Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor) com inscrições abertas

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As secretarias estaduais e municipais de educação e os institutos federais de educação, ciência e tecnologia das cinco regiões do País têm prazo até 21 de novembro para informar na Plataforma Freire quantos professores das suas redes precisam cursar uma licenciatura ou pedagogia.

É com base nessa informação que a Fundação Capes, em parceria com as universidades e os fóruns de educação, define as vagas do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor) para 2015. A inscrição dos professores será de 20 de janeiro a 13 de março do próximo ano.

O plano de formação, lançado em 2009, abre turmas especiais em cursos de licenciatura e programas de segunda licenciatura, na modalidade presencial, exclusivas para educadores das redes públicas que não possuem formação superior na área onde atuam, conforme exigência da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB).

Essas turmas são abertas mediante a convergência de três fatores: as secretarias estaduais, municipais e do Distrito Federal e os institutos federais informam o número de vagas de que suas redes precisam.

Já as instituições de ensino superior, que participam do Parfor, definem e informam a oferta de cursos e de vagas, e os educadores fazem a pré-inscrição na licenciatura que pretendem cursar. Todo o processo é realizado na Plataforma Freire.

Critérios
Para ocupar as vagas da primeira licenciatura, o professor precisa atender requisitos descritos no Parfor: estar vinculado a uma rede pública estadual, municipal ou do Distrito Federal; no exercício da atividade do magistério; e não ter curso de licenciatura. A carga horária mínima é de 2.800 horas, das quais 400 horas de estágio supervisionado. A duração do curso é de quatro anos.

Já o educador com graduação em área diferente daquela em que leciona precisa estar há pelo menos três anos na rede pública para fazer a segunda licenciatura. Esse curso tem carga horária de 800 horas a 1.400 horas e duração entre dois anos e dois anos e meio.

Acesso
O Parfor também oferece formação pedagógica para docentes graduados ou licenciados das redes públicas. Essa formação complementar é de 540 horas, ministradas durante um ano.

Os cursos são gratuitos para todos os professores, mas a Capes repassa recursos financeiros para as instituições de ensino superior responsáveis pela formação, supervisão de estágios e certificação dos concluintes.

É tarefa das secretarias de educação oferecer aos cursistas material escolar, transporte, hospedagem e alimentação durante o curso.

Indicadores
De maio de 2009, quando foi criado, a dezembro de 2012, o Parfor colocou em salas de aula 54,8 mil professores em turmas especiais, segundo balanço publicado pela Capes. No período, foram implantadas 1.920 turmas em 397 municípios.

Professores das regiões Norte e Nordeste foram os que mais procuraram formação. Até 2012, o Parfor atendeu 28.073 educadores da região Norte e 20.781 do Nordeste. Na sequência, aparecem a região Sul (3.422 professores), o Sudeste (1.847) e o Centro-Oeste (753).

Sobre o Parfor
O Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica integra um conjunto de políticas públicas do governo federal em parceria com estados, municípios e instituições de ensino superior para transformar o magistério.

Estão neste grupo de políticas o Piso Nacional do Magistério, instituído em julho de 2008; os cursos de mestrado profissional para educadores das redes públicas; e o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid), que visa o aperfeiçoamento e a valorização da formação de professores.

Além do Programa de Consolidação das Licenciaturas (Prodocência), que fomenta a inovação, a elevação da qualidade dos cursos do magistério e a valorização da carreira do professor.

Fonte:
Ministério da Educação 

“Une disquette? C’est quoi ça?” (Um disquete? O que é isso?) – As crianças e o Conhecimento: Educação e o tempo oportuno.

“Une disquette? C’est quoi ça?” (Um disquete? O que é isso?) originalmente publicado no sítio canadiano Cyberpresse. No vídeo, as alunos de um curso primário da École Saint-Grégoire-Le-Grand (Montreux, Canadá), devem interagir com gravadores, disquetes e aparelhos antigos de telefone. O resultado é impressionante. Tudo aquilo que é normal para nós (pelo menos para os que têm mais de 30 primaveras!) é praticamente indecifrável para os miúdos. :)

Vídeo original: http://www.lapresse.ca/videos/vivre/201011/23/46-1-une-disquette-cest-quoi-ca.php/700919f0aac145b58a5e109dbfe03823

Prof. J. Omar Martins
Professor and Researcher in Philosophy of Education (Ph.D. UPorto).
Born in São Paulo, Brazil, currently living in Porto, Portugal.
E-mail: prof.omarpt@gmail.com
Facebook: http://www.facebook.com/prof.omarmartins
Twitter: @profomar
Instagram: @profomarpt

13 de Outubro de 1307: A “Sexta-Feira 13″ do fim os Templários da França, a ordem de Monges-Soldados

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Ordem se tornou famosa na Terra Santa e adquiriu poder e riqueza, atraindo a inveja dos feudais e a cobiça dos soberanos.

Na manhã de 13 de outubro de 1307 (sexta-feira), todos os Templários da França são presos por ordem do rei Felipe IV o Belo. Esse ato de violência arbitrária pôs fim a uma Ordem de Monges-Soldados, de mais de dois séculos, que se tornou famosa na Terra Santa e que adquiriu poder e riqueza, atraindo a inveja dos feudais e a cobiça dos soberanos.

A Ordem dos Templários nasceu na Terra Santa em 1119, após a Primeira Cruzada, por iniciativa do cavaleiro Hugues de Payns que queria proteger os peregrinos que visitavam Jerusalém. Foi oficializada pelo Concílio de Troyes,nove anos depois, por iniciativa de São Bernardo de Claivaux.

O prestígio dos monges-cavaleiros de capa branca marcada por uma cruz vermelha era imenso durante os dois séculos de cruzadas. O malgrado foi a traição do grande-mestre Gérard de Ridefort na batalha de Hattin, em 1187.

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Entre os 140 templários de Paris, 54 foram levados à fogueira. Wikicommons.

A oitava e derradeira cruzada acabou com a morte trágica do rei São Luis em Tunis em 1270. Desde então, as últimas possessões francas na Terra Santa caem definitivamente nas mãos dos muçulmanos.

No começo do século 13, a Ordem dos Templários, expulsa da Palestina, dispunha ainda de uma força militar impressionante de 15 mil homens, bem mais do que qualquer rei da cristandade. Contudo, de soldados, os Templários se converteram em usurários, tendo perdido completamente de vista a reconquista dos Lugares Santos.

Ocorre que consideráveis doações tornaram a ordem bastante rica e a transformaram numa das principais instituições financeiras ocidentais e, aparentemente, a mais segura delas. Passou, desse modo, a gerir, como verdadeiros banqueiros, os bens da Igreja e dos reis do Ocidente (Felipe o Belo, João Sem Terra, Henrique III, Jaime I de Aragão …

As sedes que abrigavam os monges-soldados, com vocação para a caridade um tanto reduzida, cobriam o conjunto da Europa mediavel como uma verdadeira teia de aranha. Pode-se ainda hoje ver ao sul de Angouleme, França, uma capela, sede de uma das ramificações dos templários, com as paredes ornadas de pinturas que evocam as Cruzadas.

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No entanto, a opinião europeia começa a se indagar sobre a legitimidade da Ordem. O próprio rei Felipe o Belo lembrava-se que os Templários  tinham se recusado a contribuir para o resgate de São Luis quando foi feito prisioneiro por ocasião da Sétima Cruzada. Defendendo uma ideia já antiga, levantada por São Luis e os papas Gregório X, Nicolau IV e Bonifácio VIII, Felipe desejava a fusão da Ordem dos Templários com sua concorrente a Ordem dos Hospitalários a fim de constituir uma força suficiente para preparar uma nova cruzada, desejada pelo papa Clemente V.

O tema foi colocado na ordem do dia de diversos concílios, chegando a ser elaborado um projeto pelo qual Luis de Navarra seria o grão mestre da nova Ordem. Seu dramático fracasso decorreu da oposição obstinada do grão mestre Jacques de Molay bem como da agressividade do ministro do rei, Guillaume de Nogaret.

Todos os templários da França foram finalmente presos pelos senescais e bailios do reino ao cabo de uma operação policial chefiado em absoluto segredo por Nogaret. Interrogados sob tortura pelos comissários reais foram depois enviados aos inquisidores dominicanos.

Entre os 140 templários de Paris, 54 foram levados à fogueira, acusados de sodomia ou de crimes como cuspir sobre a cruz ou de “beijos impudicos”. A população via nesse episódio a confirmação das ‘terríveis suspeitas’ sobre a crueldade dos templários e sua conivência com as forças do Mal.

Por Max Altman | São Paulo – 13/10/2013 | Opera Mundi.

“A educação não pode ignorar a curiosidade das crianças”, diz Edgar Morin

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O antropólogo, sociólogo e filósofo Edgar Morin fará uma das quatro conferências magnas do encontro internacional Educação 360, promovido por O GLOBO e “Extra” em parceria com Sesc e da Prefeitura do Rio, com apoio do Canal Futura. O evento acontece dias 5 e 6 de setembro, na Escola Sesc do Ensino Médio, em Jacarepaguá. Nesta entrevista, Morin critica o modelo ocidental de ensino e diz que o professor tem uma missão social, por isso, segundo ele, “é preciso educar os educadores”.

Na sua opinião, como seria o modelo ideal de educação?
A figura do professor é determinante para a consolidação de um modelo “ideal” de educação. Através da Internet, os alunos podem ter acesso a todo o tipo de conhecimento sem a presença de um professor. Então eu pergunto, o que faz necessária a presença de um professor? Ele deve ser o regente da orquestra, observar o fluxo desses conhecimentos e elucidar as dúvidas dos alunos. Por exemplo, quando um professor passa uma lição a um aluno, que vai buscar uma resposta na Internet, ele deve posteriormente corrigir os erros cometidos, criticar o conteúdo pesquisado. É preciso desenvolver o senso crítico dos alunos. O papel do professor precisa passar por uma transformação, já que a criança não aprende apenas com os amigos, a família, a escola. Outro ponto importante: é necessário criar meios de transmissão do conhecimento a serviço da curiosidade dos alunos. O modelo de educação, sobretudo, não pode ignorar a curiosidade das crianças.

Quais são os maiores problemas do modelo de ensino atual?
O modelo de ensino que foi instituído nos países ocidentais é aquele que separa os conhecimentos artificialmente através das disciplinas. E não é o que vemos na natureza. No caso de animais e vegetais, vamos notar que todos os conhecimentos são interligados. E a escola não ensina o que é o conhecimento, ele é apenas transmitido pelos educadores, o que é um reducionismo. O conhecimento complexo evita o erro, que é cometido, por exemplo, quando um aluno escolhe mal a sua carreira. Por isso eu digo que a educação precisa fornecer subsídios ao ser humano, que precisa lutar contra o erro e a ilusão.

O senhor pode explicar melhor esse conceito de conhecimento?
Vamos pensar em um conhecimento mais simples, a nossa percepção visual. Eu vejo as pessoas que estão comigo, essa visão é uma percepção da realidade, que é uma tradução de todos os estímulos que chegam à nossa retina. Por que essa visão é uma fotografia? As pessoas que estão longe, são pequenas, e vice-versa. E essa visão é reconstruída de forma a reconhecermos essa alteração da realidade, já que todas as pessoas apresentam um tamanho similar. Todo conhecimento é uma tradução, que é seguido de uma reconstrução, e ambos os processos oferecem o risco do erro. Existe um outro ponto vital que não é abordado pelo ensino: a compreensão humana. O grande problema da Humanidade é que todos nós somos idênticos e diferentes, e precisamos lidar com essas duas ideias que não são compatíveis. A crise no ensino surge por conta da ausência dessas matérias que são importantes ao viver. Ensinamos apenas o aluno a ser um indivíduo adaptado à sociedade, mas ele também precisa se adaptar aos fatos e a si mesmo.

O que é a transdisciplinaridade, que defende a unidade do conhecimento?
As disciplinas fechadas impedem a compreensão dos problemas do mundo. A transdisciplinaridade, na minha opinião, é o que possibilita, através das disciplinas, a transmissão de uma visão de mundo mais complexa. O meu livro “O homem e a morte” é tipicamente transdisciplinar, pois busco entender as diferentes reações humanas diante da morte através dos conhecimentos da pré-história, da psicologia, da religião. Eu precisei fazer uma viagem por todas as doenças sociais e humanas, e recorri aos saberes de áreas do conhecimento, como psicanálise e biologia.

Como a associação entre a razão e a afetividade pode ser aplicada no sistema educacional?
É preciso estabelecer um jogo dialético entre razão e emoção. Descobriu-se que a razão pura não existe. Um matemático precisa ter paixão pela matemática. Não podemos abandonar a razão, o sentimento deve ser submetido a um controle racional. O economista, muitas das vezes, só trabalha através do cálculo, que é um complemento cego ao sentimento humano. Ao não levar em consideração as emoções dos seres humanos, um economista opera apenas cálculos cegos. Essa postura explica em boa parte a crise econômica que a Europa está vivendo atualmente.

A literatura e as artes deveriam ocupar mais espaço no currículo das escolas? Por quê?
Para se conhecer o ser humano, é preciso estudar áreas do conhecimento como as ciências sociais, a biologia, a psicologia. Mas a literatura e as artes também são um meio de conhecimento. Os romances retratam o indivíduo na sociedade, seja por meio de Balzac ou Dostoiévski, e transmitem conhecimentos sobre sentimentos, paixões e contradições humanas. A poesia é também importante, nos ajuda a reconhecer e a viver a qualidade poética da vida. As grandes obras de arte, como a música de Beethoven, desenvolvem em nós um sentimento vital, que é a emoção estética, que nos possibilita reconhecer a beleza, a bondade e a harmonia. Literatura e artes não podem ser tratadas no currículo escolar como conhecimento secundário.

Qual a sua opinião sobre o sistema brasileiro de ensino?
O Brasil é um país extremamente aberto a minhas ideias pedagógicas. Mas a revolução do seu sistema educacional vai passar pela reforma na formação dos seus educadores. É preciso educar os educadores. Os professores precisam sair de suas disciplinas para dialogar com outros campos de conhecimento. E essa evolução ainda não aconteceu. O professor possui uma missão social, e tanto a opinião pública como o cidadão precisam ter a consciência dessa missão.

Com informações de O Globo.

Edgar MORIN: A perda do futuro e a necessidade de identidade.

Toda uma parte do mundo ocidental vive o presente imediato. Mas, quando se faz política no presente imediato, quando não se pensa mais no futuro, não há mais perspectiva ou quando o presente é ruim e infeliz, o que resta?” – Edgar Morin

Edgar MORIN | A perda do futuro e a necessidade de identidade*

Existe um pouco, por todos os lugares, essa reivindicação de identidade que, certa ou errada, teme se afogar. Mas, existe um segundo elemento que explica tudo isso: é a perda do futuro. Por quê? Porque o mundo viveu com a ideia de que o progresso era uma lei histórica, ou seja, que amanhã seria melhor do que hoje. E, talvez, houvesse algumas perturbações, mas essa lei era certa.

Porém, a partir justamente dos anos de 1970, 1980, 1990 parece cada vez mais que o progresso não é certo de jeito nenhum, que os próprios motores do progresso são ambivalentes. Ou seja, que a ciência, que normalmente deve levar o progresso humano e que traz um grande progresso nos conhecimentos, traz também as armas de destruição massiva, que a técnica, ela mesma, produz essas armas de destruição massiva e não produz somente o “assujeitamento” das energias físicas, mas produz também o “assujeitamento” daqueles que trabalham nessas máquinas.

É que a economia, que tem aspectos de desenvolvimento e que traz bens é, ela própria, uma economia que não é controlada, que não é regulada. Ela própria passa por crises. E depois existe também, percebe-se que as guerras de religião que pareciam pertencer ao passado voltam na atualidade. Todos esses fatores parecem indicar que o progresso está minado – já que se acreditava que era a ciência, a razão, a técnica, a economia que iriam guiar a humanidade em direção ao progresso, mas percebe-se a profunda ambivalência desse guia.

A crise do futuro, a crise do progresso. A perda do futuro é muito grave porque, quando se perde a esperança no futuro surge uma sensação de angústia e de neurose. Dessa forma, a crise do futuro, lá onde há um mínimo de presente que pode ser vivido, provoca a retração do presente – é a vida no presente imediato. Toda uma parte do mundo ocidental vive o presente imediato. Mas, quando se faz política no presente imediato, quando não se pensa mais no futuro, não há mais perspectiva, ou então, quando o presente é ruim e infeliz, o que resta?

Então, essa crise de civilização, e não se vê solução, não se vê saída, não se vê remédio, ao contrário, ela continua crescendo, e, finalmente, essa crise é também a crise do planeta, porque o planeta, em todas as megalópoles, se ocidentalizou, seja em Xangai, em São Paulo ou outro lugar, é a crise da humanidade que não chega a nascer, crise da humanidade com a crise do progresso, incerteza do futuro, retorno das religiões.

Assim, eis como se pode situar a tragédia dessa época; e o futuro é desconhecido a partir de agora. Percebe-se, retrospectivamente, que a aventura da humanidade é uma aventura desconhecida.

*Excerto da conferência de Edgar Morin no Fronteiras do Pensamento, 1968-2008: o mundo que eu vi e vivi.

Assista a Edgar Morin No YouTube:
- Para uma ética da humanidade
A crise da humanidade

SEDUC-RS prevê nomear até março mil professores aprovados no concurso do magistério

Muitos colegas têm solicitado informações acerca da demora nas nomeações dos aprovados no último certame do Magistério Estadual (SEDUC-RS). Infelizmente, como estou vivendo fora do país desde julho passado (Portugal) complementando meus estudos de pós-graduação,  com uma intensa agenda de seminários, cursos e viagens, tenho acompanhado pouco os avanços (ou falta deles pelo visto!) acerca das questões da educação em nosso estado. Abaixo, compartilho a notícia da última semana acerca das referidas nomeações. Lembro que a Secretaria deverá realizar a nomeação de TODOS os aprovados dentro do número de vagas, dentro do prazo de validade estabelecido no edital.

“A Secretaria Estadual de Educação prevê a nomeação de cerca de mil professores aprovados no concurso do ano passado entre fevereiro e março deste ano. Os chamamentos devem começar a partir do momento em que as escolas fecharem seus quadros para 2014 e consolidarem o processo de matrículas.

No final de 2013, 85 dos 13 mil docentes que obtiveram êxito na prova foram nomeados para suprir carências pontuais. Após o início das atividades dos aprovados, o governo estadual passará à chamada terceira etapa do processo, que será a substituição gradual daqueles os quais possuem contratos emergenciais.

Apesar de poucas nomeações até o momento, a secretaria garante que todos os aprovados no concurso têm direito assegurado às vagas, conforme o prazo de dois anos a partir da divulgação do resultado prorrogáveis por mais dois.

O aumento do número de aprovados, antes em 10.747, foi possível devido à anulação de uma questão presente na prova objetiva. Com isso, houve o incremento de 2,3 mil professores na lista final. À época, O governo estadual considerou que a eliminação da questão foi positiva, pois fez justiça aos candidatos antes prejudicados”.

Com informações da ZH de 17/01/2014.

SEDUC-RS publica as listas de classificação final do concurso do Magistério Estadual

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A lista final de classificados no concurso público para o Magistério/2013 foi divulgada, na manhã desta terça-feira (22), pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc). O edital Nº25/2013 foi publicado no Diário Oficial do Estado e está disponível para consulta, também, no site da Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH). Vale lembrar, que a nota final é composta pela nota obtida nas provas objetivas, equivalente a 80% do total, e a nota da prova de títulos, que compõe os 20% restantes.

>>> Acesse o EDITAL <<<
>> Consulte o resultado final <<

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO- SEDUC
EDITAL DE CONCURSOS PÚBLICOS N° 25/2013

DIVULGA AS LISTAS DE CLASSIFICAÇÃO FINAL DO CONCURSO PÚBLICO, HOMOLOGA OS RESULTADOS E PRESTA OUTROS ESCLARECIMENTOS.

O Secretário de Estado da Educação, no uso de suas atribuições, divulga por este Edital as listas de classificação final do Concurso Público para Professor do Quadro do Magistério Público Estadual, homologa os resultados e presta outros esclarecimentos.

1. LISTA DOS RESULTADOS E CLASSIFICAÇÃO FINAL
1.1. Os resultados com a classificação final encontram-se à disposição dos interessados nos sites: http://www.fdrh.rs.gov.br e http://www.educacao.rs.gov.br

2. HOMOLOGAÇÃO DOS RESULTADOS
Consideram-se homologados os resultados divulgados nas listas de classificação final conforme item 1.1 deste Edital.

3. DA NOMEAÇÃO
3.1. A nomeação ficará sob a responsabilidade da Secretária de Estado da Educação, por meio de Edital próprio, que definirá prazos e demais procedimentos a serem observados referentes aos candidatos aprovados e pelo site http://www.educacao.rs.gov.br/concursomagisterio2013.
3.2. Os candidatos serão informados previamente por meio de Correspondência Oficial e pelo site http://www.educacao.rs.gov.br/concursomagisterio2013 referente aos procedimentos que serão adotados por ocasião da sua nomeação e posse.
3.3. A nomeação e a posse se darão por grupos de Coordenadorias, respeitando a ordem de classificação de cada candidato, em dia e hora a serem informados previamente.
3.3.1. O procedimento ocorrerá em Porto Alegre como forma de agilizar os processos de admissão e posse, garantindo a implantação imediata na folha de pagamento do Magistério Público Estadual.
3.4. Os exames médicos admissionais serão agendados com dia e hora para o comparecimento ao DMEST – Departamento Médico Estadual, em Porto Alegre.
3.4.1. Os candidatos deverão apresentar no ato da consulta médica os seus exames realizados com seu médico, sendo que o resultado da Perícia Médica será publicado no Diário Oficial do Estado.
3.5. Será de responsabilidade do candidato, respeitar o cumprimento dos prazos e horários determinados a fim de garantir o seu ingresso na administração pública estadual.

Porto Alegre, 22 de outubro de 2013.

José Clóvis de Azevedo,
Secretário de Estado da Educação.