Professores de inglês da rede pública podem fazer curso de aperfeiçoamento nos EUA

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Professores de inglês da rede pública interessados em aperfeiçoar o idioma terão a oportunidade de fazer um curso intensivo de seis semanas em universidades dos Estados Unidos. Para participar da seleção, devem fazer a inscrição até o dia 14 de fevereiro no site da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A seleção faz parte da quinta edição do Programa de Desenvolvimento Profissional para Professores de Língua Inglesa nos Estados Unidos da Capes.

Ao todo serão ofertadas 540 vagas e serão selecionados até 20 professores por unidade da Federação. De acordo com a Capes, mais de 2 mil professores estão aptos a concorrer pelas vagas.

Para participar o professor deve ser concursado, ter concluído o estágio probatório, estar ministrando a disciplina de inglês, ter nacionalidade brasileira e realizar o Test of English as a Foreign Language (Toefl) do ITP (Institutional Testing Program) a fim de avaliar o nível de proficiência em língua inglesa.

Na inscrição, o candidato deve informar o local que deseja realizar a prova, que será aplicada de 23 de fevereiro a 10 de março. Além disso, ele não pode estar recebendo bolsa ou benefício financeiro de outras entidades brasileiras ou norte-americanas.

Os selecionados serão beneficiados com emissão gratuita de visto pela Embaixada dos EUA no Brasil, passagem aérea internacional de ida e volta, ajuda de custo de US$ 500, seguro-saúde, alojamento no campus universitário, alimentação, taxas escolares e material didático.

A divulgação do resultado final está prevista para 26 de abril e o embarque para os EUA, para os dias 21, 22 ou 23 de junho, com retorno nos dias 2, 3 ou 4 de agosto de 2013.

Com informações da Agência

ProUni tem mais de 620 mil inscritos

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O Programa Universidade para Todos (ProUni) registrou 621.117 inscritos até as 19h30 de hoje (18.1). Foram registradas 1.201.404 inscrições, já que cada candidato pode fazer até duas opções de curso e de instituição de ensino. O prazo de inscrições, aberto na madrugada de quinta-feira (17), vai até as 23h59 de segunda-feira (21), pelo horário de Brasília.

O programa do Ministério da Educação (MEC) concede bolsas de estudo integrais e parciais em cursos de graduação e sequenciais de formação específica em instituições privadas de educação superior. Neste primeiro semestre, estão sendo oferecidas 162.329 bolsas, distribuídas em 12.159 cursos de 1.078 instituições de todo o país. As bolsas integrais somam 108.686 e as parciais, 53.643. O estado de São Paulo é o que oferece mais bolsas, 56 mil, seguido por Minas Gerais (17 mil bolsas) e o Paraná (12 mil).

A bolsa integral é concedida a estudantes com renda bruta familiar por pessoa de até um salário mínimo e meio (R$ 1.017) e as parciais àqueles com renda familiar de até três salários mínimos por pessoa (R$ 2.034).

O estudante que conseguir apenas a bolsa parcial (50% da mensalidade) pode custear a outra metade por meio do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) sem a necessidade de apresentar fiador. Para isso, é preciso que a instituição onde o aluno pretende se matricular tenha firmado termo de adesão ao Fies e ao Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (Fgeduc).

Os candidatos podem se inscrever no ProUni exclusivamente pela internet. Para participar é preciso ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou na rede particular na condição de bolsista. Também é pré-requisito ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2012, alcançado pelo menos 450 pontos e não ter zerado a nota da redação. No ano passado, a exigência mínima era 400 pontos.

A primeira divulgação dos resultados será no dia 24 deste mês e a segunda, no dia 8 de fevereiro. Quem não for pré-selecionado em nenhuma das etapas poderá entrar na lista de espera nos dias 24 e 25 de fevereiro. Desde a sua criação, o ProUni atendeu 1.096.359 estudantes, dos quais 739.094 com bolsa integral.

Com informações da Agência Brasil.

Primeira chamada do Sisu já pode ser consultada

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O resultado do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) já pode ser consultado na página do programa,nas instituições participantes e na central de atendimento do Ministério da Educação (MEC), por meio do telefone 0800-616161. Os convocados devem providenciar a matrícula entre os dias 18 e 22 deste mês. A segunda chamada será divulgada no próximo dia 28, com matrículas de 1º a 5 de fevereiro.

Ao todo, 1.949.958 inscritos disputaram as 129.319 vagas em 3.752 cursos. Na primeira edição deste ano do Sisu, participaram 101 instituições públicas de educação superior. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), houve um crescimento de 11% em relação ao ano passado, quando o sistema registrou 1.757.399 inscritos.

No caso de notas iguais, o desempate entre os candidatos obedece à seguinte ordem de critérios: maior nota obtida na redação; maior nota obtida na prova de linguagens, códigos e suas tecnologias; maior nota obtida na prova de matemática; maior nota obtida na prova de ciências da natureza; maior nota obtida na prova de ciências humanas.

Os estudantes que não forem selecionados nas duas primeiras convocações ainda terão mais uma chance. Os alunos podem aderir à lista de espera para concorrer às vagas remanescentes. Para isso, precisa manifestar, no site do programa, seu interesse, acessando o boletim do candidato e clicando no ícone que corresponde à confirmação de interesse em participar da lista de espera do Sisu.

A participação na lista de espera somente poderá ser feita na primeira opção de vaga do candidato. O prazo de adesão vai de 28 deste mês a 8 de fevereiro. No dia 18 de fevereiro, ocorrerá a convocação, pelas instituições, dos candidatos em lista de espera.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou este mês a bolsa assistência estudantil. O valor de R$ 400 é uma das formas encontradas pelo governo para garantir a permanência dos alunos cotistas de baixa renda nas universidades federais. A medida está prevista para entrar em vigor em maio deste ano.

O benefício será concedido aos alunos de cursos com duração diária acima de cinco horas e ainda depende da aprovação do Orçamento no Congresso Nacional. Terão direito garantido à assistência os alunos aprovados no Sisu, por meio de cotas sociais, ou seja, estudantes com renda per capita igual ou inferior a 1,5 salário mínimo.

Com informações da Agência Brasil.

 

Sisu 2013 tem mais de 1,9 milhão de inscritos, número é recorde

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cronograma-sisu-2013As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do Ministério da Educação (MEC) foram encerradas às 23h59 de ontem (11.1). Segundo balanço divulgado hoje (12.1) pelo MEC, inscreveram-se 1.949.958 candidatos. No entanto, ao todo, foram registradas  3.801.894 inscrições, já que cada candidato podia fazer duas opções de curso.

Nesta edição do Sisu, a oferta chega a 129.319 vagas em 3.752 cursos. Ao todo, 101 instituições públicas de educação superior selecionam estudantes por meio do Sisu neste primeiro semestre.De acordo com o ministério, o número de inscritos este ano é recorde. No ano passado, o Sisu teve 1.757.399 de candidatos inscritos.

A primeira chamada de selecionados está prevista para segunda-feira (14.1). Os convocados devem fazer a matrícula entre os dias 18 e 22 próximos. A segunda chamada será divulgada no dia 28 deste mês, com matrículas de 1º a 5 de fevereiro.

Os estudantes que não forem selecionados nas duas primeiras convocações podem aderir à lista de espera para concorrer a vagas remanescentes. O prazo de adesão vai de 28 deste mês a 8 de fevereiro.

Concorrem às vagas aqueles que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2012 e obtiveram nota na redação que não tenha sido zero.

O balanço detalhado, com todos os números referentes à primeira edição deste ano do Sisu, será divulgado segunda-feira (14.1).

Com informações da Agência Brasil.

Novo piso nacional de Professor será de R$ 1.567,00

Professores da rede pública de ensino que lecionam em turma de educação básica (ensino infantil ao médio) não poderão ganhar um salário menor do que R$ 1.567,00 neste ano.

Lei do Piso Nacional do Professores – Lei Federal n. º 11.738, de 16 de julho de 2008.

Conforme antecipado pelo blog, o ministro Aloizio Mercadante (Educação) divulgou nesta quinta-feira o novo piso nacional do professor, reajustado em 7,97%. Hoje, o salário do professor é de R$ 1.451.

Esse é um dos menores reajustes do piso, definido em lei nacional há cinco anos. No ano passado, o reajuste salarial foi de 22,22%. Segundo a lei, o reajuste segue o mesmo percentual de aumento no valor gasto por aluno no Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica).

Composto por uma parte da arrecadação de diferentes impostos, o fundo é afetado diretamente pelo comportamento da economia nacional. Quanto maior o crescimento do país, mais receita tem o fundo e maior será o reajuste do professor. Como no ano passado o desempenho econômico do Brasil foi ruim, o reajuste inicialmente previsto em 21% caiu para 7,97%.

De acordo com a CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação), 14 Estados da federação ainda não cumprem integralmente a lei do piso nacional do professor. Além da definição do mínimo a ser pago ao docente para uma jornada de 40 horas semanais, a lei assegura ainda que ao menos 33% dessa carga horária seja dedicada a atividades extraclasse, para o Professional atender os estudantes e preparar aulas.

Relação de Estados:

  • Não pagam o piso: Alagoas, Amapá, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sergipe.
  • Não cumprem a lei na íntegra: Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, São Paulo, Tocantins.
  • Cumprem a lei na totalidade: Acre, Amazonas, Distrito Federal, Mato Grosso e Rondônia.
  • Não informado: Rio de Janeiro.

Abaixo, a tabela de salários do magistério nos estados atualizada.

Em relação à tabela acima, importante destacar:

1. O piso nacional do magistério corresponde à formação de nível médio do/a professor/a, e sua referência encontra-se localizada na coluna “Vencimento” da tabela.

2. Os valores estabelecidos para a formação de nível superior são determinados pelos respectivos planos de carreira (leis estaduais).

3. A equivalência do piso à Lei 11.738, nesta tabela, considera o valor anunciado pelo MEC para 2012 (R$ 1.451,00). Para a CNTE, neste ano, o piso é de R$ 1.937,26, pois a Confederação considera (i) a atualização monetária em 2009 (primeiro ano de vigência efetiva da norma federal), (ii) a aplicação prospectiva do percentual de reajuste do Fundeb ao Piso (relação ano a ano); e (iii) a incidência de 60% para pagamento dos salários dos educadores, decorrente das complementações da União feitas através das MPs nº 484/2010 e 485/2010.

4. Nos estados do Espírito Santo e Minas Gerais, as remunerações correspondem ao subsídio implantado na forma de uma segunda carreira para os profissionais da educação. Os valores integram vantagens pessoais dos servidores, e os sindicatos da educação cobram a aplicação correta do piso na carreira do magistério.

5. Na maioria dos estados (e também dos municípios), a aplicação do piso tem registrado prejuízos às carreiras do magistério, ofendendo, assim, o dispositivo constitucional (art. 206, V) que preconiza a valorização dos profissionais da educação por meio de planos de carreira que atraiam e mantenham os trabalhadores nas escolas públicas, contribuindo para a melhoria da qualidade da educação.

Novo piso nacional do magistério aumenta defasagem do salário de professores gaúchos

O governo federal anunciou um aumento de R$ 116 no salário mínimo dos professores da rede pública. Divulgado nesta quinta-feira, em Brasília, pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, o reajuste anual do piso nacional do magistério ficou em 7,97% — passou de R$ 1.451 para R$ 1.567 a partir dos vencimentos referentes a janeiro de 2013.

Enquanto isso, o governo do Estado prevê um vencimento básico de R$ 977,05 para os professores gaúchos em fevereiro, referente à jornada de trabalho de 40 horas semanais.

O secretário estadual da Educação Jose Clovis de Azevedo argumenta que a diferença de R$ 589,95 para o piso nacional é compensada por meio de pagamentos complementares. 

— Nenhum professor no Estado recebe menos do que o piso nacional, a diferença é que para chegar a esse valor nós pagamos completivos sobre o salário inicial — explica Azevedo.

A projeção do governo gaúcho é equiparar o vencimento básico do magistério estadual com o piso nacional até 2014, totalizando cerca de 76,6% de aumento, conforme o secretário. Porém, ele destaca que o modo como o reajuste é calculado pelo Ministério da Educação (MEC) gera insegurança para os cofres de Estados e municípios.

— As taxas variam muito de ano para ano, o que dificulta o planejamento financeiro. Nós defendemos que o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) é a referência e os aumentos que nós estamos dando até 2014 estão próximos do INPC — diz o secretário.

Salário é calculado com base no Fundeb
Desde que foi estabelecido, o mínimo nacional dos professores é revisado ano a ano, com base no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Após anunciar 22% de aumento em 2012, o MEC trouxe números mais brandos para 2013.

Mercadante admite que o reajuste anterior foi pesado e defendeu o atual, ao apontar que o crescimento dos vencimentos precisa ser “progressivo e sustentável”, encaixando nos orçamentos de municípios e Estados.

— É uma lei que tem que ser cumprida por todos os entes federados. Nós partimos de um patamar muito baixo para os salários dos professores no Brasil. Só o aumento progressivo do piso vai atrair professores competentes para a educação — sustenta o ministro.

A presidente do CPERS/Sindicato, Rejane de Oliveira, no entanto, critica a proposta salarial apresentada pelo MEC. Na interpretação dela, o governo burlou o método de referência para o cálculo. Pela legislação, o reajuste deve considerar o custo por aluno, publicado em portaria sempre no mês de novembro do ano anterior. Em 2012, esse valor aumentou 20,95%.

— A educação está sofrendo um golpe, que afeta não só o salário do magistério, mas também rebaixa o repasse do governo para a educação pública — avalia Rejane.

Cálculos extraoficiais indicam que os 7,97% de reajuste no salário do magistério terão um impacto de cerca de R$ 2,1 bilhões nas contas dos municípios brasileiros.

Com informações da Agência Brasil, CNTE e Zero Hora.

Inscrições para o ProUni começam no dia 17.1

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As inscrições para o processo seletivo do Programa Universidade para Todos (ProUni) serão abertas no dia 17 de janeiro, quinta-feira. De acordo com edital do processo seletivo, publicado hoje (9.1) no Diário Oficial da União, as inscrições serão feitas em uma única etapa e exclusivamente pela internet. O prazo vai até às 23 horas e 59 minutos de 21 de janeiro.

>>>>> Saiba quem pode participar do ProUni <<<<<<

O processo seletivo será constituído de duas chamadas. Os resultados dos estudantes pré-selecionados estarão disponíveis no portal do ProUni na internet no dia 24 de janeiro, para a primeira chamada e no dia 8 de fevereiro, para segunda.

Para concorrer as bolsas do ProUni, o aluno tem que ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2012 e atender aos critérios de renda do programa. Também é necessário ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou em colégio particular com bolsa integral.  Para concorrer às bolsas integrais, que custeiam 100% da mensalidade, a renda per capita da família deve ser de até 1,5 salário mínimo. Já as bolsas parciais, que equivalem a 50% da mensalidade, são destinadas aos candidatos com renda familiar per capita de até 3 salários.

De acordo com as novas regras do programa, o estudante precisa ter obtido a nota mínima de 450 pontos, correspondente à média aritmética de todas as provas do exame. Anteriormente, a pontuação mínima exigida era 400.

O estudante pré-selecionado deve observar os prazos para comparecer à instituição de ensino superior em que pretende fazer seu curso. Nesta etapa serão conferidas as informações prestadas na ficha de inscrição. No caso da primeira chamada, a conferência vai de 24 a 31 de janeiro. Na segunda chamada, de 8 a 19 de fevereiro.

Os candidatos não selecionados podem ter uma segunda chance, por meio da lista de espera. Para participar, o estudante deve manifestar interesse no portal do programa nos dias 24 e 25 de fevereiro. A lista terá duas chamadas, uma no dia 28 de fevereiro e outra em 8 de março.

Criado em 2004, o ProUni concede bolsas de estudo integral e parcial em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições privadas de educação superior. Dados do Ministério da Educação indicam que o ProUni atendeu, desde sua criação até o processo seletivo do segundo semestre de 2012, a mais de 1 milhão de estudantes, sendo 67% com bolsa integral.

Antes de se candidatar, conheça as regras e saibam quais são os critérios para receber o benefício.

1. Público
As bolsas do ProUni são destinadas a estudantes que tenham cursado todo o ensino médio em escola pública, ou em estabelecimento privado na condição de bolsista integral. Outros públicos também podem se candidatar à bolsa, mesmo que não atendam ao critério acima. O ProUni também atende pessoas com deficiência e professores da rede pública que estejam no exercício do magistério. Nesses dois últimos casos, não é necessário atender aos critérios de renda.

2. Enem
Para disputar uma bolsa o candidato também precisa ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Para o caso do processo seletivo do ProUni de 2013, os estudantes deverão ter participado do Enem 2012. A nota mínima para poder se candidatar a uma bolsa é de 450 pontos na média das quatro provas objetivas que compõem o exame. A nota da redação também não pode ter sido zero.

3. Renda
O ProUni distribui dois tipos de bolsas: as integrais, que custeiam 100% da mensalidade, e a parciais, que bancam 50% do valor mensal. Paras concorrer ao benefício integral, a renda familiar per capita do aluno não pode ser superior a 1,5 salário mínimo, o que equivale atualmente a R$ 1.017. Quem quiser disputar uma bolsa parcial deverá ter renda familiar per capita de até 3 salários mínimos, ou R$ 2.034.

Se for pré-selecionado para ganhar uma bolsa do ProUni, o aluno terá que comprovar as informações sobre a renda e histórico escolar junto às instituições de ensino onde pretendem estudar. Até 2012, o ProUni atendeu mais de 1 milhão de estudantes, sendo 67% com bolsa integral.

Com informações da EBC – Agência Brasil.