SEDUC-RS: Convocações iniciam em outubro. Novo concurso em 2014.

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O concurso para a Secretaria de Educação do Rio Grande do Sul (Seduc-RS), que ofereceu 10 mil vagas para todo o estado, para nível médio e superior, está em processo final de homologação. Dos mais de 69 mil inscritos, aproximadamente 11 mil foram aprovados. Segundo a assessoria do órgão, as convocações dos aprovados começam em outubro. Há também a possibilidade de realização de uma nova seleção em 2014, mas tudo será resolvido apenas após a chamada dos aprovados que deve ocorrer em grupos como ocorreu no ultimo certame.

Fontes da Secretaria da Educação informam que todos os aprovados serão chamados, inclusive os que restaram aprovados fora das vagas previstas no edital de concurso público.

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Os vencimentos básicos variam de R$488,52 a R$842,70, para o nível médio, e de R$635,08 a R$1.465,56, para o superior. Há benefícios como completivo salarial que integraliza o valor de R$783,50 para os que o salário base não alcançam esse valor, gratificação por unidocência e classe especial no valor de R$244,26, triênios de até 50% do vencimento básico do professor, gratificação por função, auxílio-alimentação no valor de R$155,32 e auxílio transporte equivalente a duas passagens municipais/dia útil. A carga de trabalho é de 20 horas semanais. O concurso será válido por dois anos, podendo ser prorrogado por igual período.

Com informações da Folha Dirigida (com inclusões do Prof. Omar Martins)

Revista Veja terá que indenizar professor de História de Porto Alegre

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Por veicular reportagem cujos fatos foram descontextualizados e distorcidos, a Editora Abril S/A e as jornalistas Mônica Weinberg e Camila Pereira terão que indenizar um Professor de História de Porto Alegre, em R$ 80 mil, de forma solidária. A decisão da 10ª Câmara Cível do TJRS confirma sentença de 1° Grau, mantendo também a obrigação dos réus de publicar na revista Veja o teor da decisão da Juíza Laura de Borba Maciel Fleck.

Caso
Professor de História do Colégio Anchieta, na Capital, ajuizou ação indenizatória por danos morais em desfavor da Editora Abril S/A e das jornalistas autoras da reportagem intitulada “Prontos para o Século XIX”, divulgada pela revista Veja nº 2074.  De acordo com o autor, a publicação teve o objetivo de expor ao leitor, de forma irônica, que os educadores e as instituições de ensino incutem ideologias anacrônicas e preconceitos esquerdistas nos alunos.

Ele destacou um trecho da publicação:

“Cena muito parecida teve lugar em uma classe do Colégio Anchieta, de Porto Alegre, outro que figura entre os melhores do país. Lá, a aula de história era animada por um jogral. No comando, o professor Paulo Fiovaranti. Ele pergunta: ‘Quem provoca o desemprego dos trabalhadores, gurizada?’. Respondem os alunos: ‘A máquina’. Indaga, mais uma vez, o professor: ‘Quem são os donos das máquinas?’. E os estudantes: ‘Os empresários!’. É a deixa para Fiovaranti encerrar com a lição de casa: ‘Então, quem tem pai empresário aqui deve questionar se ele está fazendo isso’. Fim de aula”.

De acordo com o autor, a reportagem distorceu fatos ocorridos em sala de aula, o que foi expressado em tom ofensivo e permeada de generalização infundada. Mencionou que as rés fizeram afirmações gratuitas e levianas, tornando o autor uma espécie de “ícone” representativo de uma classe de profissionais ignorantes, despreparados.

Citados, as rés sustentaram que a equipe da revista foi autorizada a assistir aulas nas duas escolas citadas na matéria, assim como fotografar e divulgar os nomes dos professores. Alegaram que a gravação da aula demonstra os ensinamentos do autor em sala de aula, indo ao encontro com o entendimento de que não se observa neutralidade política na aula ministrada pelo autor.

1° Grau
Para a Juíza Laura Fleck, a publicação deixou de registrar que o professor ministrava aula sobre a Revolução Industrial, Século XVIII, estabelecendo relações entre o passado e o presente, a fim de estimular a atenção e o raciocínio dos alunos. “Forçou, a reportagem, ao afirmar a ideologia política do autor e estereotipá-lo como esquerdista por conta de seu método de ensino, desconsiderando os seus mais de 15 anos como professor e a tradição da escola, transpondo a fronteira da veracidade e da informação”, afirmou a magistrada.

“Tenho que o conteúdo da matéria jornalística, além de ácido, áspero e duro, evidencia a prática ilícita contra a honra subjetiva do ofendido. A reportagem, a partir do momento que qualifica o autor como esquerdista, com viés, de resto, pejorativo, sem a autorização do demandante, extrapola os limites da liberdade de imprensa”, ressaltou a julgadora.

“A revista está pressupondo que os pais são omissos e não sabem o que os filhos estão aprendendo na escola. Da mesma forma, a publicação é agressiva ao afirmar que os professores levam mais a sério a doutrinação esquerdista do que o ensino das matérias em classe, induzindo o leitor a entender que o autor deve ser incluindo como este tipo de profissional”, completou a Juíza, que fixou a indenização a título de danos morais em R$ 80 mil. A quantia vai acrescida de correção monetária pelo IGP-M a contar da publicação da sentença e de juros de mora de 1% ao mês incidentes a partir do evento danoso (20/08/08).

Condenou os réus, solidariamente, a publicarem na revista “Veja”, sem qualquer custo para o autor, a sentença condenatória. A decisão é do dia 31/10/12.

Recurso
As partes recorreram ao TJ. O autor da ação buscou a majoração do valor da indenização por dano moral e os demandados defenderam a reversão completa da decisão proferida.

Ao analisar a apelação, o Relator, Desembargador Marcelo Cezar Müller, enfatizou que o direito de informação pode ser livremente exercido, mas sem necessidade de ofensa ao direito do professor, no caso, do autor da ação. “Contudo, na hipótese, a ofensa não era necessária e em nada contribuía para a apresentação do tema de forma clara e consistente ao público. Referiu-se o nome do professor de maneira a extrapolar o exercício regular de um direito. Isso porque uma parte da aula, que possuía um contexto, foi destacado e inserido na reportagem. Esse modo de apresentar o tema, em relação ao autor, escapou da completa veracidade do fato”, avaliou o relator. “Existiu o excesso, sem qualquer necessidade, que não era requisito para ser exercido plenamente o direito de informar”, completou o Desembargador.

O relator afastou a condenação referente à publicação da sentença condenatória na Veja, mas teve o voto vencido nessa questão. O Desembargador Jorge Alberto Schreiner Pestana divergiu do relator, e votou por manter a condenação também neste tópico. Ele foi acompanhado pelo Desembargador Paulo Roberto Lessa Franz.

Fonte: TJ/RS – Apelação Cível 70052858230

Blog do AGORA EAD: Prefeitura de Porto Alegre publica Edital para PROFESSOR

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Publicado hoje, 7/6, no Diário Oficial do Município de Porto Alegre (DOPA), o Edital n.º 80/2013 para a realização de concursos para a área de magistério para a Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

  • CP479 PROFESSOR – EDUCAÇÃO INFANTIL
  • CP 480 PROFESSOR – EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL – ANOS INICIAIS

 >>> Veja o EDITAL publicado aqui <<<

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A prova objetiva para os cargos de Professor – Educação Infantil e Professor – Ensino Fundamental/ Anos Iniciais abrangerá as seguintes disciplinas:

QUESTÕES DA PROVA 

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CRONOGRAMA DO CONCURSO 

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CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

CONHECIMENTOS DE LÍNGUA PORTUGUESA

1. ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO:
Compreensão global do texto. Estrutura do texto e dos parágrafos. Ideias principais e secundárias. Elementos de coesão. Inferências. Efeitos de sentido.
2. VOCABULÁRIO:
Significados de palavras e expressões no texto. Substituições de palavras e de expressões no texto. Estrutura e formação de palavras. Denotação e conotação.
3. ASPECTOS LINGUISTICOS:
Ortografia: emprego de letras. Fonética: relações entre fonemas e letras; classificação dos fonemas; encontros consonantais e vocálicos; dígrafos. Acentuação gráfica. Emprego e flexão das classes gramaticais. Relações morfossintáticas. Vozes verbais. Concordância nominal e verbal. Regência nominal e verbal.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
1. CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. 46ª ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2007.
2. FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo dicionário da língua portuguesa. 6ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2007.
3. FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. 5ª ed. 3ª reimpressão. São Paulo: Ática, 2008.

CONHECIMENTOS DE LEGISLAÇÃO
1. CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
Dos princípios fundamentais (1º a 4º); Dos direitos e deveres individuais e coletivos (art. 5º); Dos direitos sociais (art. 6º a 8º); Dos Municípios (arts. 29 a 31);Da Administração Pública (arts. 37 a 41);
2. LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE PORTO ALEGRE
Dos princípios gerais da organização municipal (arts. 1º a 10); Da Administração Pública (arts. 17 a 29); Dos servidores municipais (arts. 30 a 49);
3. ESTATUTO DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE PORTO ALEGRE
Lei complementar municipal nº 133, de 31 de dezembro de 1985.
4. REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DOS SERVIDORES DO MUNICÍPIO DE PORTO ALEGRE
Lei Complementar Municipal n. 478/02.
5. DIREITO ADMINISTRATIVO
Conceito, Estrutura e organização da Administração Pública do Município. Órgãos públicos. Hierarquia administrativa. Atividade administrativa: conceito, natureza, fim e princípios básicos. Improbidade administrativa – Lei Federal n. 8.429 de 1992
6. PRINCÍPIOS INFORMATIVOS DO DIREITO ADMINISTRATIVO
Princípio da Legalidade. Princípio da Impessoalidade. Princípio da Moralidade. Princípio da Publicidade. Princípio da Finalidade. Princípio da Continuidade. Princípio da Indisponibilidade. Princípio da Autotutela. Princípio da Supremacia do Interesse Público. Princípio da Igualdade. Princípio da Eficiência. Princípio da Motivação. Princípio da Razoabilidade.

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
PROFESSOR – EDUCAÇÃO INFANTIL 
CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS:
1. Desenvolvimento infantil: aspectos físicos, afetivos, cognitivos e sociais.
2. Currículo na Educação Infantil
3. Profissional da Educação Infantil
4. Inclusão na Educação Infantil.
5. Documentação pedagógica: observação, registros e avaliação.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
FARIA, Vitória; SALLES, Fátima. Currículo na Educação Infantil: diálogos com os demais elementos da Proposta Pedagógica. São Paulo: Scipione, 2007.
FREIRE, Madalena. A paixão de conhecer o mundo: relato de uma professora. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação na pré-escola. Um olhar sensível e reflexivo sobre a criança. Porto Alegre: Mediação, 1997.
KAERCHER, Gládis E. P.; CRAIDY, Carmen M. (org). Educação Infantil: pra que te quero? Porto Alegre: Artmen, 2001.
MARTINS FILHO, Altino J. (org.). Criança pede respeito: temas em Educação Infantil. Porto Alegre: Mediação, 2005.
OLIVEIRA-FORMOSINHO, Júlia (org.). Pedagogia(s) da infância: dialogando com o passado: construindo o futuro. Porto Alegre: Artmed, 2007.
OLIVEIRA, Zilma de Oliveira (org.). Creches: crianças, faz de conta & Cia. Petrópolis: Vozes, 1993. OSTETTO, Luciana. Encontros e encantamentos na Educação Infantil. Campinas: Papirus, 2000.
______. (org.). Educação Infantil: saberes e fazeres da formação de professores. Campinas: Papirus, 2008.
ZORTEA, Ana Maira. Inclusão na Educação Infantil: as crianças nos (des)encontros com seus pares. Porto Alegre: Redes Editora, 2011.

LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA:
1. Legislação Educacional
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Senado Federal, 1988.
BRASIL. Lei Federal n. 8069 de 1990. Estatuto da Criança e do Adolescente. Brasília: Senado Federal, 1990.
______. Lei Federal n. 9394 de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília: Senado Federal, 1996.
______. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998. 3 v.
______. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Política Nacional de Educação Infantil: pelo direito das crianças de 0 a 6 anos à Educação. Brasília: MEC/SEB, 2005.
______. Parâmetros de qualidade para Educação Infantil. V. 1 e 2. Brasília: MEC/SEB, 2008.
______. Critérios para um atendimento em creches que respeite os direitos fundamentais das crianças. Brasília: MEC/SEB, 2009.
______. Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil. Brasília: MEC/SEB, 2010.
CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE PORTO ALEGRE. Resolução 03 de 2001. Estabelece normas para a oferta da educação infantil no SME. Porto Alegre: CME, 2001.
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Parecer n. 20, de 9 de dezembro de 2009. Brasília:
CNE/CEB, 2009.
______. Resolução n. 5, de 17 de dezembro de 2009. Fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Brasília: CNE/CEB, 2009.

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS:
1. Culturas infantis.
2. Planejamento da ação educativa para crianças entre 0 e 5 anos e 11 meses.
3. Organização dos tempos e dos espaços na escola infantil.
4. Projetos pedagógicos na Educação Infantil.
5. Relações entre adultos e crianças e entre as crianças na escola infantil.
6. Brincar na Escola Infantil.
7. Relação escola, família e comunidade.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
BARBOSA, Maria Carmen S. Por amor e por força: rotinas na Educação Infantil. Porto Alegre: Artmed, 2006.
______. ; HORN, Maria da Graça S. Projetos pedagógicos na Educação Infantil. Porto Alegre: Artmed, 2008.
BASSEDAS, Eulália; HUGUET, Teresa; SOLÈ, Isabel. Aprender e ensinar na Educação Infantil. Porto Alegre: Artmed, 1999.
CRAIDY, Carmen M. (org.). O educador de todos os dias. Convivendo com crianças de 0 a 6 anos. Porto Alegre: Mediação, 1998.
DEVRIES, Rheta; ZAN, Betty. A ética na Educação Infantil: o ambiente sócio-moral na escola. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
EDWARDS, Carolyn P. (org.). As cem linguagens da criança. Porto Alegre: Artmed, 1999.
GUIMARÃES, Daniela. Relações entre bebês e adultos na creche: o cuidado como ética. São Paulo: Cortez, 2011.
HORN, Maria da Graça S. Sabores, cores, sons e aromas: a organização dos espaços na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 2004.
KAERCHER, Gládis E. P.; CRAIDY, Carmen M. (org). Educação Infantil: pra que te quero? Porto Alegre: Artmed, 2001.
KISHIMOTO, Tizuko M. (org.). Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. São Paulo: Cortez, 1996.
KUHLMANN JÚNIOR, Moyses. Infância e Educação Infantil: uma abordagem histórica. Porto Alegre: Mediação, 1998.
MARTINS FILHO, Altino J. (org.). Criança pede respeito: temas em Educação Infantil. Porto Alegre: Mediação, 2005.
MELLO, Ana Maria (org.). O dia a dia das creches e pré-escolas: crônicas brasileiras. Porto Alegre: Artmed, 2010.
MOYLES, Janet R. Só Brincar? O papel do brincar na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 2002.
OLIVEIRA, Zilma de Oliveira (org.). Creches: crianças, faz de conta & Cia. Petrópolis: Vozes, 1993.
OSTETTO, Luciana. Encontros e encantamentos na Educação Infantil. Campinas: Papirus, 2000.
ROSSETTI-FERREIRA, Maria Clotilde (org.). Os fazeres na Educação Infantil. São Paulo: Cortez, 1998.

PROFESSOR – ENSINO FUNDAMENTAL – ANOS INICIAIS 
CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS:
1. História das ideias pedagógicas
2. Educação Popular – gestão democrática e participativa
3. Currículo e matérias pedagógicas
4. Organização e práticas do trabalho pedagógico
5. Psicologia e desenvolvimento cognitivo infantil
6. Avaliação

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
ARROYO, Miguel. Ciclo de Desenvolvimento Humano e Formação de Educadores. Revista Educação & Sociedade. Campinas/ SP: Cedes, volume 20, ano XX, número 68, dez/ 1999 (p. 144-162).
BRASIL: MEC- Ensino Fundamental de nove anos: orientações para a inclusão da criança de seis anos de idade/ organização Jeanete Beauchamp, Sandra Denise Pagel, Aricélia Ribeiro do Nascimento. – Brasília: Ministério da Educação, Secretaria da Educação Básica, 2007.
BRASIL: MEC – Indagações sobre currículo. Autores: Elvira Lima, Miguel Arroyo, Antonio Flávio Barbosa, Vera Maria Candau, Nilma Lino Gomes, Cláudia de Oliveira Fernandes, Luiz Carlos de Freitas. Brasilia: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2008.
COSTA, Marisa Vorraber. Currículo e Política Cultural. In: COSTA, Marisa Vorraber. O currículo nos limiares do contemporâneo. 3 ed. – Rio de Janeiro: DP&A, 2001.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
GADOTTI, Moacir. História das ideias pedagógicas. 8 ed. – São Paulo: Ática, 1999.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação – mito & desafio uma perspectiva construtivista. 41 ed. Porto Alegre: Mediação, 2011.
PERRENOUD, P. Os ciclos de aprendizagem: um caminho para combater o fracasso escolar. Porto Alegre: Artmed, 2004.
_________________. Dez Novas Competências para Ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000.
VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1987.

Textos da Revista Nova Escola – textos online:

LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA:
1.Legislação Educacional

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
Lei 9.394/1996- Lei de Diretrizes e Base da Educação (LDB)
Decreto n° 6.094/2007- Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação Portaria Normativa Interministerial n. 17/ 2007 – Programa Mais Educação Portaria 1.458/2012- Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa – Ministério da Educação – (Disponível em: http://www.pacto.mec.gov.br)

Resoluções e Pareceres do Conselho Nacional de Educação
Resolução CNE/CP nº 1/ 2004- Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana Parecer CNE/CEB nº02/2007-Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana.
Parecer CNE/CEB nº 5/2007 -Ensino Fundamental de nove anos e da matrícula obrigatória de crianças de seis anos no Ensino Fundamental.
Resolução CNE/ CEB nº 4/ 2009 – Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, Modalidade Educação Especial.
Resolução CNE/CEB nº 3/2010- Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos
Resolução CNE/CEB nº 4/ 2010-Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica
Parecer CNE/CEB nº11/2010- Diretrizes Curriculares Nacionais paras Ensino Fundamental de 9 anos
Parecer CNE/CEB nº07/2010- Diretrizes Curriculares Gerais para Educação Básica Parecer CNE/CEB Nº 6/2010- Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos – EJA
Parecer CNE/CEB Nº 16/2012- Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Quilombola
Parecer CNE/CEB Nº 22/2009- Diretrizes Operacionais para a implantação do Ensino Fundamental de 9 (nove) anos
Resoluções e Pareceres do Conselho Municipal de Educação/ MEC
Parecer nº 11/2011- Organização Curricular dos três anos do Ensino Fundamental
Resolução nº 08/2006- Oferta do Ensino Fundamental na Rede Municipal de Ensino
Resolução nº 10/2010- Normas para a Oferta de Cultura Religiosa
Resolução nº 09/2009- Diretrizes para Oferta da Modalidade Educação de Jovens e Adultos

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS:
1. Ciclos, Seriação e Avaliação Escolar
2. Avaliações na educação básica (Provinha Brasil, Prova Brasil, Saeb e Ideb)
3. Ciclos de vida e aprendizagem
4. Neurociências e suas implicações pedagógicas
5. Escola contemporânea
6. Geração Z
7. Educação integral
8. Alfabetização e letramento
9. A construção do número e numeramento
10. Psicogênese e aquisição da leitura e da escrita
11. Letramento nas áreas de ciências humanas e da natureza
12. Diversidade: gênero, etnia, raça, sexualidade
13. Educação e inclusão (alunos com necessidades educativas especiais)
14. Formação de professores

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
ABRAMOWICZ, Anete, GOMES, Nilma Lino (orgs.). Educação e Raça: perspectivas políticas, pedagógicas e estéticas. Coleção: cultura negra e identidades. Autêntica, 2011.
ALBUQUERQUE, Eliana B. C., MORAIS, Artur G. E FERREIRA, Andréa Tereza B. As práticas cotidianas de alfabetização: o que fazem as professoras? Revista Brasileira de Educação. v. 13, n.38.maio/ago 2008. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbedu/v13n38/05.pdf
BAPTISTA, Cláudio Roberto. “A inclusão e seus sentidos: entre edifícios e tendas”. PPGEDU/ UFRGS. Disponível online em: http://www.educacaoparavida.com/resources/A%20inclus%C3%A3o%20e%20seus%20sentidos.pdf)

BRASIL: MEC- Ensino Fundamental de nove anos: orientações para a inclusão da criança de seis anos de idade/ organização Jeanete Beauchamp, Sandra Denise Pagel, Aricélia Ribeiro do Nascimento. – Brasília: Ministério da Educação, Secretaria da Educação Básica, 2007.
BRASIL: MEC – PDE : Plano de Desenvolvimento da Educação : Prova Brasil : ensino fundamental: matrizes de referência, tópicos e descritores. Brasília : MEC, SEB; Inep, 2008.
BRASIL: MEC- Caderno de Reflexões – Jovens de 15 a 17 Anos no Ensino Fundamental. Autores: Ana Paula Corti, Claudia Lemos Vóvio, Juarez Dayrell, Maria Amabile Mansutti, Neroaldo Pontes Azevedo, Paulo Henrique de Queiroz Nogueira, Raquel Souza, Shirley Aparecida de Miranda, Washington Carlos Ferreira Oliveira. Brasília: Via Comunicação. 2011.
BRASIL: MEC – Indagações sobre currículo. Autores: Elvira Lima, Miguel Arroyo, Antonio Flávio Barbosa, Vera Maria Candau, Nilma Lino Gomes, Cláudia de Oliveira Fernandes, Luiz Carlos de Freitas. Brasilia: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2008.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais. Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília : MEC/SEF, 1997
CAGLIARI, Luiz Carlos, A leitura, in Alfabetização e lingüística, A escrita, in Alfabetização e lingüística – São Paulo: Scipione, 2009.
CASTANHEIRA, Maria Lúcia, MACIEL, Francisca Izabel Pereira, MARTINS, Raquel Márcia Fontes (orgs) “Alfabetização e letramento na sala de aula”. 2ed. – Belo Horizonte: Autêntica Editora: Ceale, 2009.
DORNELLES, Beatriz Vargas. Laboratórios de Aprendizagem: funções, limites e possibilidades. In: MOLL, Jaqueline & colaboradores. Ciclos na escola, tempos na vida: criando possibilidades. Porto Alegre: Artmed, 2004.
FERREIRO, Emília e TEBEROSKY, Ana. Atos de leitura. In: Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre, Artmed, 1999.
________________. Evolução da Escrita. In: Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre, Artmed, 1999.
FREITAS, Luiz Carlos de. Ciclos, seriação e avaliação: confrontos de lógicas. – São Paulo: Moderna, 2003.
_______________. Avaliação: para além da “forma escola”. Revista Educação: Teoria e Prática – v. 20, n.35, jul.- dez.-2010, p. 89-99.
KAMII, Constance. A criança e o número: implicações educacionais da teoria de Piaget para a atuação com escolares de 4 a 6 anos: 11ed. – Campinas, SP: Papirus, 1990.
LIMA, Elvira Souza. Escrita para todos: a aplicação da neurociência na docência e na aprendizagem. Cadernos do CEPAOS 1 – São Paulo: CEPAOS – Centro de Estudos e Pesquisas Armando de Oliveira Souza, 2013.
__________________. Ciclos de Formação: uma reorganização do tempo escolar. São Paulo: Grupo de Estudos do Desenvolvimento Humano, 2000.
MACIEL, Francisca Izabel Pereira e LÚCIO, Iara Silva. Os conceitos de alfabetização e letramento e os desafios da articulação entre teoria e prática. In: CASTANHEIRA, Maria Lúcia, MACIEL, Francisca Izabel Pereira, MARTINS, Raquel Márcia Fontes. (organizadoras) Alfabetização e letramento na sala de aula. – 2ed. – Belo Horizonte: Autêntica Editora: Ceale, 2009.
MAINARDES, Jefferson. A organização da escolaridade em ciclos: ainda em desafio para os sistemas de ensino. In: Avaliação, ciclos e promoção na educação, FRANCO, Creso (organizador). Porto Alegre: Artmed, 2001.
MORAES, Lenir dos Santos. Interações matemáticas na aprendizagem da leitura e da escrita. In: A criança de 6 anos no ensino fundamental. Andrea Rapoport, Dirléia Fanfa Sarmento, Marta Nörnberg e Suzana Moreira Pacheco; organizadoras; Andrea Gabriela Ferrari et al. – Porto Alegre: Mediação, 2009.
MOREIRA, Maria Luiza. A Gramática do verbo aprender. Reflexões sobre a aprendizagem da escrita e da leitura nas escolas municipais de Porto Alegre In: MOLL, Jaqueline & colaboradores. Ciclos na escola, tempos na vida: criando possibilidades. Porto Alegre: Artmed, 2004.
SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. 5ed. – São Paulo: Contexto, 2007.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Avaliação da Aprendizagem: Práticas de Mudança – por uma práxis transformadora, 10a ed. São Paulo: Libertad, 2009.
__________. O currículo organizado em Ciclos de Formação. In: Coordenação do Trabalho Pedagógico: do projeto político-pedagógico ao cotidiano da sala de aula. 9a ed. São Paulo: Libertad, 2009.
Diálogos com a Geração Z. Fronteiras Educação. Ano3. 01/2012. Linguagem e Produção de Sentido. Disponível em: http://www.fronteirasdopensamento.com.br/educacao/?20 Diálogos com a Geração Z. Fronteiras Educação. Ano1. 05/2010. A era da conectividade. Disponível em: http://www.fronteirasdopensamento.com.br/educacao/?20
Educação integral : texto referência para o debate nacional. – Brasília : Mec, Secad, 2009. 52 p. : il. – (Série Mais Educação) Disponível em: http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/cadfinal_educ_integral.pdf
Provinha Brasil: Matriz de Referência para Avaliação da Alfabetização e do Letramento Inicial. Disponível em: http://download.inep.gov.br/educacao_basica/provinha_brasil/matriz_referencia/2009/matriz_de_referencia_provinha_brasil.pdf Provinha Brasil: Matriz de Referência para Avaliação da Alfabetização Matemática Inicial Disponível em: http://download.inep.gov.br/download/provinhabrasil/2011/matriz_provinha_matematica.pdf .

FDRH-RS divulga os gabaritos preliminares do concurso do Magistério RS 2013

Publicado o Edital n.º 08/2013 no Diário oficial do Estado (págs. 35-39), da Secretaria de Educação do Estado do Rio Grande do Sul (SEDUC) com os gabaritos preliminares do concurso público do Magistério Estadual 2013, provas aplicadas no domingo, dia 19/5.

Veja o arquivo em PDF abaixo:

>>> Gabarito oficial preliminar – SEDUC-RS 2013 <<<

Mais tarde, a FDRH-RS deve publicar o Edital integral na página do concurso que pode ser acessado AQUI .

 

SEDUC-RS divulga Edital de homologação e marca data de aplicação da prova objetiva

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A Secretaria de Educação divulgou hoje, dia 02/4, Edital de homologação das inscrições para o concurso público do Magistério Estadual, marcando a data de realização das provas objetivas.

>>>>> Edital de Homologação n. 04/2013 <<<<<

(…)

7 – DATA DA PROVA OBJETIVA
7.1 – As provas objetivas dos concursos da SEDUC serão realizadas dia 19 de maio de 2013.
7.2 – Os locais de provas, o horário e outras informações pertinentes às Provas Objetivas serão divulgadas em edital próprio.

(…)

FDRH recebe 81.728 inscrições para concurso do Magistério

O Concurso do Magistério registrou na última quarta-feira (13.3), 81.728 inscrições. Os candidatos que se inscreveram têm impreterivelmente até esta quinta-feira (14.3) para efetuar o pagamento da taxa de inscrição.  O valor de inscrição é de R$ 129,70 (nível superior) e R$ 56,87 (nível médio) e o pagamento da taxa deverá ser feito por meio de boleto bancário. O número de inscrições homologadas deverá ser divulgado nos próximos dias.

Realizado pelo Governo do Estado, o concurso oferece dez mil vagas em todo o Estado. O prazo de validade do concurso público é de dois anos, prorrogável por igual período. Este é o segundo concurso para professores realizado pela Seduc nesta gestão. As provas serão realizadas nos municípios-sede das Coordenadorias Regionais de Educação (CREs), em data a ser informada com antecedência mínima de dez dias, conforme expresso no Edital.

Atendendo à legislação, há vagas para cotistas. Dez por cento são vagas destinadas a candidatos com deficiência e 16% para negros. As provas serão por área de conhecimento e habilitação para os candidatos da Educação Básica e por área de conhecimento e eixo tecnológico para os candidatos da Educação Profissional.

Provas 
O concurso terá duas provas, a objetiva, eliminatória e com 80% de peso na nota final, e a de títulos, classificatória. As provas objetivas serão compostas por dois módulos, com conteúdo específico, dependendo do cargo escolhido. Para aprovação no Concurso, o candidato deverá alcançar o percentual mínimo de 60% do total das questões de cada um dos módulos que compõem a prova objetiva, conforme previsto no Anexo 8 do Edital. O candidato que não alcançar o percentual será eliminado automaticamente.

  • Módulo I (Língua Portuguesa, Legislação e Conhecimentos Pedagógicos);
  • Módulo II (Área de Conhecimentos e Habilidades).

Veja:

Com informações da SEDUC-RS.

FDRH-RS publica retificações no Edital do Magistério Estadual RS 2013

A FDRH-RS publicou retificação no Edital do concurso do Magistério Estadual RS 2013.
Vejam os documentos consolidados.

Titulo: Edital Nº 02/2013 – Retificação do Edital Nº01/2013
Titulo: 
Anexo 1 RetificadoTitulo: Anexo 2 Retificado
Titulo: 
Anexo 8 Retificado
Titulo: 
Anexo 10 Retificado
Titulo: 
Anexo 12 Retificado

Concurso MAGISTÉRIO Estadual RS 2013: Inscrições abertas

fdrh-rs2013

Governo do Estado inicia inscrições para novo concurso nesta quarta-feira

Cumprindo o compromisso assumido pelo Governo do Estado, a Secretaria da Educação e a Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos iniciam nesta quarta-feira (27/2) as inscrições para o concurso do Magistério Público do Rio Grande do Sul. O prazo segue até o dia 13/03.

O certame complementa o concurso realizado em 2012, no qual foram aprovados mais de 5200 candidatos. Nesta oportunidade, serão selecionados professores de nível médio e superior para o provimento de 10 mil vagas em todo os Estado. Para que o candidato seja aprovado, é preciso acertar um percentual de 60% em cada um dos módulos. A nota será composta pela prova objetiva, que equivale a 80% do valor total, e pela prova de títulos, com peso de 20%.

>>>>>>Veja as informações sobre o curso on line (EAD) <<<<<<<

>>> Veja as informações sobre os cursos presenciais <<<

O valor de inscrição é de R$ 129,70 (nível superior) e R$ 56,87 (nível médio) e o pagamento da taxa deverá ser feito, impreterivelmente, até o dia 14 de março de 2013, por meio de boleto bancário. As provas serão realizadas nos municípios-sede das Coordenadorias Regionais de Educação (CREs), em data a ser informada com antecedência mínima de dez dias, conforme expresso no Edital.

Atendendo à legislação, há vagas para cotistas. Dez por cento são vagas destinadas a candidatos com deficiência e 16% para negros. As provas serão por área de conhecimento e habilitação para os candidatos da Educação Básica e por área de conhecimento e eixo tecnológico para os candidatos da Educação Profissional.

O prazo de validade do concurso público é de dois anos, prorrogável por igual período. Este é o segundo concurso para professores realizado pela Seduc nesta gestão. Em 2012, 5,6 mil professores foram aprovados no concurso do magistério. Todos estarão nomeados até o final de fevereiro.

Provas 
O concurso terá duas provas, a objetiva, eliminatória e com 80% de peso na nota final, e a de títulos, classificatória. As provas objetivas serão compostas por dois módulos, com conteúdo específico, dependendo do cargo escolhido (Professor de Anos Iniciais do Ensino Fundamental e Educação Especial; Professor de Anos Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio; Professor da Educação Profissional; Professor da Educação Indígena).

Aprovação 
Para aprovação no Concurso, o candidato deverá alcançar o percentual mínimo de 60% do total das questões de cada um dos módulos que compõem a prova objetiva, conforme previsto no Anexo 8 do Edital. O candidato que não alcançar o percentual será eliminado automaticamente. O índice é calculado multiplicando-se o número de acertos pelo peso da questão.

Exemplo:
– no módulo I: 21 (acertos) x 2 (peso da questão) = a 42 (pontuação), que corresponde à pontuação mínima de 60% do módulo I – 21 x 2 = 42 = 60%;
– no módulo II: 15 (acertos) x 1,2 (peso da questão) = a 18 (pontuação), que corresponde à pontuação mínima de 60% do módulo II – 15 x 1,2  = 18 = 60% .

Mantendo a metodologia do concurso público de 2012, os candidatos não se habilitam para uma cidade, e sim para a abrangência da Coordenadoria Regional de Educação (CRE). Ou seja, ao inscrever-se, o candidato a professor da rede estadual escolhe a CRE onde pretende atuar. Os candidatos nomeados poderão ser designados para exercer suas atribuições em qualquer um dos municípios que integram a jurisdição da respectiva CRE onde os candidatos inscreveram-se.

As áreas 
As vagas previstas estão localizadas nas seguintes áreas: Linguagens e suas Tecnologias; Matemática e suas Tecnologias; Ciências da Natureza e suas Tecnologias; Ciências Humanas e suas Tecnologias, Educação Básica: etapas e modalidades; e Educação Profissional e suas Tecnologias.

Com informações da FDRH-RS e Secretaria de Estado da Educação – SEDUC-RS.

Professores de inglês da rede pública podem fazer curso de aperfeiçoamento nos EUA

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Professores de inglês da rede pública interessados em aperfeiçoar o idioma terão a oportunidade de fazer um curso intensivo de seis semanas em universidades dos Estados Unidos. Para participar da seleção, devem fazer a inscrição até o dia 14 de fevereiro no site da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A seleção faz parte da quinta edição do Programa de Desenvolvimento Profissional para Professores de Língua Inglesa nos Estados Unidos da Capes.

Ao todo serão ofertadas 540 vagas e serão selecionados até 20 professores por unidade da Federação. De acordo com a Capes, mais de 2 mil professores estão aptos a concorrer pelas vagas.

Para participar o professor deve ser concursado, ter concluído o estágio probatório, estar ministrando a disciplina de inglês, ter nacionalidade brasileira e realizar o Test of English as a Foreign Language (Toefl) do ITP (Institutional Testing Program) a fim de avaliar o nível de proficiência em língua inglesa.

Na inscrição, o candidato deve informar o local que deseja realizar a prova, que será aplicada de 23 de fevereiro a 10 de março. Além disso, ele não pode estar recebendo bolsa ou benefício financeiro de outras entidades brasileiras ou norte-americanas.

Os selecionados serão beneficiados com emissão gratuita de visto pela Embaixada dos EUA no Brasil, passagem aérea internacional de ida e volta, ajuda de custo de US$ 500, seguro-saúde, alojamento no campus universitário, alimentação, taxas escolares e material didático.

A divulgação do resultado final está prevista para 26 de abril e o embarque para os EUA, para os dias 21, 22 ou 23 de junho, com retorno nos dias 2, 3 ou 4 de agosto de 2013.

Com informações da Agência

Magistério Estadual RS 2013: Publicado edital para 10 mil vagas de PROFESSOR

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Bom dia, colegas:

Acaba de ser publicado o novo Edital para as 10 mil vagas de Professor Estadual.

Os candidatos devem realizar a inscrição exclusivamente via internet pelo site da Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH) no período de 27 de fevereiro até 13 de março. As provas deverão ocorrer na segunda quinzena de maio (a confirmar). A taxa de inscrição deve ser paga até 14 de março.

Houve uma importante revisão nos quesitos das provas: agora teremos as provas divididos em dois grupos:

Módulo I – Conhecimentos Básicos | 35 questões

  • Língua Portuguesa
  • Conhecimentos Pedagógicos
  • Legislação

Módulo II – Conhecimentos Específicos | 25 questões

  • Conhecimentos da Área
  • Habilitação do Professor

A linha de corte dos 60% será aplicada nos módulos e não mais por matéria.

A data e os locais para realização da prova objetiva serão divulgados no Diário Oficial do Estado com 10 dias de antecedência.

Veja todos os Editais e seus Anexos:

Gostaria de comunicar aos colegas que estarei participando de um novo projeto na preparação do novo concurso. Juntamente com os melhores professores de língua portuguesa e legislação, estarei trabalhando em uma equipe exclusiva com cursos presenciais em São Leopoldo, Osório, Passo Fundo, Soledade e Erechim, além do EAD do AGORA+ que já possui 100% das aulas gravadas e que terá novidades nos próximos dias.

>>>>>>Veja as informações sobre o curso on line (EAD) <<<<<<<

>>> Veja as informações sobre os cursos presenciais <<<

O valor de inscrição é de R$ 129,70 (nível superior) e R$ 56,87 (nível médio) e o pagamento da taxa deverá ser feito, impreterivelmente, até o dia 14 de março de 2013, por meio de boleto bancário. As provas serão realizadas nos municípios-sede das Coordenadorias Regionais de Educação (CREs), em data a ser informada com antecedência mínima de dez dias, conforme expresso no Edital.

Atendendo à legislação, há vagas para cotistas. Dez por cento são vagas destinadas a candidatos com deficiência e 16% para negros. As provas serão por área de conhecimento e habilitação para os candidatos da Educação Básica e por área de conhecimento e eixo tecnológico para os candidatos da Educação Profissional.

O prazo de validade do concurso público é de dois anos, prorrogável por igual período. Este é o segundo concurso para professores realizado pela Seduc nesta gestão. Em 2012, 5,6 mil professores foram aprovados no concurso do magistério. Todos estarão nomeados até o final de fevereiro.

Provas 
O concurso terá duas provas, a objetiva, eliminatória e com 80% de peso na nota final, e a de títulos, classificatória. As provas objetivas serão compostas por dois módulos, com conteúdo específico, dependendo do cargo escolhido (Professor de Anos Iniciais do Ensino Fundamental e Educação Especial; Professor de Anos Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio; Professor da Educação Profissional; Professor da Educação Indígena).

Aprovação 
Para aprovação no Concurso, o candidato deverá alcançar o percentual mínimo de 60% do total das questões de cada um dos módulos que compõem a prova objetiva, conforme previsto no Anexo 8 do Edital. O candidato que não alcançar o percentual será eliminado automaticamente. O índice é calculado multiplicando-se o número de acertos pelo peso da questão.

Exemplo:
– no módulo I: 21 (acertos) x 2 (peso da questão) = a 42 (pontuação), que corresponde à pontuação mínima de 60% do módulo I – 21 x 2 = 42 = 60%;
– no módulo II: 15 (acertos) x 1,2 (peso da questão) = a 18 (pontuação), que corresponde à pontuação mínima de 60% do módulo II – 15 x 1,2  = 18 = 60% .

Mantendo a metodologia do concurso público de 2012, os candidatos não se habilitam para uma cidade, e sim para a abrangência da Coordenadoria Regional de Educação (CRE). Ou seja, ao inscrever-se, o candidato a professor da rede estadual escolhe a CRE onde pretende atuar. Os candidatos nomeados poderão ser designados para exercer suas atribuições em qualquer um dos municípios que integram a jurisdição da respectiva CRE onde os candidatos inscreveram-se.

As áreas 
As vagas previstas estão localizadas nas seguintes áreas: Linguagens e suas Tecnologias; Matemática e suas Tecnologias; Ciências da Natureza e suas Tecnologias; Ciências Humanas e suas Tecnologias, Educação Básica: etapas e modalidades; e Educação Profissional e suas Tecnologias.