Ciência sem Fronteiras: Inscrições prorrogadas até 24.1

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O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou ontem (8.1) a prorrogação por mais dez dias do prazo das inscrições para o Programa Ciência sem Fronteiras. Os candidatos têm até o dia 24.1 para se inscrever nas novas chamadas que preveem graduação tipo sanduíche em instituições na Suécia, Hungria, Noruega, Austrália, Alemanha, no Canadá, na Coreia do Sul, Espanha, nos Estados Unidos, na França, Holanda, Itália, no Japão, em Portugal e no Reino Unido. O prazo inicial terminaria no dia 14 de janeiro.

De acordo com o ministério, até o momento, mais de 40 mil pessoas se candidataram à seleção do programa. Com a prorrogação, a pasta pretende garantir a maior participação de estudantes.

As áreas oferecidas no programa de intercâmbio são ciências exatas e da terra, engenharia, computação e tecnologia da informação, biologia, ciências biomédicas e da saúde, e indústria criativa (produtos e processos para desenvolvimento tecnológico e inovação). Segundo Mercadante, as áreas de humanas são contempladas em outras bolsas de estudos. “O déficit do Brasil não está em humanidades. Nas humanidades, o Brasil tem uma expressão bastante grande. O déficit são as engenharias”, disse, ao explicar o foco do Ciência sem Fronteiras.

O ministro lembrou que o Ministério da Educação (MEC) vai aplicar 500 mil testes de nivelamento de proficiência em língua inglesa até 2014. A medida faz parte do Programa Inglês sem Fronteiras, que auxilia os candidatos para não serem prejudicados pelo idioma e, assim, garantirem bolsas em universidades no exterior.

O Programa Ciência sem Fronteiras foi lançado em dezembro de 2011 e já concedeu cerca de 18 mil bolsas. A meta é oferecer 101 mil até 2015. Serão 75 mil por parte do governo federal, e as demais, em parceria com a iniciativa privada.

Com informações da Agência Brasil.

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Adiada a entrada em vigor do acordo ortográfico para 2016

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O governo brasileiro adiou por mais três anos o início da obrigatoriedade do uso do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. O acordo que visa padronizar as regras ortográficas foi assinado em 1990 com outros países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP). Com o adiamento, as novas regras, que se tornariam obrigatórias daqui a quatro dias, só poderão ser cobradas a partir de 1º de janeiro de 2016. O novo prazo consta em decreto presidencial publicado hoje (28.12), no Diário Oficial da União.

Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe assinaram o acordo ortográfico em 1990. Na época, o Timor-Leste, que hoje faz parte da CPLP, ainda não era uma nação independente. O país só aderiu ao acordo em 2004, após tornar-se independente.

Cada país deve ratificar o documento assinado e definir os prazos para a entrada em vigor do novo acordo.

Em Portugal, a reforma foi ratificada e promulgada em 2008 e as novas regras entraram em vigor em maio de 2009, com a previsão de se tornarem obrigatórias em seis anos a partir dessa data. No Brasil, o acordo foi ratificado em setembro de 2008 e as novas regras já estão em uso, embora em caráter não obrigatório, desde 1º de janeiro de 2009.

O acordo também já foi ratificado por Cabo Verde (2006), São Tomé e Príncipe (2006), Guiné-Bissau (2009) e Timor Leste (2009). Moçambique e Angola ainda não ratificaram o documento.

Com informações da Agência Brasil.

Dilma: “Educação é prioridade absoluta”.

A presidenta Dilma Rousseff reafirmou hoje (27.12) que a educação é uma “prioridade absoluta” de seu governo. O assunto tem sido tema frequente de seus discursos e, segundo ela, dá sentido a outras medidas tomadas pelo governo, inclusive as econômicas.

“O Brasil não terá crescimento sustentável se não investir em educação, e muito. Da creche à pós-graduação”, disse a presidenta, durante café da manhã com jornalistas. “Se não colocarmos dinheiro em educação, não tem saída.”

Segundo Dilma, a educação é o único fator que pode unir “os dois mundos” que existem no Brasil: o da extrema pobreza e o a da ciência, tecnologia e inovação. “É a educação que une esses dois mundos. Para os adultos, o emprego tira da pobreza, mas criança só sai da pobreza com educação”, comparou. “Não tem ciência e tecnologia num país que não tem massa crítica”, acrescentou.

A presidenta defendeu programas de alfabetização na idade certa e escolas em tempo integral. “Mas não só com esporte e artes. Escola integral com mais português, com mais matemática, com língua estrangeira”, listou.

Com informações da Agência Brasil.

Sisu 2013 vai oferecer 129,2 mil vagas em mais de 3,7 mil cursos de ensino superior

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O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) vai oferecer 129.279 vagas em 3.751 cursos de 101 instituições públicas de ensino superior. As informações já estão disponíveis aos candidatos no site do sistema. A ferramenta foi criada pelo Ministério da Educação (MEC), em 2009, para unificar o processo de seleção de universidades e institutos federais de ensino.

As vagas serão preenchidas por estudantes que prestaram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e obtiveram nota maior que zero na redação. O sistema entra no ar a partir do dia 7 de janeiro de 2013.

De acordo com o cronograma do Sisu, publicado ontem (26) no Diário Oficial da União, as inscrições vão até as 23 horas e 59 minutos do dia 11 de janeiro de 2013 (horário de Brasília) e devem ser feitas exclusivamente pela internet, no portal do Sisu. Para a seleção do primeiro semestre de 2013 valerá a nota do Enem 2012, cuja divulgação, segundo o MEC, será feita amanhã (28.12).

Segundo o edital, o estudante poderá se inscrever em até duas opções de vaga e deverá especificar a ordem de preferência, o local de oferta, o curso e o turno. Além disso, será possível escolher a modalidade de concorrência – em 2013, o Sisu se adequará à Lei de Cotas, de agosto de 2012. As inscrições serão gratuitas e as instituições de ensino deverão disponibilizar acesso à internet aos estudantes interessados.

O resultado da primeira chamada será divulgado no dia 14 de janeiro de 2013 e da segunda chamada, no dia 28 de janeiro, no site do Sisu e das instituições. No caso de notas idênticas, o desempate será feito pela seguinte ordem de critérios: nota na redação; nota em Linguagens, Códigos e suas tecnologias; nota em Matemática e suas Tecnologias; nota em Ciências da Natureza e suas Tecnologias e nota em Ciências Humanas e suas Tecnologias.

As matrículas serão feitas nas instituições nos dias 18, 21 e 22 de janeiro para a primeira chamada e 1º, 4 e 5 de fevereiro para a segunda.

Com informações da Agência Brasil.

Dilma deve editar Medida Provisória destinando royalties do petróleo para EDUCAÇÃO

Dilma deve vetar parcialmente PL aprovado e destinar 100% dos royalties para a EDUCAÇÃO.

A presidente Dilma Rousseff deve editar uma medida provisória determinando que os royalties do petróleo de contratos futuros de exploração sejam aplicados integralmente na educação, disseram nesta quinta-feira duas autoridades com conhecimento do assunto. A destinação dos recursos dos royalties para educação, defendida pelo governo, foi rejeitada pelo Congresso na votação do projeto de lei que altera a distribuição dos royalties de petróleo.

Segundo um ministro que participou nesta quinta-feira da reunião conclusiva sobre o tema com a presidente, Dilma deve vetar a parte do projeto de lei que modifica a distribuição dos royalties dos campos que já estão sendo explorados – outro item que foi aprovado pelo Congresso, apesar da oposição do governo e dos Estados produtores.

A aprovação no início deste mês do projeto de lei na Câmara que muda radicalmente a distribuição dos royalties, inclusive dos campos já licitados, motivou o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, a realizar um ato público que reuniu milhares de pessoas para pedir que a presidente vetasse as mudanças.

A presidente deve atender a reivindicação dos Estados produtores e vetar essa mudança, de acordo com fontes ouvidas pela Reuters. Dilma tem até esta sexta-feira para sancionar ou vetar o projeto de lei aprovado no Congresso.

Uma outra fonte do governo, que também falou sob condição de anonimato, disse que a MP trará uma nova regra de distribuição dos royalties dos campos a serem licitados e que os percentuais de distribuição levarão em conta sugestões já apresentadas no Congresso. Essa fonte, porém, não soube informar quais seriam esses percentuais.

Atualmente, a maior parte dos royalties é destinada aos Estados produtores (Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo). Os Estados e municípios não produtores reivindicam uma fatia maior dos royalties.

Mercadante: repasse de royalties para educação não prejudica municípios

Às vésperas da decisão sobre o projeto de redistribuição dos royalties do petróleo, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, rebateu hoje (29.11) o argumento de que o repasse integral dos royalties para a educação é contra o interesse dos municípios.

“Pelo contrário, não estamos tirando R$ 1 dos municípios. Só queremos que eles vinculem [o dinheiro] à educação”, disse. “Se analisarmos os municípios que tiveram muitos royalties ao longo dos anos, eles têm calçadas lindas, obras suntuosas, mas que projeto de futuro eles terão no dia em que não houver mais petróleo, que é uma riqueza não renovável?”, argumentou.

Após participar de cerimônia no Palácio do Planalto, Mercadante avaliou que o país precisa pensar em um projeto de longo prazo e que a base  deve ser a educação de qualidade para todos. “Só seremos um país desenvolvido no dia em que tivermos educação universal e de qualidade”, reforçou.

Amanhã (30.11), vence o prazo para a presidenta Dilma Rousseff decidir se veta ou sanciona o projeto de redistribuição dos royalties do petróleo.

“Independentemente da decisão que ela vai tomar em relação ao projeto da Câmara, sobre o veto, um tema que está em aberto, nossa luta para vincular 100% dos recursos do pré-sal, do pós-sal e todos os royalties do petróleo para a educação contínua”, concluiu Mercadante.

Com informações da Reuters e da Agência Brasil.

Chegou o ProUni RS: Inscrições abertas!

O Programa Universidade para Todos RS – ProUni RS tem como finalidade a concessão de bolsas de estudo integrais, em cursos superiores de base tecnológicas, que atuem em arear prioritárias no desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Sul, oferecidas em instituições Comunitárias de Ensino Superior. Institucionalizado pelo Governo Estadual através da Lei n.º 14.038, em 06 de julho de 2012.

O que preciso para participar?
Para concorrer a uma bolsa pelo ProUni RS, o estudantes deve atender aos seguintes requisitos:

  • Ser egressos do ensino médio da rede pública ou de rede particular na condição de bolsistas integrais,
  • Possuir renda familiar correspondente ao no máximo três vezes o valor definido, em lei, para o menor piso salarial no âmbito no Estado do Rio Grande do Sul,
  • Residir no Estado do Rio Grande do Sul há, no mínimo, dois anos, contados da data de inscrição no Programa,
  • Não possuir diploma de graduação nem estar matriculado em outro curso de ensino superior,
  • Não ter sido desligado anteriormente de programas de bolsas similares, devido ao descumprimento ou à violação de normas estabelecidas, e
  • Ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio – Enem referente aos anos 2010/2011 e obtido o mínimo de quatrocentos pontos na média das cinco notas obtidas nas provas do exame (ciências da natureza e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; linguagens, códigos e suas tecnologias; matemática e suas tecnologias e redação). O candidato deve ainda ter obtido nota superior a zero na redação.
  • Comprometer-se a posteriormente realizar contrapartida mínima de vinte horas semestrais, sem vínculo empregatício, em atividades de iniciação cientifica e/ou de extensão universitária, na érea do respectivo curso, que integrem a sua trajetória acadêmica e contribuam com o projeto de desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Sul.

3. Quais os cursos oferecidos, em quais Instituições?

  • Fundação Universidade de Caxias do Sul (FUCS): Automação Industrial e Eletrônica Industrial;
  • Universidade de Passo Fundo (UPF), Sistemas para Internet, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Fabricação Mecânica;
  • FEEVALE: Gestão Ambiental, Sistemas para Internet e Gestão da Produção Industrial;
  • Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC): Sistemas para Internet e Análise e Desenvolvimento de Sistemas;
  • UNILASALLE: Sistemas para Internet e Tecnologia em Redes de Computação;
  • Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos): Gestão Ambiental, Segurança da Informação;
  • Fundação Vale do Taquari de Educação e Desenvolvimento Social (FUVATES): Tecnologia em Redes de Computação.

4. Como me inscrevo no ProUni RS? Tem algum custo?
O candidato poderá se inscrever em mais de uma Instituição, devendo, no entanto, optar por fazer a matricula em apenas uma Instituição de Ensino Superior. A inscrição é gratuita!

Para efetuar a sua inscrição o candidato deverá, obrigatoriamente, informar:

  • Seu número de inscrição e sua senha cadastrada no ENEM referente ao ano de 2010/2011;
  • Seu número de inscrição no Cadastro de Pessoa Física (CPF) da Receita Federal do Brasil.

Antes de fazer a inscrição, o candidato deve ler atentamente todos os documentos relacionados aqui abaixo.

5. Como acontece a seleção para o PROUNI RS?
Tendo contemplado os requisitos básicos para participar do ProUni RS, já citados anteriormente, a seleção dos alunos a serem incluídos no Programa será efetuada diretamente pelas Instituições Comunitárias de Ensino Superior. O candidato será pré-selecionado na ordem decrescente das notas obtidas no ENEM referente aos anos de 2010/2011, em apenas uma das opções de curso, observada a ordem escolhida por ocasião da inscrição e o limite de bolsas disponíveis. No caso de notas idênticas, calculadas segundo ordem de critérios:

  • 1. Maior nota na redação;
  • 2. Maior nota na prova de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias;
  • 3. Maior nota na prova de Matemática e suas Tecnologias;
  • 4. Maior nota na prova de Ciência da Natureza e suas Tecnologias;
  • 5. Maior nota na prova de Ciências Humanas e suas Tecnologias.

O candidato pré-selecionado em primeira chamada, deverá comparecer a respectiva IES, para aferição das informações prestadas em sua ficha de inscrição.

6. Existe uma lista de espera? Como funciona?
Sim, existe uma lista de espera. Para participar o candidato deverá obrigatoriamente confirmar na IES o interesse na bolsa no momento da sua inscrição para este processo seletivo. A Lista de Espera estará disponível na IES a qual ele se inscreveu para consulta e conterá listagem dos candidatos dispostos em ordem decrescente de classificação em cada curso e turno de cada local de oferta.

7. Quem confere a veracidade das informações prestadas por mim?
Cabe à instituição de ensino, na figura do Coordenador do ProUni RS, a aferição dos documentos apresentados pelo candidato para a comprovação das informações prestadas por ocasião de sua inscrição no programa. Ademais, para certificar-se da veracidade das informações prestadas, pode a instituição solicitar qualquer documentação eventualmente julgada necessária, haja vista a imperiosa necessidade de certificar-se da adequação do estudante inicialmente pré-selecionado ou reclassificado aos critérios do programa.

8. O ProUni reserva cotas para afrodescendentes, indígenas e para as pessoas com deficiência? 
Sim. O ProUni reserva 10% das bolsas para alunos negros, índios e pessoas com deficiência do total de bolsas disponibilizadas. Vale lembrar que o candidato cotista também deve se enquadrar nos demais critérios de seleção do programa.