shamkant B. Sistemas de Banco de Dados. 6. ed. São Paulo: Pearson Education, 2011.
10. FURGERI Sérgio. Java 2 – Ensino Didático – Desenvolvendo e Implementando Aplicações. 2ª Edição.
São Paulo: Editora Érica, 2002.
11. GREENWALD, Rick; STACKOWIAK, Robert e STERN, Jonathan. Oracle Essencial – Base de Dados Oracle 11g. 4. ed. São Paulo: Alta Books, 2009.
12. HEUSER, Carlos Alberto. Projeto de banco de Dados. 6. ed. Porto Alegre: Instituto de Informática da UFRGS, Sagra Luzzatto, 2010.
13. MEDEIROS, Ernani Sales de. Desenvolvendo Software com UML 2.0: definitivo. São Paulo: Pearson Makron Books, 2004.
14. MELO, Ana Cristina. Desenvolvendo Aplicações com UML 2.0. Rio de Janeiro: Brasport, 2004.
15. MORIMOTO, Carlos Eduardo. Hardware, guia definitivo. Porto Alegre: Sul Editores, 2007.
16. MORIMOTO, Carlos Eduardo. Redes, guia prático. Porto Alegre: Sul Editores, 2008.
17. MYSQL 1. MySQL 5 e versões superiores. Sistema Gerenciador de Banco de Dados e Ajuda eletrônica integrada ao SGBD MySQL 5 e versões superiores).
18. MYSQL 2. MySQL Community 5.6.21, ou versão superior. Sistema Gerenciador de Banco de Dados.
19. NASCIMENTO, Marcelo Brenzink; TAVARES, Alexei Corrêa. Roteadores e Switches – Guia de Configuração para Certificação CCNA. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna, 2006.
20. ORACLE 1. Página eletrônica do Oracle 11g (Resumo, Downloads, Documentação, Saiba mais e Comunidade), ou versão superior.
21. ORACLE 2. Oracle Database Express Edition 11g Release 2. Sistema Gerenciador de Banco de Dados Oracle 11g e versões superiores.
22. PINHEIRO, José Maurício dos S. Guia completo de cabeamento de redes. 5ª reimpressão. Rio de Janeiro: São Paulo: Editora Campus, 2003.
23. PRESSMAN, Roger S. Engenharia de Software. 5. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2002.
24. SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de Software. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011.
25. SOUSA, Lindeberg Barros de. Projeto e Implementação de Redes – Fundamentos, Arquiteturas, Soluções e Planejamento. São Paulo: Editora Erica, 2007.
26. SOUZA, Marco Aurélio de. SQL, PL/SQL, SQL*Plus – Manual de referência completo e objetivo. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna, 2004.
27. TANENBAUM, Andrew S. Redes de Computadores. 11ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
28. TORRES, Gabriel. Hardware Curso Completo. 4. ed. Rio de Janeiro: Axcel Books, 2001.
29. TORRES, Gabriel. Redes de Computadores Curso Completo. Rio de Janeiro: Axcel Books, 2001.
30. VASCONCELOS, Laércio. Hardware na Prática. 2ª ed. Rio de Janeiro: Laércio Vasconcelos Computação LTDA, 2007.
31. VISUALG. VisuAlg 2.0 e versões superiores (Programa que edita, interpreta e executa algoritmos).
32. WELLING, Luke; THOMSON, Laura. Tutorial MySQL. Rio de Janeiro: Ciência Moderna Ltda., 2004.
33. http://linuxeducacional.c3sl.ufpr.br/LE4/index.html
34. ftp://ftp.ufg.br/Tutoriais/Linux/Apostilas/Apostila_Ubuntu.pdf
35. http://www.guiafoca.org/
36. http://ubuntu-br.org/

CONHECIMENTO ESPECÍFICO

AGENTE EDUCACIONAL II – TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LÍNGUA DE SINAIS – LIBRAS

PROGRAMA:
1. Contexto histórico do profissional Tradutor e Intérprete de Língua de Sinais.
2. Aspectos Linguísticos da Língua de Sinais Brasileira.
3. Código de Ética do Tradutor e Intérprete de Libras.
4. Legislação referente ao profissional Intérprete de Libras.
5. Formação, atribuições e atuação do profissional Tradutor e Intérprete de Língua de Sinais.
6. O intérprete educacional na Educação Básica.
7. Modelos de Tradução e Interpretação.

REFERÊNCIAS:
1. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa. Secretaria de Educação Especial; Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos – Brasília: MEC; SEESP, 2004.
2. GESSER, Audrei. Libras? Que língua é essa? 2ª ed. São Paulo: Parábola Editora, 2009.
3. QUADROS, Ronice. Muller. De & KARNOPP, Lodenir. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: ArtMed, 2004.
4. STROBEL, Karin. As imagens do outro sobre a cultura surda. Florianópolis: Ed. UFSC, 2008.
5. Lei nº 12.319/2010. Regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.
6. Lei de Libras nº 10.436/2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras e dá outras providências.
7. Decreto Nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005 – Regulamenta a Lei n. 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras, e o art. 18 da Lei n. 10.098, de 19 de dezembro de 2000.

Com informações de AGORA EAD.

“Une disquette? C’est quoi ça?” (Um disquete? O que é isso?) – As crianças e o Conhecimento: Educação e o tempo oportuno.

“Une disquette? C’est quoi ça?” (Um disquete? O que é isso?) originalmente publicado no sítio canadiano Cyberpresse. No vídeo, as alunos de um curso primário da École Saint-Grégoire-Le-Grand (Montreux, Canadá), devem interagir com gravadores, disquetes e aparelhos antigos de telefone. O resultado é impressionante. Tudo aquilo que é normal para nós (pelo menos para os que têm mais de 30 primaveras!) é praticamente indecifrável para os miúdos. 🙂 ♥

Vídeo original: http://www.lapresse.ca/videos/vivre/201011/23/46-1-une-disquette-cest-quoi-ca.php/700919f0aac145b58a5e109dbfe03823

Prof. J. Omar Martins
Professor and Researcher in Philosophy of Education (Ph.D. UPorto).
Born in São Paulo, Brazil, currently living in Porto, Portugal.
E-mail: prof.omarpt@gmail.com
Facebook: http://www.facebook.com/prof.omarmartins
Twitter: @profomar
Instagram: @profomarpt

SEDUC-RS publica as listas de classificação final do concurso do Magistério Estadual

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A lista final de classificados no concurso público para o Magistério/2013 foi divulgada, na manhã desta terça-feira (22), pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc). O edital Nº25/2013 foi publicado no Diário Oficial do Estado e está disponível para consulta, também, no site da Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH). Vale lembrar, que a nota final é composta pela nota obtida nas provas objetivas, equivalente a 80% do total, e a nota da prova de títulos, que compõe os 20% restantes.

>>> Acesse o EDITAL <<<
>> Consulte o resultado final <<

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO- SEDUC
EDITAL DE CONCURSOS PÚBLICOS N° 25/2013

DIVULGA AS LISTAS DE CLASSIFICAÇÃO FINAL DO CONCURSO PÚBLICO, HOMOLOGA OS RESULTADOS E PRESTA OUTROS ESCLARECIMENTOS.

O Secretário de Estado da Educação, no uso de suas atribuições, divulga por este Edital as listas de classificação final do Concurso Público para Professor do Quadro do Magistério Público Estadual, homologa os resultados e presta outros esclarecimentos.

1. LISTA DOS RESULTADOS E CLASSIFICAÇÃO FINAL
1.1. Os resultados com a classificação final encontram-se à disposição dos interessados nos sites: http://www.fdrh.rs.gov.br e http://www.educacao.rs.gov.br

2. HOMOLOGAÇÃO DOS RESULTADOS
Consideram-se homologados os resultados divulgados nas listas de classificação final conforme item 1.1 deste Edital.

3. DA NOMEAÇÃO
3.1. A nomeação ficará sob a responsabilidade da Secretária de Estado da Educação, por meio de Edital próprio, que definirá prazos e demais procedimentos a serem observados referentes aos candidatos aprovados e pelo site http://www.educacao.rs.gov.br/concursomagisterio2013.
3.2. Os candidatos serão informados previamente por meio de Correspondência Oficial e pelo site http://www.educacao.rs.gov.br/concursomagisterio2013 referente aos procedimentos que serão adotados por ocasião da sua nomeação e posse.
3.3. A nomeação e a posse se darão por grupos de Coordenadorias, respeitando a ordem de classificação de cada candidato, em dia e hora a serem informados previamente.
3.3.1. O procedimento ocorrerá em Porto Alegre como forma de agilizar os processos de admissão e posse, garantindo a implantação imediata na folha de pagamento do Magistério Público Estadual.
3.4. Os exames médicos admissionais serão agendados com dia e hora para o comparecimento ao DMEST – Departamento Médico Estadual, em Porto Alegre.
3.4.1. Os candidatos deverão apresentar no ato da consulta médica os seus exames realizados com seu médico, sendo que o resultado da Perícia Médica será publicado no Diário Oficial do Estado.
3.5. Será de responsabilidade do candidato, respeitar o cumprimento dos prazos e horários determinados a fim de garantir o seu ingresso na administração pública estadual.

Porto Alegre, 22 de outubro de 2013.

José Clóvis de Azevedo,
Secretário de Estado da Educação.

FDRH entrega lista de aprovados à SEDUC-RS

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Frustrando a expectativa do anúncio definitivo da lista de aprovados no concurso do Magistério Estadual, a Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH) lançou nota ontem – Dia do Professor – (abaixo) informando que as informações foram repassadas à SEDUC-RS que deverá publicá-la no Diário Oficial do Estado nos próximos dias. Aguardemos!

Veja a nota:

“A Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH), informa que nesta terça-feira, 15, atendendo ao cronograma firmado com a Secretaria de Educação do Rio Grande do Sul, entregou a lista final de aprovados no Concurso Público do Magistério 2013 para a Seduc”.

Com informações da FDRH.