Atualidades | Prova BB 2011 | Usinas hidrelétricas – PAC

O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) concedeu ontem [26/01/2011] a licença para a instalação do canteiro de obras da usina, no Pará. O licenciamento, esperado desde meados do segundo semestre do ano passado, era fundamental para que a usina pudesse sair do papel. Caso a licença não fosse dada agora, o consórcio construtor perderia a chamada janela hidrológica, época antes das chuvas na Região Norte, e o início das obras da usina teria que ser adiado para 2012, atrasando o trabalho em cerca de um ano.

(Adaptado de http://clippingmp.planejamento.gov.br)

 O nome da usina que será construída no Pará é

(A) Santo Antonio.
(B) Jupiá.
(C) Furnas.
(D) Belo Monte.
(E) Itaipu.

Comentário:
A usina de Belo Monte levará desenvolvimento à região de Altamira (PA) e municípios vizinhos e a melhoria das condições de vida de 4.500 famílias que residem em palafitas.
A região também receberá uma compensação financeira anual de R$ 88 milhões.

A UHE Belo Monte foi planejada para gerar no pico cerca de 11 mil MW e como energia firme, média, cerca de 4mil MW. Este é o arranjo de engenharia possível para Belo Monte gerar energia de forma constante com baixa impacto socioambiental e com a menor área alagada possível, que é o reservatório com 516 km quadrados. Belo Monte é uma hidrelétrica de “fio d’água”. Ou seja: quando a vazão é pequena ela gera menos energia. Ela não tem aqueles enormes reservatórios de reserva, como tem Itaipu, por exemplo.
Outras informações: http://www.blogbelomonte.com.br/usina-belo-monte/

Citadas na questão as polêmicas obras do PAC (Plano de Aceleração do Crescimento) são as usinas hidrelétricas de Santo Antônio no Rio Madeira – Porto Velho/RO e Jirau. A última também é uma usina hidrelétrica em construção no Rio Madeira, distante 150 km de Porto Velho, em Rondônia. Foi planejada para ter um reservatório de 258 km², que terá capacidade instalada de 3.450MW, e faz parte do Complexo do Rio Madeira. A construção está a cargo do consórcio “ESBR – Energia Sustentável do Brasil”, formado pelas empresas Suez Energy (50.1%), Eletrosul (20%), Chesf (20%) e Camargo Corrêa (9,9%). A usina, juntamente com a de Santo Antônio, também em construção no mesmo rio, são consideradas fundamentais para o suprimento de energia elétrica no Brasil a partir de meados de 2013 e estão entre as obras mais importantes do Governo Federal. Notícias recentes alertam para problemas ambientais e trabalhistas em relação aos milhares de operários deslocados para a execução das obras. A remoção de comunidades, em especial indígenas, movimentou movimentos ambientalistas internacionais incluindo OnGs que atuam na ONU.

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