Aprovados em concurso do Magistério RS devem ser chamados em setembro

fdrh-29-5

A Secretaria Estadual da Educação informou, nesta terça-feira, que prevê chamar os aprovados em recente concurso do magistério ainda em setembro. Conforme o diretor-presidente da FDRH, Jorge Branco, a lista de classificação deve ser entregue à pasta até 30 de agosto. Assim que o documento for entregue, a Secretaria deve dar início à nomeação. O prazo para os candidatos ingressarem com recurso terminou na segunda-feira. Cerca de 500 procedimentos foram encaminhados, mas só devem começar a ser julgados na próxima sexta, prazo para que os Correios entreguem todos os recursos.

Conforme Branco, não há como precisar o tempo necessário para julgar todos os recursos, mas depois de concluído o procedimento, um novo gabarito é emitido para permitir a divulgação de uma segunda lista de aprovados. Ele adiantou, porém, ser improvável que alguma questão seja anulada.

O concurso, realizado em 19 de maio, teve 66 mil participantes e 8% de abstenção. Os salários oferecidos vão de R$ 488,52 a R$ 1.355,64 para jornada de 20 horas semanais. Das vagas, 26% são destinadas às cotas; 16% aos candidatos negros e pardos e 10% às pessoas com deficiência.

O prazo de validade do concurso é de dois anos, prorrogável pelo mesmo período. Essa foi a segunda seleção realizada pela Seduc na gestão de Tarso Genro. Na primeira, ocorrida no ano passado, 5,5 mil das 10 mil vagas foram preenchidas e, entre os aprovados, só 4,9 mil assumiram a função.

Com informações do Correio do Povo/Rádio Guaíba.

Anúncios

Total de inscritos no Enem atinge recorde de 7,8 milhões

Enem-2013

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, informou hoje (28/5) que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) contabilizou 7.834.024 milhões de inscritos. As inscrições foram encerradas às 23h59 de ontem (27/5). Ao apresentar o número recorde de inscrições no exame, Mercadante disse que há “um tsunami por mais educação ” no país.

O ministro lembrou que nem todos os inscritos efetuaram o pagamento da taxa de inscrição, processo que confirma a participação do candidato no exame e mostra o número de exato de quantos farão a prova. O prazo para o pagamento vai até amanhã (29). O número de inscritos neste exame supera o de candidatos inscritos na edição do ano passado (6,495 milhões) e também o de confirmados em 2012 (que pagaram a taxa de inscrição ou isentos), um total de 5.971.290.

Segundo Mercadante, ontem, o site do Enem chegou a registrar 3 mil inscrições por minuto e 120 mil por hora. Apesar de o site ter sofrido dois ataques de hackers – um pequeno e um médio –, o processo não foi prejudicado, disse o ministro.

O Exame será aplicado nos dias 26 e 27 de outubro em todos os estados e no Distrito Federal. A nota do Enem pode ser usada para classificação no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) que oferece vagas em instituições públicas de educação superior e também para concorrer a vagas em instituições privadas de ensino, por meio do Programa Universidade para Todos (ProUni). Uma boa avaliação no Enem é também requisito para obter bolsa no Programa Ciência sem Fronteiras e para receber o benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Os estudantes maiores de 18 anos que ainda não obtiveram a certificação do ensino médio podem fazê-lo por meio do Enem. Eles devem pedir, no ato da inscrição, que o resultado do exame seja usado para a certificação.

O número supera o de candidatos inscritos no ano passado que foi de 6,495 milhões, e também o de confirmados em 2012 (que pagaram a taxa de inscrição ou isentos), um total de 5.971.290.

Com informações da Agência Brasil.

Magistério RS 2013: Análise da prova – HABILITAÇÕES e possibilidades de recursos

omar-agora2

Bom dia, queridas e queridos colegas.

Conforme prometido, com um pouco de atraso, posto a análise com comentários das 15 (dez) questões de Conhecimentos Pedagógicos aplicadas nas provas para as HABILITAÇÕES.

Cotejei as assertivas com o programa e toda a bibliografia oficial indicada no concurso.

Comentário geral das questões
Como já falei nos comentários no blog, minha opinião sobre a condução da prova por parte do organizador é que várias questões foram aplicadas de maneira amadora e pouco focada na necessidade de selecionar professores com capacidade de análise crítica, contextualistas e especialistas em uma educação mediadora. Percebemos a grande diferença entre a qualidade das questões de CP na prova em 2012 e as que vimos agora.

Entre outros problemas, julgo GRAVÍSSIMO a não citação dos autores que fundamentavam a maioria das questões e a ausência de indicação de fonte em expressões utilizadas literalmente nos enunciados.

Faltou objetivo e unidade, tendo como base um bom programa e excelentes autores indicados na bibliografia oficial. Não tenho dúvidas que o responsável fez várias escolhas muito duvidosas ao propor “pegadinhas”, “decorebas”, “completar lacunas”,  muito distante dos objetivos e finalidades da educação contemporânea  na necessidade de selecionar professor comprometidos e contextualizados da realidade.

Uma pena…

Sobre o uso da análise das questões
A análise parte da pesquisa e minha visão acerca dos tópicos tratados. É um ponto de vista e, como sabem, todo ponto de vista é visto de um ponto. Não deve servir para desestimular outros recursos ou visões distintas dos colegas. Ou seja: se acreditam em erros, incorreções, dubiedade em outros itens da prova supracitada, FAÇAM TANTOS RECURSOS QUANTO NECESSÁRIOS, sem esperar a chancela de ninguém.

Possibilidade de recurso nas questões 14 e 18 
Das questões, vislumbro recursos na questões supracitadas que possuem erros formais insanáveis.
IMPORTANTE: O comentários são apenas fundamentos para a elaboração dos recursos de cada um. Recomendo que não critiquem o organizador na elaboração do mesmo. Apenas coloquem os elementos que tornam a questão/item dúbia ou incorreta. Sejam diretos e formais.

O texto modelo do recurso proposto pelo Prof. Pólux, ontem é um excelente guia. Vejam AQUI .

O Prof. Giorgio também fez um excelente modelo redacional. Vejam AQUI  .

Clique abaixo para baixar o arquivo com os comentários (PDF):

>>> Análise CP – Habilitações – SEDUC/RS 2013 <<<

Um abraço a todos.

Espero poder ter ajudado e continuar auxiliando dentro das minhas inúmeras limitações a caminhada dos meus queridos alunos e colegas.

Espero compreensão da banca organizadora e torço para que tudo se resolva bem!

Prof. Omar Martins
https://www.facebook.com/prof.omarmartins

Magistério RS 2013: Análise da prova – ANOS INICIAIS e possibilidade de recurso

"Se não houver frutos, valeu a beleza das flores; se não houver flores, valeu a sombra das folhas; se não houver folhas, valeu a intenção da semente". HENFIL

“Se não houver frutos, valeu a beleza das flores; se não houver flores, valeu a sombra das folhas; se não houver folhas, valeu a intenção da semente”. HENFIL

Boa tarde, queridas e queridos colegas.

Conforme prometido, posto a análise com comentários das 10 (dez) questões de Conhecimentos Pedagógicos aplicadas nas provas para os ANOS INICIAIS do Ensino Fundamental.

Cotejei as assertivas com o programa e toda a bibliografia oficial indicada no concurso.

Comentário geral das questões
Como já falei nos comentários no blog, minha opinião sobre a condução da prova por parte do organizador é que quase a totalidade das questões foi trabalhada de maneira amadora e displicente, muito diferente do concurso no ano passado.

Entre outros problemas, julgo GRAVÍSSIMO a não citação dos autores que fundamentavam a maioria das questões e a ausência de indicação de fonte em expressões utilizadas literalmente nos enunciados.

Faltou objetivo e unidade, tendo como base um bom programa e excelentes autores indicados na bibliografia oficial. Não tenho dúvidas que o responsável fez escolhas muito duvidosas ao exigir conhecimentos específicos, através de “pegadinhas”, “decorebas”, “completar lacunas”,  muito distante dos objetivos e finalidades da educação contemporânea  na necessidade de selecionar professor comprometidos e contextualizados da realidade.

Uma pena…

Sobre o uso da análise das questões
A análise parte da pesquisa e minha visão acerca dos tópicos tratados. É um ponto de vista e, como sabem, todo ponto de vista é visto de um ponto. Não deve servir para desestimular outros recursos ou visões distintas dos colegas. Ou seja: se acreditam em erros, incorreções, dubiedade em outros itens da prova supracitada, FAÇAM TANTOS RECURSOS QUANTO NECESSÁRIOS, sem esperar a chancela de ninguém.

Possibilidade de recurso na questão 16 
Das questões, vislumbro recurso na questão 16 que possui um erro formal insanável.
IMPORTANTE: O comentários são apenas fundamentos para a elaboração dos recursos de cada um. Recomendo que não critiquem o organizador na elaboração do mesmo. Apenas coloquem os elementos que tornam a questão/item dúbia ou incorreta. Sejam diretos e formais. O texto modelo do recurso proposto pelo Prof. Pólux, ontem é um excelente guia.

Vejam em http://agoraead.wordpress.com/2013/05/22/magisterio-rs-2013-proposta-de-recurso-questao-8-lingua-portuguesa-habilitacoes-prof-polux-martins/ .

Clique abaixo para baixar o arquivo com os comentários (PDF):

>>> Análise questões CP – ANOS INICIAIS – SEDUC/RS 2013 <<<

Continuo analisando as questões de Conhecimentos Pedagógicos na prova para as Habilitações.

Acredito que até amanhã consiga postá-la no blog.

Um abraço a todos.

Espero poder ter ajudado e continuar auxiliando dentro das minhas inúmeras limitações a caminhada dos meus queridos alunos e colegas.

Prof. Omar Martins
https://www.facebook.com/prof.omarmartins

Magistério RS 2013: Comentários e possíveis recursos de Conhecimentos Pedagógicos

Boa noite, colegas:
Acabei de retornar e vi que há dezenas de comentários, e-mails e/ou postagens no Facebook.

Vejamos:

1. Só recebi as provas integrais agora à noite. Agradeço muito as queridas colegas Prof. Fabiane e Candida pela gentileza;

2. Vi que a maioria das postagens diz respeito a itens que já comentei nos comentários das postagens (as questões sobre Perrenoud, Macedo, Hoffmann, Freire etc). Ocorre que nem todos olham os comentários anteriores e repostam ou enviam e-mails. Para organizar nossa confusão criativa, irei comentar questão a questão, fundamentando a partir dos autores, analisando e opinando acerca de possíveis recursos. De antemão digo que acredito em pelo menos um recurso em cada prova (habilitações e 5.1);

3. Imagino que possa postar amanhã ou mais tardar na sexta-feira todas as análises. O prazo recursal é dia 27/5;

4. Cada um deve analisar sua prova e suas anotações e entrar com tantos recursos forem necessários. Não há necessidade da chancela de um professor ou blogueiro. Tudo que postar será a título de sugestão.

Um abraço a todos.

Prof. Omar Martins

Angel Pérez GÓMEZ: “Novas tecnologias com velhas pedagogias não servem para nada”

No Brasil, o educador espanhol é conhecido principalmente por seu livro em coautoria com o Prof. José Gimeno Sacristán, "Compreender e Transformar o Ensino" (Artmed, 1998).

No Brasil, o educador espanhol é conhecido principalmente por seu livro em coautoria com o Prof. José Gimeno SACRISTÁN, “Compreender e Transformar o Ensino” (Artmed, 1998).

Ou as escolas mudam ou vão desaparecer em pouco tempo, diz Angel Pérez GÓMEZ, professor da Universidade de Málaga, na Espanha. Em suas pesquisas sobre inovação digital, ele procura responder a uma pergunta fundamental para a educação: como adequar as instituições às exigências da era digital? Muito mais do que equipá-las com aparatos tecnológicos, Gómez sugere a reformulação total dos currículos e das metodologias de ensino.

“O mais importante é a pedagogia.
Novas tecnologias com velhas pedagogias não servem para nada.”

compreender-e-transformar-o-ensinoO foco do ensino, defende o pesquisador, deve passar da transmissão de informações para o desenvolvimento de competências, incluindo até o trabalho com atitudes, emoções e valores. Para isso, Goméz propõe uma inversão pedagógica: os alunos devem assistir em casa a vídeos com informações e conceitos e ir à escola para debater, resolver problemas, tirar dúvidas e trabalhar com projetos.

Preocupado com temas de currículo, didática e formação de professores, Angel Pérez Gómez é autor e coautor de 18 livros e mais de 100 artigos acadêmicos. É pedagogo e licenciado em psicologia e filosofia e ciências da educação. Além da docência, também atua como gestor de pesquisas no Ministério da Educação espanhol. Ele virá ao Brasil nesta semana para debater suas propostas com professores e outros especialistas na 20ª Feira Educar, em São Paulo. Em entrevista a ÉPOCA, ele adiantou as principais ideias que levará para o encontro.

ÉPOCA – Que tipos de aprendizagem são essenciais para a era digital? Eles são muito diferentes dos que ensinamos hoje?

Angel Pérez Gómez – Sim, são muito diferentes, porque os sistemas escolares que temos hoje são do século XIX, adaptados às exigências de uma sociedade que não tem nenhuma relação com a atual. A aprendizagem exigida hoje é de ordem superior, e a escola que temos é dedicada a transmitir informação e pedir que os alunos acumulem, retenham e reproduzam informação. Na era digital, a informação é inabarcável e pode ser acessada por qualquer pessoa. É preciso saber processar, reconstruir, organizar e utilizar a informação de maneira crítica e criativa para resolver os problemas de um mundo tão complexo. A evolução é tão rápida e crucial que ou as escolas se adaptam às novas exigências ou vão desaparecer em pouco tempo. Surgirão outras instituições que cumpram esse papel. As escolas têm que se flexibilizar.

ÉPOCA – A memorização perdeu importância?

Gómez – Ela tem importância. Ainda é preciso memorizar dados e códigos básicos usados frequentemente. Por exemplo, no caso da linguagem, temos de memorizar um vocabulário extenso. Mas, em outras situações, isso não faz sentido. Na Espanha, as aulas de geografia ainda cobram os nomes dos rios que passam pelas capitais europeias. Se há necessidade de saber isso, vamos a uma enciclopédia digital. O desafio da escola atual é formar mentes que saibam pensar, orientar-se, tomar decisões e atuar.

ÉPOCA – De que maneira a escola pode ajudar a formar esse pensamento crítico e criativo?

Gómez – A melhor maneira de fazer isso é substituir um currículo fragmentado em disciplinas por um currículo centrado em problemas. O que temos que trabalhar são os problemas da vida cotidiana. O importante é recorrer a conceitos da matemática, da física, da geografia, entre outros, para entender e resolver problemas. Um currículo do tipo requer um ensino interdisciplinar e muito mais ativo. O aluno tem que ir à escola para fazer coisas – não apenas escutar e repetir. Ele tem que fazer projetos, debater, pensar, criar. É preciso inverter a metodologia didática. O professor pode gravar vídeos com informações e conceitos e colocá-los na internet, para que o aluno lhes assista em casa, quando quiser e quantas vezes quiser. Depois, na escola, ele vai tirar dúvidas e trabalhar em grupos.

ÉPOCA – Esse currículo tem competências básicas ou elas são flexíveis?

Gómez – Existem apenas três competências básicas, que são válidas para todos os estudantes: ser capaz de utilizar de maneira crítica e criativa o conhecimento da humanidade; ser capaz de colaborar e conviver em sociedades cada vez mais heterogêneas; e ser capaz de desenvolver-se com autonomia, aprender a aprender. Se falamos de capacidades e habilidades mais concretas, há flexibilidade. A criança pode escolher aquelas em que se sobressai, as que têm relação com suas maneiras de pensar, seus interesses e ânimos. A personalização do ensino é importante.

ÉPOCA – Também é papel da escola ensinar valores e atitudes?

Gómez – Não podemos prescindir de nenhum desses cinco recursos para enfrentar problemas: conhecimentos, habilidades, atitudes, emoções e valores. Os valores significam as finalidades, para onde queremos ir. Como construir seu próprio projeto de vida? A escola também deve dar conta disso. Sem se preocupar com as emoções, as atitudes e os valores, ela é muito pouco eficaz na preparação das crianças para a vida. Hoje, ela leva muito tempo para ensinar conteúdos que são esquecidos rapidamente.

ÉPOCA – No Brasil, é muito comum pensar que emoções e valores devem ser trabalhados pela família e não pela escola.

Gómez – Toda a comunidade educativa tem que intervir de maneira harmônica e convergente para educar uma criança. A família tem um papel importantíssimo, assim como a escola, mas nem sempre ela está preparada para ajudar seus filhos a desenvolver sua inteligência emocional e comparar seus valores. Especialistas devem fazer isso na escola, orientando os pais no processo de construção de um menino mais sensato, crítico, equilibrado, solidário etc. A maioria dos pais e das mães não sabe como orientar os filhos em determinados assuntos. Como vão orientar para emoções, valores e atitudes se a maioria dos intercâmbios entre os jovens ocorre agora pela internet, nas redes sociais? É mundo complexo e muito distante do mundo dos adultos. E eles reconhecem isso.

ÉPOCA – O senhor fala em dar mais autonomia para os estudantes no processo de aprendizagem. Qual, então, passa a ser o papel do professor?

Gómez – O professor deve passar de ser um transmissor de informação para um facilitador da aprendizagem. Deve ser um tutor permanente para as crianças. Primeiro, deve ensinar com seu exemplo como buscar, selecionar e avaliar as informações. É uma missão mais difícil e complexa.

ÉPOCA – Algumas escolas dão muita importância aos aparatos tecnológicos. Eles são fundamentais?

Gómez – Para mim, o mais importante é a pedagogia usada com as novas tecnologias. Novas tecnologias com velhas pedagogias não servem para nada. O mais importante é que o professor esteja preparado para usar bem essas poderosíssimas ferramentas ao serviço de novas pedagogias que ajudam as crianças a aprender. Estados e municípios deveriam focar seus esforços na melhor qualificação dos seus docentes.

ÉPOCA – Atualmente há um descontentamento geral em torno da escola. O que impede as mudanças? Quais são as barreiras?

Gómez – Nós temos que mudar a cultura pedagógica e isso leva muito tempo. Todos os professores foram formados nessa escola do século XIX. Ensinamos como nos ensinaram. Custa muitíssimo pensar que outro tipo de escola é possível – e mais eficaz. Mas não é uma tarefa difícil para os docentes assumir essa inversão pedagógica, também chamada de flipped learning, e isso pode significar uma alteração muito profunda.

Fonte: Revista Época.

FDRH-RS divulga os gabaritos preliminares do concurso do Magistério RS 2013

Publicado o Edital n.º 08/2013 no Diário oficial do Estado (págs. 35-39), da Secretaria de Educação do Estado do Rio Grande do Sul (SEDUC) com os gabaritos preliminares do concurso público do Magistério Estadual 2013, provas aplicadas no domingo, dia 19/5.

Veja o arquivo em PDF abaixo:

>>> Gabarito oficial preliminar – SEDUC-RS 2013 <<<

Mais tarde, a FDRH-RS deve publicar o Edital integral na página do concurso que pode ser acessado AQUI .