Magistério Estadual RS: FDRH-RS escolhida como organizadora do próximo concurso

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A SEDUC-RS publicou hoje, dia 31.1, no Diário Oficial do Estado (DOE-RS – pág. 30) aviso de dispensa de licitação com a FDRH-RS para a realização de novo concurso público para a seleção de 10 mil novos PROFESSORES. Edital está programado para ser publicado nas próximas semanas. Dica do Prof. Larri Mendes do Ipc Concursos.

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MAGISTÉRIO/RS 2013: edital iminente.
10.000 vagas autorizadas
Organizadora: FDRH
Provas previstas para maio de 2013
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OUTROS DESTAQUES:

1) DETRAN/RS: edital publicado para diversos cargos.
Inscrições até 18 de fevereiro
Site http://www.fundatec.org.br

2) MAGISTÉRIO/RS: edital iminente.
10.000 vagas autorizadas
Organizadora: FDRH
Provas previstas para maio de 2013

3) POLÍCIA CIVIL/RS: edital em breve
700 vagas autorizadas para Escrivão e Inspetor (salário atual: R$ 2.500,00. Subsídio em 2018: R$ 5.500,00)
Organizadora: FDRH
Provas previstas para junho de 2013

4) BANCO DO BRASIL: editais em diversos Estados ao longo de 2013
Edital no RS previsto para junho de 2013.
Centenas de vagas

5) CORREIOS: concurso autorizado para centenas de vagas
Edital iminente

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SEDUC-RS lança edital para seleção de alfabetizadores de jovens e adultos

Foi publicado no Diário Oficial do Estado do dia 21 de janeiro o Edital 01/2013 da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) para seleção de candidatos às vagas oferecidas pelo Programa Brasil Alfabetizado (PBA) na rede estadual de ensino. O trabalho prevê atuação em sala de aula pelo período de oito meses. Há vagas para as 30 Coordenadorias Regionais de Educação (CREs).

As inscrições devem ser feitas nas sedes das CREs, às segundas, terças, quintas e sextas-feiras, das 9h às 11h30 e das 14h às 17h, até 20 de fevereiro. Os candidatos selecionados receberão bolsa auxílio que varia entre R$ 400 e R$ 750 mensais, dependendo do posto (alfabetizador, tradutor intérprete de LIBRAS ou coordenador de turmas) e da quantidade de turmas atendidas.

Os requisitos mínimos para inscrição variam de acordo com o cargo pretendido. Todos os selecionados participarão de curso de formação inicial, com carga horária de 40h de duração, e de formação continuada, com 64h, desenvolvida ao longo dos meses de atuação no PBA. As datas, horário e local da formação serão divulgados por cada CRE.

>>>> Acesse a íntegra do Edital nº 01/2013 clicando aqui <<<<<

 

Programa BRASIL ALFABETIZADO

O  MEC realiza, desde 2003, o Programa Brasil Alfabetizado (PBA), voltado para a alfabetização de jovens, adultos e idosos. O programa é uma porta de acesso à cidadania  e o despertar do interesse pela elevação da escolaridade. O Brasil Alfabetizado  é desenvolvido em todo o território nacional, com o atendimento prioritário a 1.928 municípios  que apresentam taxa de analfabetismo igual ou superior a 25%. Desse total,  90%  localizam-se na região Nordeste. Esses municípios recebem apoio técnico na implementação das ações do programa, visando garantir a continuidade dos estudos aos alfabetizandos. Podem aderir ao programa, por meio das resoluções específicas publicadas no Diário Oficial da União, estados, municípios e o Distrito Federal. Saiba mais

Com informações da SEDUC-RS e do site do MEC.

ProUni tem 159 mil candidatos pré-selecionados para bolsas de estudo

Um total de 159.177 candidatos foi pré-selecionado na primeira convocação do Programa Universidade para Todos (ProUni), divulgada nessa quinta-feira (24.1) pelo Ministério da Educação (MEC). Foram 107.575 selecionados para bolsas integrais e 51.602 para as parciais. O ProUni concede bolsas de estudo integrais e parciais em cursos de graduação e sequenciais de formação específica em instituições privadas de educação superior.

Nesta primeira edição de 2013, o programa ofereceu 162.329 bolsas de estudos e registrou pouco mais de 1 milhão de inscritos. Após essa primeira chamada, 3.152 bolsas não foram preenchidas. Segundo o MEC, a diferença (entre bolsas ofertadas e preenchidas) é normal e pode ocorrer por diversos motivos, como baixa procura por um determinado curso de graduação ou candidatos que não alcançaram pontuação suficiente.

A unidade da Federação com maior oferta de bolsa é São Paulo. As instituições de ensino paulistas convocaram 54.315 estudantes, sendo 33.108 para bolsas integrais e 21.207 para parciais. Em seguida estão Minas Gerais, com 11.331 integrais e 6.371 parciais, e o Paraná, com 6.866 integrais e 5.512 parciais.

Os estudantes têm até 31 de janeiro para comprovação das informações e matrícula na instituição de ensino. Os candidatos não selecionados na primeira chamada devem aguardar a próxima, no dia 8 de fevereiro. O estudante que não for selecionado na segunda convocação, poderá aderir à lista de espera nos dias 24 e 25 de fevereiro.

O candidato selecionado para a bolsa integral deve comprovar renda familiar por pessoa até um salário mínimo e meio (R$ 1.017). Para as bolsas parciais, a renda familiar deve ser até três salários mínimos (R$ 2.034) por pessoa.

O estudante que conseguiu apenas a bolsa parcial (50% da mensalidade) pode custear a outra parte da mensalidade por meio do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), sem a necessidade de apresentar fiador. Para isso, é preciso que a instituição onde o aluno pretende se matricular tenha firmado termo de adesão ao Fies e ao Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (Fgeduc).

Dilma: “Neste novo Brasil aqueles que são sempre ‘do contra’ estão ficando para trás”. Veja o pronunciamento da Presidenta sobre a redução da tarifa de energia elétrica

A presidenta Dilma Rousseff afirmou, em pronunciamento, que, a partir desta quinta-feira (24.1), passará a vigorar a redução de 18% na tarifa de energia para os consumidores residenciais. Para o comércio e a indústria, a diminuição será de até 32%. O corte será ainda maior do que anunciado em 2013, que seria de 16,2% e 28%, respectivamente. Dilma ainda afirmou que o Brasil é um dos poucos países ao mesmo tempo reduz a tarifa de luz e aumenta a produção de energia.

Leia mais no Blog do Planalto: http://goo.gl/EwKpU

Estudo sobre o ProUni mostra que renda cresceu em 73% dos casos

prouni

Uma pesquisa com ex-bolsistas do Programa Universidade para Todos (Prouni) em São Paulo mostrou que quase três quartos deles conseguiram aumentar sua renda após concluir o curso de graduação. De acordo com Fabiana Costa, doutora em educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), foram entrevistados 150 jovens que se formaram no ensino superior entre 2010 e 2011, para identificar o impacto que a bolsa de estudo teve na inserção dos egressos no mercado de trabalho e na melhoria de sua condição socioeconômica.

Prouni distribui bolsas de estudos para estudante de baixa renda em faculdades particulares. O prazo de inscrição foi fechado nesta segunda-feira (21.1). Foram inscrtitos 1,03 milhões de candidatos para mais de 162 mil bolsas. A primeira convocação dos selecionados será nesta quinta-feira (24.1).

A pesquisa foi tema de sua tese de doutorado, defendida em novembro do ano passado, e apresentada no último fim de semana no 14º Conselho Nacional de Entidades de Base (Coneb) da União Nacional dos Estudantes (UNE) em Recife (PE). Na pesquisa, 73,4% afirmaram que, depois de se formarem, conseguiram aumentar sua renda em relação à época em que ingressaram no ensino superior. Dentro deste grupo, 10,5% tiveram o salário incrementado entre 71% e 100%, e 27,9% mais do que dobraram a renda (em relação ao total de participantes, Fabiana afirmou que 18,6% aumentou a renda em mais do que 100%).

A pesquisadora explicou ao G1 que o universo da pesquisa abordou o mercado de trabalho e e a condição sócioeconômica relativos à cidade de São Paulo. “A realidade foi feita com base na capital. A pesquisa é feita dentro de um determinado contexto e um determinado tempo”, disse.

PESQUISA SOBRE EGRESSOS DO PROUNI
Universo: 150 bolsistas do programa que concluíram a graduação entre 2010 e 2011 em São Paulo
Inserção no mercado de trabalho: 85% deles afirmaram que estão trabalhando; desses, 64% têm carteira assinada e renda de um a cinco salários mínimos
Nível socioeconômico familiar: 81% das mães e 91% dos pais dos bolsistas entrevistas não têm diploma universitário
Melhoria da renda: Após conquistar o diploma, 73,4% dos entrevistados conseguiram aumentar sua renda. Dos 150 participantes, 18,6% conseguiu mais que dobrar sua renda
Fonte: Pesquisa “O Prouni e seus egressos: uma articulação entre educação, trabalho e juventude”, de Fabiana Costa, PUC-SP

Fabiana Costa, doutora em educação pela PUC-SP, apresenta sua tese em evento da UNE. (Foto: Adolfo Sonteria/Divulgação/UNE)

Outro número destacado por ela tem a ver com a utilidade do diploma conquistado por meio das bolsas de estudo integrais ou parciais. De acordo com a pequisa, 72,6% dos 150 bolsistas entrevistados afirmaram que, atualmente, estão trabalhando na área em que se formaram no ensino superior. O número de estudantes no mercado de trabalho antes e depois de receberem a bolsa se manteve em 85%. Desses, 64% dos egressos tinham carteira assinada e renda de um a cinco salários mínimos.

O Prouni foi criado pelo Ministério da Educação em 2004 com o objetivo de oferecer bolsas de estudos integrais ou parciais em instituições privadas de educação superior a estudantes com renda de até três salários mínimos.

A seleção é feita exclusivamente pela internet, e as inscrições para o processo seletivo do primeiro semestre de 2013 foram encerradas na noite de segunda-feira (21). Nesta edição, são oferecidas 162.329 bolsas distribuídas em 12.159 cursos de 1.078 instituições.

Primeiro diploma da família
Um dos dados da pesquisa de Fabiana que melhor definem o perfil socioeconômico dos egressos do Prouni entrevistados é o fato de que o diploma universitário deles foi o primeiro da família. “Os dados mostram que 81% das mães e 91% dos pais dos entrevistados só têm o ensino médio”, afirmou Fabiana.

A educação formal dos pais e das mães dos bolsistas é parecida: 39% dos pais tinha fundamental incompleto, e 23% chegaram a concluir o ensino médio. No caso das mães, 36,6% delas abandonou a rede de ensino sem terminar o ensino fundamental, e 21,9% chegaram ao fim do ciclo básico.

Além disso, 6% das mães e 5% dos pais dos estudantes que responderam às perguntas não sabem ler nem escrever.

“Os egressos enxergam o Prouni como porta de entrada e oportunidade de concluir a graduação”, disse a pesquisadora.

Falta assistência e sobra burocracia
Fabiana, que há anos se dedica a pesquisar o programa do MEC, e publicou um livro com sua dissertação de mestrado concluída em 2008, na qual pesquisou a realidade dos bolsistas durante a graduação, afirmou que muitos dos ex-bolsistas entrevistados para sua tese de doutorado apontaram no Prouni os mesmos problemas que ela havia escutado há mais de cinco anos.

O principal deles é a falta de assistência estudantil aos estudantes, o que dificulta sua permanência na instituição. “Poderia haver mais bolsas e auxílio para esses alunos de graduação, por serem de baixa renda”, sugeriu ela.

Além disso, muitos deles afirmaram que as instituições participantes do Prouni oferecem cursos de baixa qualidade “em termos de conteúdo” e nos quais, em muitos casos, o bolsista decide se matricular por falta de opção. “O Prouni tem essa lacuna: O aluno não tem a opção de escolher muito, vai fazer o curso que conseguiu na segunda ou terceira chamada, se esforça e se dedica para isso.”

O excesso de burocracia é outro fator de reclamação dos estudantes. A bolsa integral custeia todo o valor da mensalidade e é destinada a candidatos que tenham renda familiar per capita de até 1,5 salário mínimo. Já a parcial custeia 50% da mensalidade e é oferecida a quem possui renda familiar per capita de até três salários mínimos.

Porém, o programa exige a comprovação de renda todos os semestres, não só no semestre de ingresso do bolsista. Fabiana conta que, quando fazia seu mestrado, escutou casos de estudantes que perderam a bolsa por causa de uma melhoria na renda familiar, mas isso faz com que, por exemplo, muitos bolsistas evitem conseguir um estágio na área em que estudam com medo de perder a bolsa.

No formulário de entrevistas para o seu doutorado, ela afirmou ter lido mais depoimentos sobre esse tipo de limitação. “Se o programa é para ajudar, por que ele vai perder a bolsa?”, questiona.

Com informações do G1.