SEDUC-RS publica edital para 1.393 vagas na Rede Estadual de Educação

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Conforme anunciado em nosso blog, a Secretaria de Educação do Estado do Rio Grande do Sul (SEDUC-RS) publicou hoje, 4/11 no DOE (pág. 28 a 56), edital de concurso público para o quadro de servidores de Escola.

O Concurso Público para Servidor de Escola destina-se ao provimento de 1.393 (um mil trezentos e noventa e três) vagas para os cargos de Agente Educacional I: Técnico em Nutrição; Agente Educacional II: Assistente Financeiro, Técnico em Informática, Administração Escolar, Interação com o Educando e Tradutor e Intérprete de Língua de Sinais – Libras, relacionados no Anexo I deste Edital, e de vagas que surgirem no decorrer da vigência do Concurso.

>> Veja AQUI o Edital de abertura das inscrições – SEDUC-RS 2014. <<

As inscrições serão efetuadas somente pela Internet, a partir das 10 (dez) horas do dia 04 de novembro até as 23 horas e 59 minutos do dia 17 de novembro de 2014, no site http://www.fundatec.org.br em Concurso Público da SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO – SEDUC/RS.

O valor da taxa de inscrição é de R$ 63,69 (sessenta e três reais e sessenta e nove centavos) para todos os cargos.

 O prazo de validade do concurso ao qual se refere este Edital será de 2 (dois) anos, contados a partir da data de publicação da homologação de seu resultado final, podendo ser prorrogado uma vez por igual período.

Aplicação das Provas Teórico-objetivas: 21/12/2014 .

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ANEXO XI – PROGRAMA E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

LÍNGUA PORTUGUESA – TODOS OS CARGOS

PROGRAMA:
1. Leitura e compreensão de textos.
1.1. Assunto.
1.2. Estruturação do texto.
1.3. Ideias principais e secundárias.
1.4. Relação entre ideias.
1.5. Ideia central e intenção comunicativa.
1.6. Efeitos de sentido.
1.7. Figuras de Linguagem.
1.8. Recursos de argumentação.
1.9. Coesão e coerência textuais.
2. Léxico.
2.1. Significação das palavras e expressões no texto.
2.2. Substituição de palavras e expressões no texto.
2.3. Estrutura e formação de palavras (valor dos afixos e dos radicais).
3. Ortografia: sistema oficial vigente.
4. Acentuação gráfica e acentuação tônica.
5. Morfologia e Sintaxe.
5.1. Classes de palavras: emprego e flexões.
5.2. Período simples e período composto: colocação de termos e orações no período.
5.3. Coordenação e subordinação: emprego das conjunções, das locuções conjuntivas e dos pronomes
relativos.
5.4. Termos essenciais, integrantes e acessórios da oração.
5.5. Relações morfossintáticas.
5.6. Orações reduzidas: classificação e expansão.
5.7. Concordância nominal e verbal.
5.8. Regência nominal e verbal.
5.9. Paralelismo de regência.
5.10. Sintaxe de colocação.
5.11. Emprego dos modos e tempos verbais.
5.12. Emprego do acento indicativo de crase.
5.13. Sinais de pontuação.
REFERÊNCIAS:
1. BECHARA, Evanildo. Gramática escolar da Língua Portuguesa. 2ª. Edição. Rio de Janeiro: Ed.
Lucerna, 2006.
2. CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. 48. Ed. São Paulo:
Companhia Editora Nacional, 2008.
3. FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário da língua portuguesa. 6ª. Ed. Rio de Janeiro:
Nova Fronteira, 2007.
4. FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. 6ª Ed. São
Paulo: Ática, 2008.
5. HOLLANDA, Aurélio Buarque de. Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. 5ª Ed. Curitiba: Positivo:
2010.
6. LUFT, Celso Pedro. Dicionário Prático de Regência Nominal. 5ª Ed. São Paulo: Ática, 2010.
7. ____. Dicionário Prático de Regência Verbal. 9ª Ed. São Paulo: Ática, 2010.
8. SARMENTO, Leila Lauar. Gramática em textos. 2ª Ed. São Paulo: Moderna, 2005.

LEGISLAÇÃO – TODOS OS CARGOS
PROGRAMA:
1. Princípios, objetivos e organização do ensino e da educação no Brasil.
2. Criança e adolescente: direitos e deveres legais.
3. Plano Nacional de Educação 2011/2020.
4. Lei de Gestão Democrática do Ensino Público do Rio Grande do Sul.
5. Igualdade Racial.
6. Violência contra a mulher.

REFERÊNCIAS:
1. BRASIL. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do adolescente. Brasília, DF.
2. BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBN), Brasília, DF.
3. BRASIL. Plano Nacional de Educação 2011/2020.
4. RIO GRANDE DO SUL. Lei nº 10.576, de 14 de novembro de 1995. (Atualizada até a Lei n.º 13.990, de 15 de maio de 2012). Dispõe sobre a Gestão Democrática do Ensino Público e dá outras providências.
5. Estatuto Racial – Lei nº 12.288, de 20 de julho de 2010.
6. Lei Maria da Penha – Lei nº 11.340, de 07 de agosto de 2006.
7. Estatuto e Regime Único dos Servidores Públicos Civis do Estado – Lei nº 10098, de 03 de fevereiro de 1994 e atualizações.
8. Quadro de Servidores de Escola – Lei nº 11.672/2001 e alterações.
9. Criação de categorias funcionais no Quadro de Servidores de Escola – Lei nº 14.448/2014.
10. Constituição Federal – Capítulo III – Seção 1, art. 205 a 214.
11. Lei Estadual nº 13.694, de 19 de janeiro de 2011 – Estatuto Estadual da Igualdade Racial.

INFORMÁTICA – TODOS OS CARGOS
PROGRAMA:
Conhecimentos do sistema operacional Microsoft Windows Vista Professional, Windows 7 Professional e Windows 8.1 Pro:
1. Saber identificar e usar ambientes, configurações, janelas, componentes das janelas, caixas de diálogos, menus, itens de menus, botões, barras de ferramentas e ícones.
2. Saber identificar e usar as funcionalidades desses sistemas operacionais, tais como, Windows Explorer, Meu Computador, Meus Documentos, Propriedades da barra de tarefas e do menu Iniciar, Documentos compartilhados, Localizar e/ou Pesquisar, Ajuda e Suporte, Painel de Controle, Lixeira, Executar, Ferramentas Administrativas, etc., através de teclado e/ou mouse, menus, itens de menus, ícones, barras de ferramentas e botões.
3. Identificar e saber realizar operações sobre arquivos e pastas: copiar, mover, excluir, recortar, colar,
renomear, etc. Saber identificar e usar nomes válidos de arquivos, pastas e subpastas, através de teclado e/ou mouse, menus, itens de menus, ícones, barras de ferramentas, botões. Conhecimento, uso e configuração dos programas Microsoft Word 2007, Excel 2007, e versões superiores:
4. Saber identificar configurações e formatações de ambientes, documentos e apresentações.
5. Saber criar, usar e configurar ambientes, documentos e apresentações, utilizando as funcionalidades dos aplicativos Microsoft Word 2007 e Excel 2007 e versões superiores, utilizando teclado e/ou mouse, menus, itens de menus, ícones, caixas de diálogos, barras de ferramentas, botões desses programas. Conhecimento, uso e configuração do programa Microsoft Internet Explorer 11 e versões superiores:
6. Identificar os ambientes, características, janelas, configurações, caixas de diálogos, menus, itens de menus, botões e demais componentes do Internet Explorer.
7. Saber utilizar as funcionalidades do Internet Explorer 11, e versões superiores, utilizando teclado e/ou mouse, menus, itens de menus, ícones, ícones das Barras de Ferramentas e do Explorer, caixas de diálogos e botões desse programa.

REFERÊNCIAS:
1. MICROSOFT CORPORATION 1. MICROSOFT CORPORATION. MS Windows Vista Professional, MS Windows 7 Professional e MS Windows 8.1 Pro e versões superiores (Sistema Operacionais e Ajuda eletrônica integrada a esses Sistemas Operacionais).
2. MICROSOFT CORPORATION 2. Ajuda do Microsoft Internet Explorer 11 e versões superiores (Ajuda eletrônica integrada ao Programa MS Internet Explorer 11 e versões superiores).
3. MICROSOFT CORPORATION 3. Ajuda do Microsoft Excel 2007 e versões superiores. (Ajuda eletrônica integrada ao Programa MS Excel 2007 e versões superiores).
4. MICROSOFT CORPORATION 4. Ajuda do Microsoft Word 2007 e versões superiores. (Ajuda eletrônica integrada ao Programa MS Word 2007 e versões superiores).

CONHECIMENTOS GERAIS – TODOS OS CARGOS

PROGRAMA:
1. Dados históricos, geopolíticos e socioeconômicos do município, do estado, do país e do mundo.
2. Fatos relevantes da atualidade no Brasil e no Mundo e suas vinculações históricas.
3. Informações atuais sobre artes, esportes, cultura e meio ambiente no Brasil e Mundo.
4. Política e cidadania no Brasil.

REFERÊNCIAS:
1. Almanaque Abril 2014 – Editora Abril.
2. Guia do Estudante Atualidades – Vestibular + ENEM 1º semestre 2014. Editora Abril.
3. Guia do Estudante Atualidades – Vestibular + ENEM 2º semestre 2014. Editora Abril.
4. Guia do Estudante Atualidades – Vestibular + ENEM 1º semestre 2013. Editora Abril.
5. Guia do Estudante Atualidades – Vestibular + ENEM 2º semestre 2013. Editora Abril.
6. Jornais e revistas da atualidade.

CONHECIMENTO ESPECÍFICO

AGENTE EDUCACIONAL I – TÉCNICO EM NUTRIÇÃO

PROGRAMA:
1. Noções básicas de nutrição.
2. Composição dos Alimentos.
3. Princípios da alimentação saudável.
4. Boas práticas de higiene dos alimentos.
5. Nutrição e Técnica dietética.
6. Controle de qualidade em unidades de alimentação e nutrição.
7. Políticas e diretrizes Nacionais de Alimentação e Nutrição.
8. Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).
9. Educação alimentar e nutricional na comunidade escolar.

REFERÊNCIAS:
1. ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução nº 216, de 15 de setembro de 2004.
2. ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução nº 52, de 29 de setembro de 2014.
3. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia Assuntos Jurídicos. Lei nº 11.947 de junho de 2009. Disponível em http://www.fnde.gov.br/programas/alimentacao-escolar/alimentacao-escolar-legislacao.
4. Ministério da Educação. Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. Conselho Deliberativo. Resolução/CD/FNDE nº 26, de 17 de junho de 2013. Disponível em
http://www.fnde.gov.br/programas/alimentacao-escolar/alimentacao-escolar-legislacao.
5. Conselho Federal de Nutrição. Resolução CFN nº 312/2003. Altera a Resolução CFN nº 227/1999 que trata do registro e fiscalização profissional de técnicos e dá outras providências. Disponível em www.cfn.org.br/novosite/pdf/res/2000 2004/res312.pdf
6. Portaria nº 78 de 2009. Secretária da Saúde do Estado do RS.
7. MAHAN, L. K.; STUMP, S. E. Alimentos, Nutrição e Dietoterapia. 13. Ed.São Paulo; Editora Rocca, 2013.
8. ABREU, Edeli Simone de. Gestão de unidades de alimentação e nutrição; um modo de fazer. São Paulo: Metha, 2011.
9. Domene, Semiramis M. A. Técnica Dietética: teoria e aplicações. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
10. Guia alimentar para a população brasileira. Promovendo a alimentação saudável. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.
11. Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Alimentação e Nutrição. Brasília; DF, 2012.
12. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde na escola. Brasília: Ministério da Saúde, 2009.96 p.:il – (Série B. Textos Básicos de Saúde) (Cadernos de Atenção Básica, nº 24). Disponível em: http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/cadernos_ab/abcad24.pdf .
13. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Análise de Situação de Saúde. Plano de ações estratégicas para o enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) no Brasil 2011 – 2022.
14. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Análise de Situação de Saúde.Brasília: Ministério da Saúde, 2011. 160 p.:il – (Série B. Textos Básicos de Saúde). Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/cartilha_dcnt_completa_portugues.pdf

CONHECIMENTO ESPECÍFICO

AGENTE EDUCACIONAL II – ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR

PROGRAMA:
1. Conhecimentos sobre as atividades de Secretaria de Escola.
2. Correspondência oficial.
3. Arquivo e protocolo.
4. Organização de arquivos.
5. Escrituração escolar.
6. Documentos escolares individuais e coletivos.
7. Registros relativos ao estabelecimento escolar.
8. Lei n° 9.394, de 20/12/1996 – Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
9. Lei n° 8.069, de 13/07/1990 – Estatuto da Criança e do Adolescente.

REFERÊNCIAS:
1. BRASIL. Lei N.º 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do adolescente Brasília, DF
2. BRASIL. Lei N.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília, DF.
3. BRASIL. Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional – 2005.
4. BRASIL. Manual de Redação da Presidência da República. Brasília, 2002.
5. BRASIL. Resolução nº 5, de 17 de dezembro de 2009. Fixa diretrizes curriculares nacionais para a educação infantil. Brasília: Conselho Nacional de Educação, Câmara de Educação Básica – MEC/CNE/CEB, 2009.
6. KASPARY, Adalberto J. Redação Oficial – Normas e Modelos. Porto Alegre: Edita, 2007.
7. MAZULO, Roseli. Secretária: rotina gerencial, habilidades comportamentais e plano de carreira. São Paulo: Editora Senac, 2010.
8. MEDEIROS, João Bosco e HERNANDES, Sonia. Manual da Secretária –Técnicas de Trabalho. São Paulo, 2010.
9. SOUSA, Rosineide Magalhães de. Técnicas de redação e arquivo. Brasília: Universidade de Brasília, 2007.
10. VEIGA, Denize Rachel. Guia de Secretariado – Técnicas e Comportamento. São Paulo: Érica, 2010.

CONHECIMENTO ESPECÍFICO

AGENTE EDUCACIONAL II – INTERAÇÃO COM O EDUCANDO

PROGRAMA:
1. Concepções e trajetórias do ensino e da educação.
2. Relações entre escola, família e comunidade.
3. Comunicação, diálogo e interação.
4. Escola inclusiva, estrutura e processos.
5. Mediação de conflitos.

REFERÊNCIAS:
1. DELORS, Jacques. Educação: Um Tesouro a Descobrir. Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI. São Paulo: Cortez, 2012.
2. ESTEBAN, Maria Teresa. O que sabe quem erra? Reflexões sobre avaliação e fracasso escolar. Rio de Janeiro, DP&A, 2001.
3. MALDONADO, M. T. Comunicação entre Pais e Filhos: a linguagem do sentir. São Paulo: Saraiva 2002.
4. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO/ SECRETARIA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. 2007.
5. TIBA, Içami. Disciplina: limite na medida certa. São Paulo: Gente, 1996
6. BRASIL. Nota Técnica nº 22/2013/MEC/SECADI/DPEE. Profissionais de apoio para estudantes com deficiência e transtornos globais do desenvolvimento matriculados nas escolas comuns da rede pública de ensino.
7. ROPOLI, Edilene Aparecida. A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: a escola comum inclusiva/Ministério da Educação. Secretaria da Educação Especial; Fortaleza: Universidade Federal do Ceará, 2010. V.1 (Coleção A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar).
Download em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&id=17009&itemid=913
8. ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente.
9. BREITMAN, Stella;PORTO, Alice C. Mediação Familiar: uma intervenção em busca da paz. Porto Alegre: Criação Humana, 2001.
10. PAROLIN, Isabel. É proibido proibir? Porto Alegre: Mediação, 2003.
11. FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários á prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 30ª Edição 2004.
12. _________. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 35ª Edição, 2003.

CONHECIMENTO ESPECÍFICO

AGENTE EDUCACIONAL II – ASSISTENTE FINANCEIRO

PROGRAMA:
1. A estrutura das Demonstrações Contábeis – Noções básicas e sua interpretação.
2. Noções básicas de Contabilidade: Conceito, função, objeto, contas patrimoniais e de resultado, atos e fatos administrativos.
3. Operações com Mercadorias e Prestadores de Serviços: Escrituração contábil básica, documentação contábil (necessária), orçamentos X realizado, fiscal.
4. Controle dos bens patrimoniais (Ativo Fixo): Contabilização, Inventário, Depreciação/amortização/exaustão, incorporações e baixas, controles internos.
5. Serviços de almoxarifado: Documentação necessária, natureza de um documento idôneo, cuidados no recebimento de mercadoria e serviços prestados, controles internos, inventário.
6. Fluxo de Caixa: Organização do fluxo de caixa financeiro (diário e mensal), fazer projeções, Análise financeira e econômica.
7. Licitações: Conceituação, tipos de licitações, análise da documentação (veracidade), exigências legais.
8. Conciliação de todas as contas contábeis: Documentação necessária, controles internos, arquivamento dos documentos.
9. Aspectos fiscais e legais da Contabilidade.

REFERÊNCIAS:
1. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade básica fácil. 26ª ed. ampl. e atual. – São Paulo: Saraiva, 2009.
2. RIBEIRO, Osni Moura. Estrutura e análise de balanços fácil. 8ª ed. ampl. e atual. – São Paulo: Saraiva, 2009.
3. lUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos. Contabilidade Comercial. 9.ed. – São Paulo: Atlas, 2010.
4. SILVA, Alexandre Alcantara da. Estrutura, Análise e Interpretação das Demonstrações Contábeis. Ampliado e revisto conforme Lei nº 11.638/2007 e Lei nº 11.941/2009 e Pronunciamentos do CPC. 3ª edição São Paulo: Atlas, 2012.
5. SZUSTER, Natan; et al. Contabilidade Geral: Introdução à Contabilidade Societária. São Paulo: Atlas, 2008.
6. PADOVEZE, Clovis Luis. Manual de Contabilidade Básica – Contabilidade Introdutória e intermediária. 8ªedição. São Paulo: Atlas, 2012.
7. IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARTINS, Eliseu; GELBCKE, E. Rubens. Manual de contabilidade das Sociedades por ações. São Paulo: Atlas, 2012.
8. SANTOS, Jose luiz dos; SCHMIDT, Paulo: Contabilidade Societária. São Paulo: Atlas.
9. PEREZ JUNIOR, José Hernandez; OLIVEIRA, Luís Martins de. Contabilidade Avançada. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
10. Lei Federal 8.666, de 21 de junho de 1993.
11. FIPECAFI. Manual de Contabilidade Societária: Aplicável a todas as Sociedades de Acordo com as Normas Internacionais e do CPC. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2013.
12. OLIVEIRA, Luís Martins de. Manual de contabilidade tributária. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2012;
13. MEIRELLES, Hely Lopes. Direito administrativo brasileiro. São Paulo: Malheiros, 2011;
14. Lei Complementar 101, de 4 de maio de 2000. Estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal e dá outras providências.

CONHECIMENTO ESPECÍFICO

AGENTE EDUCACIONAL II – TÉCNICO EM INFORMÁTICA

PROGRAMA:
Sistemas de Computação:
1. Hardware: fundamentos, conceituação, características, saber empregar e reconhecer o uso de componentes de hardware, funções e funcionamento dos componentes de um computador, instalação, upgrade, manutenção e solução de problemas de computadores do tipos desktop, notebook, netbook e servidores: placa mãe, memória, processador, unidades de entrada e/ou saída (monitor de vídeo, mouse, impressoras jato de tinta, matricial e laser; unidade de DVD-ROM, DVD-R/RW, CD-ROM e CD-R/RW; unidade de disco flexível, disco removível, pen drive, unidade de disco rígido-HD, tecnologia e dispositivos USB, tecnologia e dispositivos fire wire, placa de rede, tecnologia e dispositivos wireless e bluetooth, placa de som, etc.).
Algoritmos
2. Conhecer, elaborar, interpretar e testar algoritmos utilizando o software VisuAlg 2.0 ou superior, empregando as estruturas de controle básicas (seqüência, seleção e repetição), vetores, matrizes, registros, procedimentos e funções.
Linguagens de programação:
3. Saber identificar, interpretar, implementar, compilar, executar e depurar programas utilizando a linguagem de programação Java.
Conceitos de segurança da informação, informática, de computadores e para Internet:
4. Golpes na Internet: Furto de identidade (Identity theft), Fraude de antecipação de recursos (Advance fee fraud), Phishing, Pharming, Golpes de comércio eletrônico, Boato (Hoax) e Prevenção. Ataques na Internet: Varredura em redes (Scan), Falsificação de e-mail (E-mail spoofing), Interceptação de tráfego (Sniffing), Força bruta (Brute force), Desfiguração de página (Defacement), Negação de serviço (DoS e DDoS) e Prevenção. Códigos maliciosos (Malware): Vírus, Worm, Bot e botnet, Spyware, Backdoor, Cavalo de troia (Trojan), Rootkit e Prevenção.
Redes de Computadores e Internet:
5. Conceitos básicos: saber os fundamentos de rede de computadores, tipos de redes, topologias lógica e física, ativos de rede e demais componentes, transmissão de dados e arquiteturas. Instalação, montagem, desmontagem, configuração, administração, identificação de problemas, arquiteturas, solução de problemas e manutenção de redes de computadores. Funções do Administrador de Redes.
6. Cabeamento de redes e cabeamento estruturado: fundamentos, tipos de cabos de rede (par trançado e fibra ótica), identificação, características, construção de cabos de rede, equipamentos utilizados no cabeamento de redes, emprego e instalação, identificação de problemas e reparos; topologias lógica e física de redes. Normas EIA/TIA 568 (A, B e C) e ABNT NBR 14565.
7. Conhecer, saber utilizar, reconhecer as camadas, o uso, vantagens, desvantagens e restrições do modelo OSI, da ISO e TCP/IP (camadas, fundamentos, arquitetura, classes de endereçamento IP, máscara de rede e segmentação de rede).
8. Conhecer, saber utilizar, reconhecer o uso, vantagens, desvantagens e restrições dos protocolos TCP/IP (HTTP, SMTP, FTP, SSH, Telnet, SNMP, POP3, IMAP, DNS, Ping, DHCP, TCP, UDP, IP (IPv4 e IPv6), ARP, RARP, ICMP, Ethernet, WiFi, Frame relay e NAT.
9. Redes LAN, MAN e WAN: conceitos, definições, arquitetura, componentes e topologias. Redes sem fio, domésticas e inter redes: definições, características, equipamentos, componentes, padrões Ethernet, Fast Ethernet e Gigabit Ethernet; rede Ethernet (IEEE 802.3 a IEEE 802.3au) e LAN sem fio (IEEE 802.11a a 802.11ac).
10. Equipamento de comunicação de dados e redes (fundamentos, características, emprego, configuração, instalação, protocolos e reconhecer o uso): modem, repetidor, hub, ponte, switch e roteadores.
11. Fundamentos, configuração, identificação, compartilhamento e gerenciamento de servidores de impressão, arquivos, comunicação, DNS, DHCP, Web e E-mail. Saber utilizar e reconhecer o uso do software Cisco Packet Tracer 5.3 e versões superiores.
12. Saber identificar e usar ambientes, configurações, janelas, componentes das janelas, caixas de diálogos, menus, itens de menus, botões, barras de ferramentas e ícones.
13. Saber identificar e usar as funcionalidades desses sistemas operacionais, tais como, Meu Computador, Meus Documentos, Propriedades da Barra de Tarefas e do Menu Iniciar, Documentos Compartilhados, Localizar e/ou Pesquisar, Ajuda e Suporte, Painel de Controle, Lixeira, Executar, Ferramentas Administrativas, etc., através do teclado e/ou mouse, menus, itens de menus, ícones, barras de ferramentas e botões.
14. Identificar e saber realizar operações sobre arquivos e pastas: copiar, mover, excluir, recortar, colar, renomear, etc. Saber identificar e usar nomes válidos de arquivos, pastas e subpastas, através de teclado e/ou mouse, menus, itens de menus, ícones, barras de ferramentas, botões.
Conhecimento, uso e configuração dos programas Microsoft Word 2007, Excel 2007 e versões superiores, LibreOffice xx ou versões superiores:
15. Saber identificar configurações e formatações de ambientes, documentos e apresentações.
16. Saber criar, usar e configurar ambientes, documentos e apresentações utilizando as funcionalidades dos aplicativos de escritório e versões superiores, utilizando teclado e/ou mouse, menus, itens de menus, ícones, caixas de diálogos, barras de ferramentas, botões desses programas.
Conhecimento, uso e configuração do programa Microsoft Internet Explorer 11 e versões superiores, Google Chrome e Mozilla FireFox:
17. Identificar os ambientes, características, janelas, configurações, caixas de diálogos, menus, itens de menus, botões e demais componentes do Internet Explorer.
18. Saber usar as funcionalidades do Internet Explorer 11, e versões superiores, utilizando teclado e/ou mouse, menus, itens de menus, ícones, ícones das barras de Ferramentas e do Explorer, caixas de diálogo e botões desse programa.

REFERÊNCIAS:
1. MICROSOFT CORPORATION 1. MICROSOFT CORPORATION MS Windows Vista Professional, MS Windows 7 Professional e MS Windows 8.1 Pro e versões superiores (Sistema Operacional e Ajuda Eletrônica integrada a esses Sistemas Operacionais).
2. MICROSOFT CORPORATION 2. Ajuda do Microsoft Internet Explorer 11 e versões superiores (Ajuda eletrônica ao Programa MS Internet Explorer 11 e versões superiores).
3. MICROSOFT CORPORATION 3. Ajuda do Microsoft Excel 2007 e versões superiores. (Ajuda eletrônica integrada ao Programa MS Excel 2007 e versões superiores).
4. CERT.br. Cartilha de Segurança para Internet (Partes de 1 a 14) e Glossário. São Paulo: CERT.br, 2012.
5. CISCO. Cisco Packet Tracer 5.3 e versões superiores – Software de simulação de rede de computadores.
6. DAMAS, Luís. SQL – Structured Query Language. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
7. DBDesigner 4. Ferramenta de modelagem de banco de dados.
8. DEITEL, H. M. & DEITEL, P. J. Java, como programar. 8ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
9. ELMASRI, Ramez; NAVATHE, Shamkant B. Sistemas de Banco de Dados. 6. ed. São Paulo: Pearson Education, 2011.
10. FURGERI Sérgio. Java 2 – Ensino Didático – Desenvolvendo e Implementando Aplicações. 2ª Edição.
São Paulo: Editora Érica, 2002.
11. GREENWALD, Rick; STACKOWIAK, Robert e STERN, Jonathan. Oracle Essencial – Base de Dados Oracle 11g. 4. ed. São Paulo: Alta Books, 2009.
12. HEUSER, Carlos Alberto. Projeto de banco de Dados. 6. ed. Porto Alegre: Instituto de Informática da UFRGS, Sagra Luzzatto, 2010.
13. MEDEIROS, Ernani Sales de. Desenvolvendo Software com UML 2.0: definitivo. São Paulo: Pearson Makron Books, 2004.
14. MELO, Ana Cristina. Desenvolvendo Aplicações com UML 2.0. Rio de Janeiro: Brasport, 2004.
15. MORIMOTO, Carlos Eduardo. Hardware, guia definitivo. Porto Alegre: Sul Editores, 2007.
16. MORIMOTO, Carlos Eduardo. Redes, guia prático. Porto Alegre: Sul Editores, 2008.
17. MYSQL 1. MySQL 5 e versões superiores. Sistema Gerenciador de Banco de Dados e Ajuda eletrônica integrada ao SGBD MySQL 5 e versões superiores).
18. MYSQL 2. MySQL Community 5.6.21, ou versão superior. Sistema Gerenciador de Banco de Dados.
19. NASCIMENTO, Marcelo Brenzink; TAVARES, Alexei Corrêa. Roteadores e Switches – Guia de Configuração para Certificação CCNA. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna, 2006.
20. ORACLE 1. Página eletrônica do Oracle 11g (Resumo, Downloads, Documentação, Saiba mais e Comunidade), ou versão superior.
21. ORACLE 2. Oracle Database Express Edition 11g Release 2. Sistema Gerenciador de Banco de Dados Oracle 11g e versões superiores.
22. PINHEIRO, José Maurício dos S. Guia completo de cabeamento de redes. 5ª reimpressão. Rio de Janeiro: São Paulo: Editora Campus, 2003.
23. PRESSMAN, Roger S. Engenharia de Software. 5. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2002.
24. SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de Software. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011.
25. SOUSA, Lindeberg Barros de. Projeto e Implementação de Redes – Fundamentos, Arquiteturas, Soluções e Planejamento. São Paulo: Editora Erica, 2007.
26. SOUZA, Marco Aurélio de. SQL, PL/SQL, SQL*Plus – Manual de referência completo e objetivo. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna, 2004.
27. TANENBAUM, Andrew S. Redes de Computadores. 11ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
28. TORRES, Gabriel. Hardware Curso Completo. 4. ed. Rio de Janeiro: Axcel Books, 2001.
29. TORRES, Gabriel. Redes de Computadores Curso Completo. Rio de Janeiro: Axcel Books, 2001.
30. VASCONCELOS, Laércio. Hardware na Prática. 2ª ed. Rio de Janeiro: Laércio Vasconcelos Computação LTDA, 2007.
31. VISUALG. VisuAlg 2.0 e versões superiores (Programa que edita, interpreta e executa algoritmos).
32. WELLING, Luke; THOMSON, Laura. Tutorial MySQL. Rio de Janeiro: Ciência Moderna Ltda., 2004.
33. http://linuxeducacional.c3sl.ufpr.br/LE4/index.html
34. ftp://ftp.ufg.br/Tutoriais/Linux/Apostilas/Apostila_Ubuntu.pdf
35. http://www.guiafoca.org/
36. http://ubuntu-br.org/

CONHECIMENTO ESPECÍFICO

AGENTE EDUCACIONAL II – TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LÍNGUA DE SINAIS – LIBRAS

PROGRAMA:
1. Contexto histórico do profissional Tradutor e Intérprete de Língua de Sinais.
2. Aspectos Linguísticos da Língua de Sinais Brasileira.
3. Código de Ética do Tradutor e Intérprete de Libras.
4. Legislação referente ao profissional Intérprete de Libras.
5. Formação, atribuições e atuação do profissional Tradutor e Intérprete de Língua de Sinais.
6. O intérprete educacional na Educação Básica.
7. Modelos de Tradução e Interpretação.

REFERÊNCIAS:
1. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa. Secretaria de Educação Especial; Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos – Brasília: MEC; SEESP, 2004.
2. GESSER, Audrei. Libras? Que língua é essa? 2ª ed. São Paulo: Parábola Editora, 2009.
3. QUADROS, Ronice. Muller. De & KARNOPP, Lodenir. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: ArtMed, 2004.
4. STROBEL, Karin. As imagens do outro sobre a cultura surda. Florianópolis: Ed. UFSC, 2008.
5. Lei nº 12.319/2010. Regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.
6. Lei de Libras nº 10.436/2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras e dá outras providências.
7. Decreto Nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005 – Regulamenta a Lei n. 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras, e o art. 18 da Lei n. 10.098, de 19 de dezembro de 2000.

Com informações de AGORA EAD.

Magistério RS 2013: Nomeações começam em outubro

O governo gaúcho estima começar a chamar em outubro os 10,7 mil aprovados no segundo concurso do magistério da gestão atual. De acordo com a Secretaria da Educação, a meta é convocar todo o grupo até dezembro. A seleção teve 66 mil inscritos, com apenas 8% de abstenção.

Nesta sexta-feira, o Diário Oficial do Estado publicou o edital com o resultado da prova de títulos. A lista pode ser consultada pelos candidatos nos sites da Fundação para o Desenvolvimento dos Recursos Humanos (FDRH), que aplicou a prova, e da Secretaria de Estado da Educação. Com isso, fica pendente apenas a homologação do resultado final, o que deve ocorrer em setembro.

De acordo com o edital, o prazo para pedir revisão do resultado vai de segunda a sexta-feira da semana que vem. Os candidatos interessados na revisão devem encaminhar o pedido mediante preenchimento de requerimento dirigido ao secretário de Estado da Educação e entregue diretamente no Protocolo da FDRH, na av. Praia de Belas, 1.595, em Porto Alegre/RS, das 9h às 11h30min e das 14h às 17h, entre os dias 19 e 23, ou enviar o pedido por Sedex, para a FDRH.

A solicitação de revisão deve conter nome completo e número de inscrição do candidato; indicação do cargo e habilitação; exposição detalhada dos motivos a respeito da matéria contestada, em face das normas do concurso; objeto do pedido de revisão claramente especificado, e, se for o caso, com o total dos pontos solicitados. O pedido de revisão pode ser entregue por outra pessoa, mas o Requerimento do Pedido de Revisão deve conter a assinatura do candidato.

Com informações do Correio do Povo.

FDRH divulga informações acerca dos prazos do concurso do Magistério Estadual do RS

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“A lista de classificação deve ser entregue à Secretara Estadual de Educação (Seduc) até 30 de agosto. Assim que o documento for entregue, a Seduc deve dar início à nomeação. De acordo com a Fundação, o  Estado prevê nomear os aprovados no concurso do magistério ainda em setembro“.

O concurso do magistério, que foi realizado no dia 19 de maio, contou com a participação de mais de 60 mil concorrentes. Das 10 mil vagas disponíveis, 26% foram destinadas às cotas, 16% dessas aos concorrentes negros e pardos e 10% às pessoas com deficiência, de acordo com a Fundação do Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH), que coordenou o processo. A prova foi realizada em 30 cidades do Estado. Em Bagé, 1.422 candidatos participaram do concurso.

A aprovação depende do acerto do percentual mínimo de 60%, no total de 60 questões que compunham a prova objetiva. A seleção de caráter eliminatório foi composta por dois módulos, que tinham questões específicas para o cargo pretendido.

(…)

Para completar a nota, a prova de títulos será valorada na escala de zero ao máximo de 100 pontos, equivalente a 20% da nota final.

PRAZOS
O prazo para os candidatos ingressarem com recurso do gabarito terminou dia 31 de maio. De acordo com a FDRH, cerca de 1,5 mil procedimentos foram encaminhados. Através da assessoria de comunicação, a instituição informou que não há como precisar o tempo necessário para julgar todos os recursos. “Depois de concluído o procedimento, um novo edital é emitido com o gabarito e, junto, a divulgação de uma lista de quem aprovou e quem reprovou”, informa, em nota, a assessoria.

A lista de classificação deve ser entregue à Secretara Estadual de Educação (Seduc) até 30 de agosto. Assim que o documento for entregue, a Seduc deve dar início à nomeação. De acordo com a Fundação, o  Estado prevê nomear os aprovados no concurso do magistério ainda em setembro.

Os candidatos aprovados, conforme edital, podem ser designados para exercer suas atribuições em qualquer um dos municípios que integram a jurisdição da respectiva Coordenadoria Regional de Educação (CRE) onde se inscreverem.

Mais informações podem ser obtidas em www.fdrh.rs.gov.br ou  www.educacao.rs.gov.br.

Magistério RS 2013: Simulado PRÉ-PROVA e DICAS

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No próximo domingo, dia 19/5, a Secretaria de Educação do Estado do Rio Grande do Sul (SEDUC-RS) realiza prova objetiva de concurso público para a seleção de 10 mil novos professores para a rede pública estadual.

Tivemos a satisfação de ter, ao longo dos últimos meses, centenas de alunos nos nossos cursos EAD  e nos módulos de língua portuguesa, legislação e conhecimentos pedagógicos.

Queremos agradecer aos nossos professores militantes da educação, em especial aos Profs. Pólux Martins (Língua Portuguesa), Omar Martins (Conhecimentos Pedagógicos e Legislação), Giorgio Forgiarini e Taís Flores (Legislação) e a todos nossos alunos, docentes e futuros docentes para uma educação de qualidade no nosso país.

Fechando com chave de ouro nossa preparação, colocamos à disposição um SIMULADO PRÉ-PROVA de acordo com o programa e bibliografia oficial para o módulo I do certame.

AGORA + EAD disponibiliza a todos os seus alunos SIMULADO PRÉ-PROVA.

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Além do simulado com 35 questões, o Prof. Omar Martins disponibiliza aos seus alunos e leitores do blog, um QUADRO-RESUMO ESQUEMATIZADO de Conhecimentos Pedagógicos para o estudo e revisão.

>>> Baixe aqui QUADRO-RESUMO do Prof. Omar Martins <<<

FDRH-RS divulga os locais da prova para o concurso do MAGISTÉRIO RS

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Foram divulgados hoje, 09.5, os locais para a realização da prova do concurso da Secretaria Estadual de Educação (SEDUC-RS). Os candidatos podem ter acesso às informações sobre a convocação para as provas objetivas, através do Edital Nº 07/2013, publicado no site da Fundação de Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH) (http://www.fdrh.rs.gov.br/). A prova será realizada no dia 19 de maio. Para este certame estão sendo oferecidas 10 mil vagas para professores, com salários entre R$ 488,52 e R$ 1.355,64, para jornada de 20 horas semanais.

Para evitar contratempo, os candidatos devem se apresentar nas Coordenadorias Regionais de Educação do município-sede às 13h. As provas do concurso, que iniciam pontualmente às 14h com término às 18h, vão acontecer em 30 municípios do Rio Grande do Sul, – Porto Alegre, São Leopoldo, Estrela, Caxias do Sul, Pelotas, Santa Cruz do Sul, Passo Fundo, Santa Maria, Cruz Alta, Uruguaiana, Osório, Guaíba, Bagé, Santo Ângelo, Erechim, Bento Gonçalves, Santa Rosa, Rio Grande, Santana do Livramento, Palmeira das Missões, Três Passos, Vacaria, Cachoeira do Sul, Soledade, Canoas, Gravataí, São Luís Gonzaga, São Borja, Ijuí e Carazinho.

As provas objetivas são eliminatórias, enquanto a de títulos, classificatória. Das vagas oferecidas, 26% são destinadas às cotas; sendo 10% destinadas aos candidatos com deficiência e 16% aos profissionais negros.

No total, 69.498 inscritos irão disputar vagas para as áreas de Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas, Educação Básica: Etapas e Modalidades, Educação Profissional e suas Tecnologias (Produção Alimentícia, Recursos Naturais, Controle e Processos Industriais, Infraestrutura, Informação e Comunicação, Gestão e Negócios, Saúde, Hospitalidade e Lazer, Produção Cultural e Design, Produção Industrial e Eixo Interdisciplinar).

Consulte o edital aqui – http://migre.me/etffV

Com informações da FDRH-RS.

A progressão parcial e o direito à aprendizagem

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“A dicotomia educação e avaliação é uma grande falácia. São necessárias a tomada de consciência e a reflexão a respeito desta compreensão equivocada de avaliação como julgamento de resultados, porque ela veio se transformando numa perigosa prática educativa. A avaliação é essencial à educação. Inerente e indissociável enquanto concebida como problematização, questionamento, reflexão sobre a ação. “Educação é fazer ato de sujeito, é problematizar o mundo em que vivemos para superar as contradições, comprometendo-se com esse mundo para recriá-lo constantemente” (Gadotti, 1984). Um professor que não avalia constantemente a ação educativa, no sentido indagativo, investigativo do termo, instala sua docência em verdades absolutas, pré-moldadas e terminais.”

Jussara HOFFMANN. Avaliação: Mito e desafio – uma perspectiva construtivista.
41ª ed. Porto Alegre: Mediação, 2011, p. 15.

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QUINO. Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

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Editorial | SEDUC/RS
A progressão parcial e o direito à aprendizagem

“Nos últimos dias, um debate enviesado tem sido observado em alguns setores relacionados à educação, debate que nasce da denúncia de que a Secretaria de Estado da Educação supostamente adota como normatização a aprovação automática de alunos reprovados no 1º ano do Ensino Médio, colocando em “uma mesma sala de aula alunos aprovados e reprovados, sobrecarregando professores e não garantindo educação de qualidade aos alunos.”

Esta é, em primeiro lugar, uma afirmação não verdadeira e, ao mesmo tempo, trata os educandos como coisa, não reconhecendo as diferenças e a educação como direito. Em segundo, ela expõe, no mínimo, desconhecimento de normatizações da Educação brasileira, tanto de âmbito nacional quanto estadual. Na realidade, o que as escolas da rede estadual vivem hoje é um novo momento, decorrente da reestruturação curricular do ensino médio, que está em curso de forma gradativa, tendo sido iniciada pelas turmas de 1º ano em 2012 e chegando às salas de 2º ano neste ano de 2013. Em 2014, o ciclo estará completo, com a inclusão dos estudantes que chegam ao 3º ano do Ensino Médio.

A reestruturação curricular em curso estabelece novas formas de relação entre alunos e professores, entre professores e professores, entre os membros da comunidade escolar, sem esquecer das famílias. A reestruturação busca uma nova identidade à última etapa da Educação Básica, oferecendo um estudo mais próximo da contemporaneidade e da vida cotidiana de milhares de estudantes e, também, mais atrativo a toda uma geração que está inserida em um novo contexto, seja tecnológico, familiar, social ou cultural. Ela chega às escolas propondo novos paradigmas, embasados em normas avançadas, que integram a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, e em resoluções do Conselho Nacional de Educação. A progressão parcial é um exemplo do novo panorama que passa a fazer parte do cotidiano escolar gaúcho: sua implantação está prevista, expressamente, no inciso III do Art. 24 da LDB, possibilitando ao aluno “o atendimento específico paralelo à série que irá cursar em componentes curriculares que não obteve êxito”. Ou seja, a progressão parcial é um direito do aluno e, portanto, um dever de todos os que oferecem a educação a este aluno: do professor ao gestor da escola e da respectiva mantenedora.

Mas, se os críticos preferem desconsiderar a legislação, trazendo a público um debate desqualificado, simplório, tentando confundir a opinião pública – dos alunos e suas famílias a professores e equipes diretivas, alcançando a sociedade civil por meio da mídia – ao afirmar que progressão parcial significa aprovação automática, cabe a nós, gestores responsáveis pela garantia do direito à aprendizagem de milhares de estudantes gaúchos, trazermos a este mesmo público informações que permitam a cada um tirar suas próprias conclusões.

A progressão parcial não significa promoção automática. A Secretaria de Educação não está propondo que professores aprovem alunos reprovados, nem que maquiem resultados para melhorar índices de avaliação. A progressão parcial está inserida em um novo contexto de avaliação incluído na reestruturação curricular. As escolas e professores, em vez de adotar a tradicional avaliação classificatória, na qual os alunos recebem notas, em números, por disciplina, passam a adotar a avaliação emancipatória, na qual as notas são substituídas por conceitos, que retratam o desempenho do aluno em cada uma das quatro áreas de conhecimento (ciências humanas e suas tecnologias, ciências da matemática e suas tecnologias, ciências da natureza e suas tecnologias e linguagens e suas tecnologias). Os três conceitos são Construção Satisfatória da Aprendizagem, Construção Parcial da Aprendizagem e Construção Restrita da Aprendizagem. O aluno não avança para o próximo ano se não atingir o aprendizado satisfatório em duas ou mais área do conhecimento. Assim, os professores que compõem as respectivas áreas do conhecimento devem atuar em conjunto, uma vez que os alunos, em vez das notas, terão seu desempenho medido por três conceitos, referentes à área do conhecimento.

Essa nova forma de avaliar já entrou em curso nas turmas de primeiro ano do Ensino Médio. E são os alunos que obtiveram conceito Construção Parcial da Aprendizagem em uma só área do conhecimento, tendo construção satisfatória das outras três, os que passaram para o segundo ano, por meio da progressão parcial. Esse aluno, portanto, apresentou deficiência na aprendizagem em alguma disciplina/área do conhecimento, e passa a ter direito a recuperar essa defasagem com atendimento específico. Em relação às demais áreas do conhecimento, ele não teve problema, ou seja, obteve conceito Construção Satisfatória da Aprendizagem e, portanto, acompanhará a sua turma normalmente. Cabe ressaltar que os alunos que obtiveram em 2012 conceito Construção Restrita da Aprendizagem ficaram retidos, ou seja, foram reprovados e continuam no 1º ano.

Não se trata, portanto, de maquiagem. Se o governo quisesse “mascarar” índices, não colocaria as escolas para planejarem, organizarem esse movimento de um novo olhar sobre o processo de aprendizagem dos estudantes. Trata-se, sim, de atendimento a regramentos a que estão sujeitas todas as redes, pública e privada. O Conselho Estadual de Educação (CEEd/RS), por meio do parecer no 740/99, estabelece as normas para a aplicação da progressão parcial, determinando que “o tempo destinado à metodologia e avaliação farão parte de um plano de trabalho elaborado pelo professor considerando as aprendizagens já realizadas e a defasagem pelos alunos”.

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QUINOToda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

Os defensores da exclusão dos filhos do povo desqualificam a educação pública com um discurso corporativo (sem deixar de destacar que muitos desses críticos têm como subsistência a rede estadual de Educação), mas, mais do que isso, pretendem cercear o direito de aprender daqueles educandos que mais necessitam da escola pública. A progressão parcial é uma política pública, legalmente prevista, que assegura o direito à aprendizagem para a nossa juventude. Mais do que garantir o acesso de todos os jovens à escola, buscamos manter esse jovem em sala de aula, garantindo seus direitos na busca por uma educação pública de qualidade com cidadania”.

Editorial da Secretaria da Educação do Rio Grande do Sul – SEDUC/RS.

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Leituras indicadas sobre AVALIAÇÃO MEDIADORA/FORMATIVA/EMANCIPADORA

 AVALIAÇÃO E EDUCAÇÃO INFANTIL – Autoria: Jussara HOFFMANN
Avaliar crianças exige dos educadores muita observação, reflexão, registros diários e, sobretudo, grande sensibilidade. Esses são os pontos que se destacam neste livro, uma nova edição, revisada e ampliada pela autora.

Conheça o livro

 AVALIAÇÃO MEDIADORA – Autoria: Jussara HOFFMANN
Como efetivar uma avaliação mediadora diante das condições atuais do ensino? Esta pergunta recorrente dos leitores do primeiro livro da autora suscitou esta segunda publicação.

Conheça o livro

 AVALIAÇÃO NA PERSPECTIVA FORMATIVA-REGULADORA – Autoria: Janssen Felipe da SILVA
Janssen Felipe da Silva, desenvolve neste livro os pilares da avaliação formativa, como escreve Jussara Hoffmann no prefácio, trazendo pressupostos teóricos e práticos sobre aprendizagem significativa, avaliação da aprendizagem e o papel do avaliador.

Conheça o livro

 GRANDES PENSADORES EM EDUCAÇÃO. Pedro DEMO, Yves de LA TAILLE e Jussara HOFFMANN
Quatro questões desafiam as escolas em nosso tempo: avaliação, aprendizagem, indisciplina escolar e formação de professores. Neste livro, três grandes educadores trazem valiosas contribuições em termos da escola do século XXI.

Conheça o livro

 PRÁTICAS AVALIATIVAS E APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS. Janssen Felipe da SILVA, Jussara HOFFMANN e Maria Teresa ESTEBAN (Orgs.)
Os autores que compõem esse livro, por sua experiência e contribuição à educação, já garantem a relevância do tema. Especialistas de várias áreas do currículo reúnem-se para apontar princípios essenciais da prática avaliativa formativa e mediadora.

Conheça o livro

Outros
Avaliação Desmistificada
, Charles HADJI, 136 págs. Artmed: Porto Alegre.
Pensar e Agir a Educação, Charles HADJI, 160 págs. Artmed: Porto Alegre.

FDRH recebe 81.728 inscrições para concurso do Magistério

O Concurso do Magistério registrou na última quarta-feira (13.3), 81.728 inscrições. Os candidatos que se inscreveram têm impreterivelmente até esta quinta-feira (14.3) para efetuar o pagamento da taxa de inscrição.  O valor de inscrição é de R$ 129,70 (nível superior) e R$ 56,87 (nível médio) e o pagamento da taxa deverá ser feito por meio de boleto bancário. O número de inscrições homologadas deverá ser divulgado nos próximos dias.

Realizado pelo Governo do Estado, o concurso oferece dez mil vagas em todo o Estado. O prazo de validade do concurso público é de dois anos, prorrogável por igual período. Este é o segundo concurso para professores realizado pela Seduc nesta gestão. As provas serão realizadas nos municípios-sede das Coordenadorias Regionais de Educação (CREs), em data a ser informada com antecedência mínima de dez dias, conforme expresso no Edital.

Atendendo à legislação, há vagas para cotistas. Dez por cento são vagas destinadas a candidatos com deficiência e 16% para negros. As provas serão por área de conhecimento e habilitação para os candidatos da Educação Básica e por área de conhecimento e eixo tecnológico para os candidatos da Educação Profissional.

Provas 
O concurso terá duas provas, a objetiva, eliminatória e com 80% de peso na nota final, e a de títulos, classificatória. As provas objetivas serão compostas por dois módulos, com conteúdo específico, dependendo do cargo escolhido. Para aprovação no Concurso, o candidato deverá alcançar o percentual mínimo de 60% do total das questões de cada um dos módulos que compõem a prova objetiva, conforme previsto no Anexo 8 do Edital. O candidato que não alcançar o percentual será eliminado automaticamente.

  • Módulo I (Língua Portuguesa, Legislação e Conhecimentos Pedagógicos);
  • Módulo II (Área de Conhecimentos e Habilidades).

Veja:

Com informações da SEDUC-RS.