Magistério-RS: Ensino Médio público estadual terá novo currículo em 2012

Para os milhares de professores que estão aguardando a publicação do edital das 10.000 vagas para o Magistério Estadual do Rio Grande do Sul, duas boas novas notícias: 1) o edital deverá ser divulgado até o dia do Professor (15.10) e 2) Foi anunciado pela SEC-RS a mudança do currículo do ensino médio público no estado.

A Secretaria Estadual de Educação divulgou, nesta quarta-feira [28.09.2011], o novo currículo para o Ensino Médio nas escolas públicas estaduais para 2012. Pela nova proposta, os alunos das escolas politécnicas terão uma aproximação maior com o mercado de trabalho, já no primeira ano. Segundo o secretário José Clóvis Azevedo, o objetivo é dar uma identidade para essa etapa do ensino que se aproxime e desperte interesse dos jovens.

Outro desafio é trazer para a escola 84 mil jovens, em idade de cursar o Ensino Médio, mas que estão fora da sala de aula. De acordo com dados do Censo Escolar da Educação Básica de 2010, o 1º ano do Ensino Médio de 793 escolas da rede estadual recebeu matrícula de 161 mil alunos. Nos três anos do nível, o número de matrículas em 2010 foi superior a 354 mil.

Novo currículo
Pelo novo currículo, haverá uma formação geral dividia em Áreas de Conhecimento; Linguagens e suas Tecnologias; Matemática e suas Tecnologias; Ciências Humanas e suas Tecnologias; e Ciências da Natureza e suas Tecnologias.
A principal diferença está nos eixos temáticos, que contemplarão diferentes áreas da sociedade. “O aluno vai estudar, vai ter um projeto e vai escolher um setor de acordo com a identidade e com o campo do conhecimento do qual ele gosta”, explicou Azevedo, em entrevista à Rádio Guaíba.
Eles se dividem em Acompanhamento Pedagógico; Meio Ambiente; Esporte e Lazer; Direitos Humanos; Cultura e Artes; Cultura Digital; Prevenção e Promoção da Saúde; Comunicação e Uso de Mídias; Investigação no Campo das Ciências da Natureza; Educação Econômica e Áreas da Produção.

Com informações da SEC-RS e Correio do Povo.

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19 thoughts on “Magistério-RS: Ensino Médio público estadual terá novo currículo em 2012

  1. lilian balbinot diz:

    Nossos alunos já não concorrem com as Escolas particulares imagine agora! estão tirando o direito de eles serem algo mais…
    por exemplo nas escolas particulares se dá de 4 a 5 períodos de matemática, nas públicas talvez fiquem 2.

    • Editor | Prof. Omar Martins diz:

      Bom dia, Lilian:
      Obrigado pela contribuição.
      De fato não entendi a colocação. Acredito que o projeto é uma estrutura geral para organização e otimização dos recursos humanos e materiais das escola. Por si só, nenhum projeto isoladamente, pode transformar a difícil realidade da educação no Brasil. Precisamos de mais investimentos e qualificação dos profissionais da educação para dar o grande salto de qualidade que necessitamos. A luta pela vinculação do PIB aos investimentos mínimos em educação é uma bandeira que todos os educadores devem se irmanar…
      No mais, como professor de escolas privadas, não posso concordar com a comparação da concorrência entre escolas públicas versus escolas privadas. Tal “mito” já foi derrubado em recentes critérios objetivos como, por exemplo, o aproveitamento dos alunos em exames como o ENEM. As escolas particulares apresentam uma grande organização nas suas estruturas e nos aspectos físicos; entretanto, apresentam também grandes dificuldades do ponto de vista da preparação e formação dos seus professores. Além disso, há seríssimos problemas de liberdade e de criação de um ambiente democrático para a construção dos projetos pedagógicos.

      Grande abraço.

      Omar Martins

    • Editor | Prof. Omar Martins diz:

      Bom dia, Rodrigo:
      Há uma proposta-base ainda em discussão que está sendo analisado pelos CREs. Segundo dados da SEC-RS, a alteração do currículo será debatida em uma Conferência Estadual que terá cinco etapas: escolar, municipal, regional (Coordenadoria Regional de Educação – CRE), inter-regional e estadual. Cada etapa elegerá delegados para a etapa seguinte. Haverá a participação de professores e estudantes. Na fase estadual serão convidados a participar universidades e sindicatos. Os 22 mil professores do Ensino Médio do RS serão convidados a participar desse processo. A Conferência será estruturada em cinco etapas, sendo encerrada em dezembro, em Porto Alegre. A expectativa é reunir na Capital 400 delegados, com proporcionalidade dos segmentos escolares: 300 professores (75%), 60 alunos (15%), 20 funcionários de escolas (5%) e 20 pais ou responsáveis (5%).

      Ideia geral do projeto de reformulação
      O Currículo do Curso de Ensino Médio Politécnico será desenvolvido em três anos, com 2.400 horas, com a possibilidade de um acréscimo de 600 horas na carga horária, totalizando 3.000 horas. Este acréscimo, dividido nos três anos, deverá ser constituído por estágios ou aproveitamento de atividades em situações de emprego formal ou informal. O conteúdo compõe projetos desenvolvidos nos seminários integrados como parte do currículo do curso.

      Formação geral
      I – Áreas de Conhecimento

      1. Linguagens e suas Tecnologias;
      2. Matemática e suas Tecnologias;
      3. Ciências Humanas e suas Tecnologias;
      4. Ciências da Natureza e suas Tecnologias.

      II – Eixos Temáticos Transversais para a Parte Diversificada
      1. Acompanhamento Pedagógico;
      2. Meio Ambiente;
      3. Esporte e Lazer;
      4. Direitos Humanos;
      5. Cultura e Artes;
      6. Cultura Digital;
      7. Prevenção e Promoção da Saúde;
      8. Comunicação e Uso de Mídias;
      9. Investigação no Campo das Ciências da Natureza;
      10. Educação Econômica e Áreas da Produção.

      No âmbito da Educação Profissional a reformulação do currículo busca articular os cursos técnicos com os arranjos produtivos locais e as necessidades de desenvolvimento do Estado, bem como com a modernização tecnológica. As mudanças na Educação Profissional (156 escolas) e Escolas Normais (104 estabelecimentos) serão encaminhadas ao Conselho Estadual da Educação para análise e homologação, antes de entrar em vigência. A reestruturação do Ensino Médio atende a diretrizes do Conselho Nacional de Educação (CNE) contidas na Resolução 04/2010, que estão em processo de homologação no Ministério da Educação.

      Com informações da SEC-RS.

      Abraço.

      Omar Martins

      • Lílian Balbinot diz:

        Explico, a maioria das escolas públicas já trabalha com 3 mil horas no Ensino Médio, incluindo a que trabalho, já estamos estudando a proposta na escola e percebemos uma redução de carga horária nas disciplinas chamadas tradicionais ( com no máximo 2 horas para cada). Recebemos já na escola o projeto inteiro e é uma pena não prevê o aumento da permanência do aluno na escola, ou seja o aluno continuará na escola apenas um turno, e para encaixar a parte diversificada a escolas deverá reduzir a carga horária das outras disciplinas.
        Este projeto é parecido com o que acontece em Escolas de outros países, mas não podemos esquecer que nestes países o aluno estuda o dia inteiro.
        E sejamos realistas, sabemos que são poucos alunos da escola pública que concorrem com, os alunos da escola particular, por vários motivos incluindo o financeiro.
        Sou também professora da escola privada e percebo a diferença.
        Agradeço as colocações.
        Abraço
        Lílian

      • Editor | Prof. Omar Martins diz:

        Bom dia, Lílian:
        Entendi perfeitamente tua colocação e também sou um defensor da ampliação de carga horária e atividades extracurriculares (reforço, artes, música, capacitação, esportes etc) no turno inverso. Está muito claro que precisamos continuar a luta por uma ampliação considerável de financiamento para a educação. O debate que está em tela, apenas organiza os recursos humanos, materiais e financeiros já existem nas escolas; precisamos de muito mais e que seja muito melhor.
        Grande abraço e muito obrigado por externar tuas opiniões, contribuindo para o debate e a qualificação da educação no Brasil e RS.

        Omar Martins

  2. Leocir diz:

    Bom Dia!!
    Sou professor e vejo que mais uma vez a forma de implantação de uma mudança começa errada. Os professores não estão preparados, as escolas não estão estruturadas para a mudança …. A partir destas constatações podemos afirmar com bastante segurança que dificilmente tal proposta dará certo. Mais uma vez. Infelismente.

    • Editor | Prof. Omar Martins diz:

      Boa tarde, Leocir:
      Não tenho dúvida que tal transformação exigirá engajamento, discussões e problemas. Entretanto, algo precisa ser feito… Acompanhei de perto a transformação do ensino superior federal e técnico nos últimos anos e tudo COMEÇOU com uma reforma curricular. É claro que o cerne das transformações dar-se-ão nas searas econômicas (MUITO MAIS INVESTIMENTO NA EDUCAÇÃO) e tecno-profissional. Para tanto é importante que estejamos engajados e vigilantes em relação às mudanças que se iniciam.

      Um grande abraço e muito obrigado pela participação no meu modesto blog.
      Esteja convidado a sempre acompanhar e explanar suas opiniões e conhecimentos.

      Omar Martins

  3. janice souza diz:

    confio muito no secretario.FOI MEU PROFESSOR E ERA OTIMO..COMO MAE EU PERCEBO O DESINTERESSE NOS MEUS FILHOS E NOS OUTROS JOVENS.GOSTARIA MUITO DE VER ESSAS DISCIPLINAS COM CONTEUDOS MAIS INTERESSANTES.

    • Editor | Prof. Omar Martins diz:

      Boa tarde, Janice:
      Faço coro a tua mensagem: o Prof. José Clóvis é um grande homem público…
      A ideia da reforma curricular passa por trabalhar os conteúdos de forma integrada: o ensino anterior (totalmente analógico) não faz mais sentido (se é que um dia fez!) para as novas gerações. O projeto pedagógico das alterações aponta para a necessidade de integrar os conhecimentos da melhor forma possível apesar das dificuldades do nosso contexto.
      Como professor acredito e presencio todos os dias as transformações: agora queremos que elas sejam políticas públicas de Estado, como está ocorrendo no ensino superior e técnico público.

      Um grande abraço.

      Prof. Omar Martins
      https://profomar.wordpress.com

  4. Nedir Salini Dal Molin diz:

    Olá Professor
    Concordo que o ensino e a aprendizagem do jeito que estão não podem continuar. Mas às portas de 2012, com trabalhos de final de ano nas escolas receber esta proposta que não está clara, não é nada bom. Eu concordo com mudanças, mas penso que, na situação que está a educação no país e estado, deveria iniciar em escolas pilotos para irmos reestruturando as demais e, a partir dos acertos destas iniciar gradativamente nas demais e tbem não cometer os possíveis “erros” que forem cometidos inicialmente… Pergunto:
    Quando, DE FORMA PRÁTICA, seremos orientados para trabalhar de acordo com esta proposta? Quem nos orientará na seleção de conteúdos(para que estejam mais próximos do mundo do trabalho do aluno?) O MEC tbem fará seleção de conteúdos para os livros didáticos que o Governo manda para as escolas? As horas acrescidas serão cumpridas na escola ou fora dela? Como? Se sim, como fará o aluno que trabalha? Trabalho em uma escola com três turnos de funcionamento sendo que em nem um turno há uma sala disponível(livre para reforço, estudos…) penso que as escolas, então deveriam funcionar apenas em um turno para que no outro os alunos tenham espaço para trabalhar, estudar…
    Como montar o horário dos professores de modo que eles possam se encontrar para planejar, se tenho colegas que saem correndo no intervalo para chegar na outra a tempo de dar mais 2 períodos? Caso o aluno tenha que cumprir as horas a mais na escola, quem custeará as despesas (a mais) com passagens e almoço?
    São dúvidas que ninguém conseguiu me responder. PENSO QUE ANTES DE IMPLANTAR A PROPOSTA, TUDO ISTO DEVERIA ESTAR RESOLVIDO.
    Abços Nedir

    • Editor | Prof. Omar Martins diz:

      Boa tarde, Nedir:
      Tens razão em TODOS os teu apontamentos acerca do tempo necessário de implantação das mudanças no ensino médio e do diálogo que deve ser travado nas escolas e pela sociedade.
      Sublinho o que dissestes sobre a necessidade de MUDANÇA: como está não pode ficar e precisamos lutar para a educação seja o centro da construção cidadã na nossa sociedade.
      Entretanto, mesmo com problemas e erros político-administrativos, a mudança curricular é um HORIZONTE para a verdadeira transformação que deve ser gestada e mediada por lutas que são travadas diariamente.
      Dou alguns exemplos:
      1. Piso nacional dos professores;
      2. 10% do PIB em investimentos na educação;
      3. Ensino profissional associado à vida e a construção de cidadania;
      4. Subsídio na formação de graduação e pós-graduação de professores da rede pública;
      5. Hora-atividade fora de sala de aula (30%) que foi regulamentada pelo novo decreto…

      Todas essas lutas/conquistas não são e não serão “presentes” da Administração (por melhor que ela seja!) mas construídas com o ativismo (dentro e fora de sala) de toda comunidade escolas. Luo pela educação desde criança/adolescente; passei por meses de greve; QPE; apanhei em manifestação em frente ao Piratini (governo Simon) quando era aluno, presidente de Grêmio Estudantil. Na época, a luta pela implantação da “Lei Amaral” dos 2,5 salários-mínimos (que era uma miséria na época!) era uma irrealidade). Hoje, precisamos muitas conquistas na educação e que devem ser “apressadas” pois não temos mais tempo a perder (como diria o saudoso Renato Russo!). Tenho como parâmetro a revolução que foi feita no ensino superior público federal do país em apenas 6 anos… E tudo começou com a mudança curricular e administrativas das UFs e IFs. Que seja um exemplo a seguir e conquistar.
      Hoje, estou muito mais otimista com as mudanças que no passado…
      Vejo que aquilo que falo em sala de aula – para os futuros servidores públicos, juízes, promotores, defensores etc – ecoa…
      Sou professor há 20 anos e sinto que novos tempos estão chegando (lentamente, mas chegando!).

      Grande abraço.
      Obrigado pelo valioso comentário. Conte integralmente comigo para divulgar as ações, críticas etc acerca do tema.

      Prof. Omar Martins
      Blog: https://profomar.wordpress.com
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      E-mail: prof.omar@terra.com.br

  5. Nedir diz:

    Olá Professor Omar!
    Obrigada pela atenção dada ao meu comentário.
    Também sou professora. Há 25 anos e um pouquinho… Passei por tudo o que vc passou. Só não apanhei no sentido literal da palavra, mas tenho “apanhado” ano após ano quando não iniciam os anos letivos e o quadro de profissionais não está completo: faltam professores, serventes, merendeiras, orientadores, supervisores, bibliotecários…Isso doi. Os alunos ficam perambulando pelos corredores pois não há professores para atendê-los. E não queiram que eu imagine que para o início de 2012 será diferente.
    Tbem participei de discussões e mais discussões e elaborações de novas propostas de trabalho, uso de novas e diversificadas metodologias/tecnologias, mas o que se vê é quando um governo entra, nos faz “esquecer” o que vinha sendo trabalhado para implantar nova proposta. Gastos…Custos… Foi o que ocorreu recentemente com o Lições do Rio Grande. Dispensamos alunos, fomos à Universidade, realizamos debates….recuperamos as aulas aos sábados e…
    Ouvi do Secretário da Educação em fevereiro, que teríamos um Seminário on-line, em outubro, dois dias de formação… Cadê? Continuo insistindo que existem reformas pontuais a serem realizadas antes da proposta. Aliás, vc viu que pela sugestão de Organização Curricular, pela nova proposta, qdo chegarem ao 3º ano terão 01 (uma) aula de Matemática. Lidar com seres humanos e lá pelas tantas, talvez, nos perdermos, me preocupa.
    Enfim, vamos rezar.
    Pena q vc tbem não conseguiu esclarecer minhas dúvidas.
    Um abraço!
    Nedir

    • Editor | Prof. Omar Martins diz:

      Boa noite, Nedir:
      Acho tua opinião, baseada na experiência como educadora, fundamental para o esclarecimento dos processos e das mudanças propostas.
      Nada em educação é simples como bem relata no teu comentário.
      Entretanto, como educador acredito que entramos em um período único na história do nosso País: finalmente o “gigante despertou”. Fazer que a sociedade e, em especial aos políticos que elegemos como nossos representantes, acordem também de um “sono profundo de conformismo” não será tarefa fácil e ao encargo de poucos. A indignação deve ser canalizada para ações que estabeleçam um novo padrão de bem administrar a coisa pública e em especial a educação.
      Pelo fato de ser professor exclusivamente da rede privada, não tenho a experiência de ponta que os professores do ensino médio público têm e vivenciam… Entretanto, sinto-me “cúmplice” das necessárias mudanças que devem ocorrer.
      De fato, não posso esclarecer “nenhuma das tuas dúvidas”; mas posso compartilhar tuas ideias, lutar por uma educação diferente e orar esperando o melhor.

      Grande abraço e obrigado por acompanhar o blog.

      Prof. Omar Martins
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  6. gabriele diz:

    Eu acho o seguinte, sou aluna e sei o que essa mudança vai ocasionar para nós. 1o a intençao do governo pode sim ser boa em querer que os alunos se interessam mais pelos estudos. Mas essa mudança ninguém sabe como vai acontecer! e nós vamos ser cobaias. O objetivo deles é que os alunos de escolas publicas fiquem preparados para o mercado de trabalho e que sejam mandados e os de escolas particulares tenham bastante instruçao para ser os nossos futuros chefes. Pensem antes de me criticar. É o ensino dos seus filhos e netos que estao em jogo!! Sou sim de acordo com uma mudança mais isso vai deixar o ensino medio pior do que já está! Ainda dá tempo de fazermos algo!

  7. Karolaine diz:

    olá!!Prof.Omar Martins,neste ano de 2012,irei cursar o primeiro ano do ensino medio,e estou muito preocupada com as mudançãs do ensino medio!
    Bom,pelo que eu pudi concluir,nós alunos iremos cursar uma especie de ensino poli tecnico,ou seja não vamos aprender totalmente o conteudo que os ensinos medios ateriores aprendiam.
    E daí,quando irmos fazer o ENEM,ou vestibular para cursarmos uma faculdade,como nos sairemos??pois nao estaremos qualificados com o conteudo necessario!
    E se essa mudanças sao tao boas por que o colegio particular nao adotara tambem??
    Eu concordo plenamente com a Gabrielle,os colegios da rede publica formaram os futuros empregados,e osparticulares os futuros chefes!!!
    me perdoe os erros de português!!!

    Muito Obrigada

    ;

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